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domingo, 6 de novembro de 2016

PELAS TRIAS E ISTRADINHAS DE MINAS






A cidade de Pimenta em Minas Gerais, foi fundada em 27 de dezembro de 1948, estando situada na região Oeste de Minas.
Ocupa uma área de 414,969 Km² estando distante da capital Belo Horizonte 241 Km. A altitude na área central da cidade é de 789.86 m.
A cidade integra a microrregião de Formiga, e faz divisa com os municípios de Pains, Piumhi, Guapé, Formiga.
O Município faz parte do Circuito Turístico Grutas e Mar de Minas.




DELICIAS DE MINAS






Mineirinho Valente

 
Ingredientes
300g de canjiquinha
1 cebola picada
½ pimentão picado
1 talo de aipo picado
1 ½ l de caldo de costela
4 dentes de alho picado
2 colheres de manteiga
1 colher rasa de café de curry
150 g de queijo minas meia cura ralado grosso
250 g de lombo defumado picado em cubos
250 g de linguiça semidefumada
250 g de costelinha desossada picada em cubos
Espinafre picado
300 ml de vinho branco seco

Preparo
Tempere a costela com alho e sal a gosto e deixe marinar por 12 horas. Frite em um pouco de azeite e reserve. Na mesma frigideira, frite o lombo defumado. Reserve. Frite em seguida a linguiça e reserve junto com as outras carnes.

Para a canjiquinha, coloque na panela um pouco de azeite e frite o alho. Junte a cebola, o pimentão e o aipo. Coloque o curry e mexa bem. Despeje o vinho branco e deixe que ele evapore.

Depois, coloque a canjiquinha após escorrer a água. Ela deve cozinhar já na panela. Mexa e deixe secar um pouco o caldo.

Junte o caldo de costela. Mexa de vez em quando para a canjiquinha não grudar no fundo da panela. Vá regando com o caldo de costela. Deixe para colocar o sal por último.

Depois da canjiquinha cozida, junte a costela, o lombo e a linguiça fritos. Junte, neste momento, a manteiga. Deixe uns dez minutos em fogo brando.

Montagem do prato

Pegue uma panela menor e coloque a canjiquinha até a metade da panela. Coloque o queijo ralado por cima. Por cima, coloque mais canjiquinha e o espinafre. Por último, coloque mais canjiquinha e mais uma camada de queijo. Para enfeitar, cheiro verde e pimenta-biquinho.

WAGNER TISO - BRANCO E PRETO


Em 1986, o maestro Wagner Tiso  gravou o excelente album “Branco & preto/Preto & branco”, interpretando “Le petit nègre” (Debussy) e “Penny Lane” (Lennon e McCartney), além de composições próprias, como “Chico Rei”, “Dona Beija” e “Santa Efigênia”, as três com Fernando Brant, “Branco e preto” e “Preto e branco”, entre outras. Também nesse ano, lançou a coletânea “Giselle” e escreveu as trilhas sonoras de “Besame mucho”, filme de Ramalho Júnior, e “Dona Beija”, novela da TV Manchete.

Disco extraido do exelente blog  http://criaturadesebo.blogspot.com.br
do famoso Homem Traça.

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CANTO SAGRADO

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

RICARDO VIOLA - COMPANHIA DA MANTIQUEIRA




  No momento, está em trabalhos de gravação de novo CD,  Flauta & Etc, mais enfocado na música instrumental.

   Executa há tempos um trabalho de pesquisa do folclore musical do Sul de Minas, vivenciado principalmente na prática, como integrante de grupos de congada e folia de reis, o que resulta em vital influência sobre o seu trabalho de composição, sendo ingrediente fundamental do produto final.
  
Embora tenha uma formação musical basicamente autodidata, estudou canto e percepção rítmica na Escola Livre Música de Minas, em Belo Horizonte, criada por Wagner Tiso e Milton Nascimento na década de 80, além de cursos livres de trilha sonora na Escola de Música da UFRJ.

   Dedica-se também à literatura, como poeta, contista e cronista e participa ativamente do movimento cultural do Sul de Minas.
Além do seu trabalho autoral, participou dos discos 'Brilho", do compositor cearense Stelio Vale, do LP "Hortelã", dos artistas sul-mineiros mineiros Ivan Vilela e Pricila Stephan, e do CD da banda mineira Tiranossaurus Sexy.
    Criou a música da peça teatral Quitanda Verbal, do ator e autor pernambucano Gilson Moura,e da peça Pelos Caminhos de Minas, de Jota D'Ângelo e Jonas Bloch, em montagem do Grupo Colibri, de Lambari.
    Participou da trilha sonora do documentário Amazônia II, da série Globo Reporter, da Tv Globo (2001), com a sua composição Moçambique, que faz parte do repertório de seu 1º CD.
    Realiza há mais de 25 anos um trabalho de pesquisa do folclore musical mineiro.
    Trabalhou com educação musical  em algumas escolas e pré-escolas da região, em Itajubá, Pouso Alegre e Lambari, na Escola de Artes Criarte, em Pouso Alegre, e de 2011 a 2014, foi professor de música na APAE de Lambari, onde desenvolveu um projeto de musicalização nos mais diferentes niveis, no qual  um grupo musical sob sua direção, formado por alunos especiais, venceu o Festival Estadual Nossa Arte, em Montes Claros, 2012,  representando Minas Gerais no Festival Nacional da Apae.

