"SOU DA TERRA DO OURO, DAS SERRAS AZUIS,DOS CAMPOS GERAIS, SOU DO MUNDO, SOU MINAS GERAIS"
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domingo, 24 de novembro de 2019
VRINDAVAN - SIKSASTAKAM
A banda Vrindavan, que funde a música ocidental e a música indiana, lança seu terceiro álbum, “Siksastakam”. O trabalho conta com uma grande produção musical de Baladeva Nitai Das (Bruno Tonelli), criador do projeto, com uma fusão ainda mais ousada, trazendo elementos da tecnologia de “sound design”, com base na música eletrônica contemporânea, e elementos da música Carnatic, um dos sistemas de música clássica da Índia.
O disco conta com participações de artistas renomados, como o grande compositor e violinista, Marcus Viana, Décio Ramos, Balajie Ramjie, Adryane Lins e devotos cantando “Krishna” no Festival de Krishna Janmastami. A identidade visual ficou por conta do artista plástico Hari Kirtana (Raoni Moreno).
Nascido na Índia e desenvolvido em Belo Horizonte
Com uma extensa carreira musical e inúmeros projetos bem-sucedidos no currículo, o compositor, cantor e violonista belo-horizontino Baladeva Nitai Das (Bruno Tonelli) visitou a cidade sagrada de Vrindavana em 2015 e, durante vinte dias no local, gravou por lá mesmo o primeiro álbum da sua futura nova banda, “Krsna Vrindavan”. O disco, produzido por ele, teve a participação do músico Brhat Mrdangam (Vitalli Borsh), que tocou kartalas e Mrdanga.
Quando voltou para o Brasil, Baladeva Nitai mostrou o projeto para alguns devotos do Templo da ISKCON em sua cidade natal e a ideia para a realização de um show ficou próxima de se concretizar, com a entrada de Narasimhadeva Das, que assumiu a Mrdanga, e Kapila Muni Das, nas Karatalas. Após a turnê de um ano por alguns estados do Brasil, o grupo começou a compor um novo trabalho com versos da milenar escritura Bhagavata Purana, que culminou no segundo álbum denominado “Bhagavatam”, lançado em 2016.
Nessa fase, a dançarina Kamalaksi Rupini, mestra de Bharatanatyam (Dança clássica Indiana), se uniu ao grupo e o show se tornou um espetáculo completo, contando também com projeções visuais criadas por Monicke Fróes. “Bhagavatam” apresentou a participação de devotos e artistas nacionais e internacionais como Rajini Singh, Chloe Fischer, Neel Madhav, Amrta Visnupriya, Gaura Mani, Balarama Nitai Das, Samy Erick Felix e os devotos reunidos no Festival de Goura Purnima.
No novo álbum, Baladeva Nitai apresentou composições inéditas para oito versos deixados pelo mestre Caitanya Mahaprabhu, que condensam teológica e filosoficamente a milenar ciência de bhakti-yoga, o yoga da devoção. O show é único, pois Baladeva Nitai está de malas prontas para mais uma temporada na Índia, onde tem se dedicado ao estudo do tradicionalíssimo e sagrado instrumento veena, além de ensinar violão aos indianos em Bangalore.
Se vc gostou adquira o original valorize a obra do artista.
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CANTO SAGRADO
sexta-feira, 22 de novembro de 2019
CRISTIANO LEMOS - CANTO DE MINAS
Pelos garimpos das terras das Gerais tive o prazer de garimpar esse cantador/professor de musica da escola de musica Cristiano Lemos em Três Corações sul de Minas.
Não tive informações completa sobre o musico na web mas é de grande refinamento musical e autoral.
Quem tiver mais informações sobre o musico e poder nos informar favor enviar nos comentários.
vc tb pode acessar nas principais plataformas digitais.
Rua Salomão Naback, 6A - Centro
Três Corações
domingo, 17 de novembro de 2019
COLETIVO ANA - ANA
Um dos primeiros movimentos mineiros de mulheres compositoras na música popular, o Coletivo A.N.A foi criado a partir do desejo de incentivar e revelar a crescente cena de autoras no país. O grupo, criado em 2011 e estabelecido em Belo Horizonte, reúne oito jovens “cantautoras” que realizam shows, mostras e eventos pela cidade e juntas procuram fortalecer suas carreiras. O A.N.A. é formado por DehMussulini, Irene Bertachini, Michelle Andreazzi, Leonora Weissmann , Leopoldina, Laura Lopes, Luana Aires e Luiza Brina. Todas as compositoras atuam intensamente na nova cena de música autoral do estado, são também cantoras, instrumentistas, produtoras, artistas visuais e participam de diversos festivais, discos, grupos e coletivos.
Com o patrocínio do Fundo Municipal de Cultura de Belo Horizonte o coletivo A.N.A. gravou seu primeiro disco intitulado “Ana”, lançado em junho no Teatro Bradesco. O trabalho reúne canções criadas coletivamente entre as integrantes do A.N.A. e possui também parcerias com outras compositoras da cidade como Déa Trancoso, Jennifer Souza e Brisa Marques. O CD contou com a participação da cantora e compositora paulista Ná Ozzetti. O álbum conta com a direção musical de Rafael Martini, integram o trabalho os músicos Rodrigo Lana, no piano, Natália Mitre, na bateria, percussão e marimbas, Ana Lu Braga, na percussão. O CD possui arranjos de músicos mineiros e cariocas, tais como: Joana Queiroz, Luiza Brina, Thaís Montanari, João Antunes, Aline Gonçalves, Felipe José, Rafael Martini e Leandro César.
Os arranjos do CD “Ana” refletem uma pesquisa sonora das vozes como um elemento rítmico, melódico, se assemelhando em alguns momentos há um instrumento. A voz como instrumento foi o ponto de partida para a criação do CD e dos arranjos, os quais possuem de quatro à oito vozes trazendo a tona um novo colorido a canção popular brasileira. O “Ana” é um CD único por reunir oito vozes marcantes do cenário belorizontino e canções que evidenciam a poética do olhar feminino. O show do grupo e seu CD são marcados pela multiplicidade de linguagens de suas artistas e integram poesia, música e artes visuais.
Se vc gostou adquira o original valorize a obra do artista
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CANTO SAGRADO
quinta-feira, 14 de novembro de 2019
AMARILDO SILVA - RIOS AFLUENTES
Amarildo
é natural de Raul Soares, interior de Minas Gerais. Desde muito cedo,
interessava-se por música e poesia. Aos 12 anos, escreveu seu primeiro
poema e, influenciado pelo avô materno, tocador de Viola Caipira, já
começava, aos 15, a compor suas primeiras canções.
Apenas com músicas inéditas, Amarildo
lançou seu primeiro trabalho solo, "Rios Afluentes", em 1995. Em 1997,
fez o segundo CD, “Estação”, com canções próprias e uma releitura de
"Nada será como antes", de Milton Nascimento e Ronaldo Bastos.
Em
1998, formou, em parceria com o amigo, João Francisco Neves, o grupo
Cambada Mineira. Gravaram cinco CDs e um DVD. A banda - que já percorreu
todo o país com o show "Cambada Canta Minas" - existe até hoje.
Em
2004, nos intervalos de shows do Cambada Mineira, iniciou o terceiro
trabalho, inspirado na obra de Guimarães Rosa: “Virgem Sertão Roseano”.
Em 2017 “Mariana”
(já postado no blog) é resultado de um ano de processo criativo,
trabalho que se origina do Projeto Grande Sertão Gerais, abarca as
perspectivas de uma leitura lírica da obra ficcional de João Guimarães
Rosa.
o disco
O CD Rio Afluentes é primeiro CD desenvolvido na carreira solo de
Amarildo Silva. Nele o artista canta histórias de Minas Gerais, trazendo
forte influência do Clube da Esquina e da canção regional mineira, com
folias, congadas, tacopés e afins.
Se vc gostou adquira o original, valorize a obra do artista.
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domingo, 10 de novembro de 2019
DELICIAS DE MINAS
JOÃO DEITADO
Ingredientes
400g de fubá de moinho d’água
200g de farinha de trigo
200g de açúcar cristal
1 colher (sobremesa) de sal
4 ovos caipiras
200ml de óleo
2 colheres (sopa, cheias) de manteiga
2 colheres (sopa) de fermento em pó
300ml de coalhada
Folhas de bananeira
1 colher de água sanitária (para limpar as folhas)
1 litro de água
Como fazer
Mergulhar as folhas de bananeira em um litro de água, juntamente com a água sanitária. Deixar por 5 minutos. Retirá-las, enxaguá-las e secá-las com pano de prato. Reservar. Em uma tigela, misturar os ovos, o óleo, o açúcar, o sal e a manteiga. Acrescentar o fubá, a farinha, o fermento e a coalhada. Misturar até que a massa fique consistente. Cortar cada folha de bananeira em quatro partes. Em cada uma, colocar duas colheres (sopa) da massa e enrolar. Levar ao forno na temperatura de 200 graus, por 30 minutos.
Receita de Terezinha Nedis Miguel dos Santos (in memorian) de Belo Vale - Mg
(31) 3734-1291, com Elizabeth dos Santos
Ingredientes
400g de fubá de moinho d’água
200g de farinha de trigo
200g de açúcar cristal
1 colher (sobremesa) de sal
4 ovos caipiras
200ml de óleo
2 colheres (sopa, cheias) de manteiga
2 colheres (sopa) de fermento em pó
300ml de coalhada
Folhas de bananeira
1 colher de água sanitária (para limpar as folhas)
1 litro de água
Como fazer
Mergulhar as folhas de bananeira em um litro de água, juntamente com a água sanitária. Deixar por 5 minutos. Retirá-las, enxaguá-las e secá-las com pano de prato. Reservar. Em uma tigela, misturar os ovos, o óleo, o açúcar, o sal e a manteiga. Acrescentar o fubá, a farinha, o fermento e a coalhada. Misturar até que a massa fique consistente. Cortar cada folha de bananeira em quatro partes. Em cada uma, colocar duas colheres (sopa) da massa e enrolar. Levar ao forno na temperatura de 200 graus, por 30 minutos.
Receita de Terezinha Nedis Miguel dos Santos (in memorian) de Belo Vale - Mg
(31) 3734-1291, com Elizabeth dos Santos
CONGADAR - RETIRANTE
O toque cruzado da caixa. A gaita cantada. Dois mundos
que tem a mesma origem. Blues e Congado. As duas culturas parecem
distantes, mas tem uma mesma origem: o velho continente Africano. De um
lado, a banda Ganga Bruta carrega em suas músicas uma marca de Blues, do
outro o Congadar representa o Congado, com forte presença em Sete
Lagoas. Mas apenas parecem distantes. Pois entre estes dois ritmos há
muito mais similaridades do que se imagina. Afinal, ambos foram trazidos
de barco, escravizados, mesmo em países diferentes. O show vai
apresentar esta mistura dos dois mundos, em uma música que envolve a
alma. Bateria, baixo, guitarra e gaita se mistura à caixa, pandeiro e
outros instrumentos percussivos típicos do Congado, e trazem essa
mistura onde o rock eletrifica as tradições e o folclore dá nova
roupagem ao rock.
O grupo tem como grande referência o Nação Zumbi, pelos tambores. Mas também foram inspirados por vários artistas que fazem música voltada para as tradições como Maurício Tizumba, Cabruêra, Berimbrown, Fela Kuti, assim como os Spirituals dos EUA e toda a cultura do congado mineiro.
No repertório, canções tradicionais do Congado e músicas autorais do Ganga Bruta, em uma releitura experimental. O grupo já se apresentou em festivais como as Viradas Culturais de Sete Lagoas, em 2013 e 2014, o Festival de Inverno da UFSJ, Festival de Folclore de Jequitibá e o Festival Balido de 2014 em Ipatinga. Em 2015, realizaram um show em Belo Horizonte com o Mestre Maurício Tizumba na A Autêntica, além do Festivelhas em Itabirito, Festival de Folclore em Sete Lagoas e Jequitibá.
Integrantes:O grupo tem como grande referência o Nação Zumbi, pelos tambores. Mas também foram inspirados por vários artistas que fazem música voltada para as tradições como Maurício Tizumba, Cabruêra, Berimbrown, Fela Kuti, assim como os Spirituals dos EUA e toda a cultura do congado mineiro.
No repertório, canções tradicionais do Congado e músicas autorais do Ganga Bruta, em uma releitura experimental. O grupo já se apresentou em festivais como as Viradas Culturais de Sete Lagoas, em 2013 e 2014, o Festival de Inverno da UFSJ, Festival de Folclore de Jequitibá e o Festival Balido de 2014 em Ipatinga. Em 2015, realizaram um show em Belo Horizonte com o Mestre Maurício Tizumba na A Autêntica, além do Festivelhas em Itabirito, Festival de Folclore em Sete Lagoas e Jequitibá.
André de Almeida Lima (Voz e gaita)
Carlos Warley Vieira Castro (Caixa e voz)
Felipe da Silva Moura (Caixa e voz)
Wesley Olímpio Lopes (Caixa e voz)
Igor de Macedo Félix (Guitarra)
Sérgio Eduardo Marques Pereira (Bateria)
Marcos Alexandre de Avellar Gomes (Baixo)
Giuliano Fernandes (Guitarra)
A banda Ganga Bruta tem quase 10 anos. Já lançaram dois discos, o primeiro chamado Eletrolíticos, e o segundo O Terceiro Lado da Moeda, ambos somente com composições próprias. Além disso, participou de diversos festivais de música independente em Minas Gerais, sua região de origem.
O Congadar apresentou em diversas festas voltadas para o folclore. Inicialmente, o repertório era composto não só por marchas de congo, mas também por diversas canções que caíram em domínio público, com um forte resgate das tradições.
O grupo nasceu em 2013, mas era um namoro antigo. Ganga Bruta e Congadar sempre queriam fazer um trabalho juntos, mas não tinham a oportunidade antes. A chance apareceu quando o projeto foi aprovado na 1a Virada Cultural de Sete Lagoas. Ai, juntos entraram no estúdio, em busca da sonoridade da banda. O que parecia que seria complicado foi, na verdade, simples e fácil. Descobriram que a junção dos estilos, Blues, Rock e Congado era natural. Assim, começou a surgir a identidade da nova banda Ganga Bruta+Congadar.
Se vc gostou adquire o original valorize a obra do artista.
Telefone:
(31)98879 7969
E-mail: marcaoavellar@gmail.com
E-mail: marcaoavellar@gmail.com
Origem:
Sete Lagoas - mg (Brasil)
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terça-feira, 22 de outubro de 2019
TADEU FRANCO - DISCOGRAFIA (REPOST A PEDIDOS)
CATIVANTE
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CANTO SAGRADO
ALMA ANIMAL
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CANTO SAGRADO
EM NOME DO AMOR
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CANTO SAGRADO
ORLANDO
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CANTO SAGRADO
POP ROÇA
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CANTO SAGRADO
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CANTO SAGRADO
ALMA ANIMAL
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CANTO SAGRADO
EM NOME DO AMOR
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CANTO SAGRADO
ORLANDO
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CANTO SAGRADO
POP ROÇA
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CANTO SAGRADO
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