Fazer música pode ser ( e  é ) uma coisa muito simples, se não nos  impusermos  barreiras, empecilhos mentais, medo de errar, besteiras assim.
E  nos deixarmos conduzir pela nossa própria vontade e nos sintonizarmos com tudo ao nosso redor, com o proprio ritmo e pulsação do universo.
E é um ato coletivo, fundamentalmente coletivo, em que nossa individualidade está em função do todo, da cooperação, da interatividade, no tudo-junto-uma-coisa-só, o uno e o total, no todos juntos construindo um bloco concreto e volátil de som e sim.        
As regras, se existem, existem para serem quebradas, e não necessariamente quebradas, mas para serem esticadas, estendidas, ampliadas. A espontaneidade transcendendo a técnica.
Tem  a ver com se manter um lado criança, deixar a criança que existe e resiste em nós ser tão forte quanto realmente o é, e deixá-la exprimir-se livremente em uma música clara e felizmente feliz.
Recuperar tudo o que temos de humano, de primata, de animal, e de divino.
Feito um bando de pássaros, ou uma ventania voando, soando.
Para acontecer aqui um rito de Música, uma forma de  encontrarmos com o que se chama Música, a  voz  sem palavras da Vida.
Simples e assim.

Muito bom o disco!!!



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segunda-feira, 24 de outubro de 2016

JULIANA PERDIGÃO - ALBUM DESCONHECIDO

O primeiro trabalho solo da cantora e musicista mineira Juliana Perdigão reúne 13 faixas com composições de vários músicos, cantores e compositores parceiros como Pablo Castro, Thiavok, Maurício Ribeiro, Mateus Bahiense, Makely Ka, Flávio Henrique, Rômulo Fróes, Carlos Careqa, Tulipa Ruiz entre outros.

Não é comum receber um disco de uma cantora e ouví-la, logo na primeira faixa, em sopro vigoroso num naipe composto por clarone, clarineta e flauta. É assim que Juliana Perdigão se apresenta na abertura de seu disco, dizendo, de pronto, não se tratar de uma artista comum. Seria um disco de cantora? Seu “Álbum Desconhecido” embute a pergunta no nome e a faz atravessar por um repertório de canções inéditas de artistas incomuns como ela, Juliana. Afinal, também não é sempre que temos dentre os músicos acompanhantes da cantora em foco, os compositores das canções. E se isso não é suficientemente raro para ser digno de comentário, não seria lúcido deixar de mencionar que esses compositores respondem pelos arranjos, por reconhecerem que sua verve pode e deve ser estendida a toda a trama que constitui a canção. 

Para quem conhece a trajetória da cantora, não há surpresas nesse cruzamento de funções, valores, potencialidades. Em seu álbum de estréia Juliana nos brinda com seus talentos, que incluem , além da voz, a habilidade com os instrumentos de sopro e um pouco de violão. Integrante de grupos de choro, samba e rock, ao mesmo tempo pode ser vista em palcos de punkrock ou jazz, e com a mesma naturalidade com que urra uma canção de Tom Waits, nos apresenta a mais nova pérola de Paulo Cesar Pinheiro. Natural que ela atraia e dialogue com gente que tem também o leque aberto para a experimentação. Desde a concepção visual do disco (Cao Guimarães e Máximo Soalheiro, artistas de imagens) até as participações especiais (André Abujamra, Nailor Proveta, Rômulo Fróes, Benjamim Taubkin, Carlos Careqa), temos nesse “Álbum” a chance de ir aos poucos desvendando a singularidade dessa artista tanto desconhecida quanto interessante. 

Contribui para a unidade do disco a integração entre os músicos da banda. Percebe-se logo que não foram reunidos circunstancialmente. Não se elabora arranjos como os que são apresentados em dois ou três ensaios, na verdade passaram-se alguns meses de muito convívio, viagens, entendimento, desentendimentos, alternâncias entre bons e maus momentos. Tal como a vida, não há fórmulas e tudo se faz necessário: se encontrar sem motivos, tocar qualquer coisa, trabalhar, passear. Aí sim, temos um trabalho que decorre da essência. E a essência de Juliana é antes e depois de tudo musical. Talvez essa seja a senha para entender sua presença em meio a tantas cantoras que se apresentam a nós: seu canto é pela música, seu sopro oxigena a incansável música em sua tarefa de renascer todo dia em um novo rosto desconhecido a quem ela, música, generosamente retribui com uma identidade inconfundível e um nome para ser lembrado: Juliana Perdigão.

texto: kristoff silva

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CANTO SAGRADO 

domingo, 23 de outubro de 2016

HAYEYA - ALL TRIBES - EVANDRO LOPES - HELENA ANGELINI


Com muita criatividade e ritmo, as músicas de "Hayeya!" são compostas por melodias tribais, cantadas em uma língua própria sobre uma base eletrônica, lounge. Uma interessante mistura entre o primitivo e o moderno, o ancestral e o futurístico. Nessa composição, aparecem inspirações sonoras e melódicas de várias culturas do mundo - indiana, japonesa, indígena, africana, etc, de forma que "todas as tribos" têm sua representação. Ao mesmo tempo, é um som que parece vir de lugares que extrapolam a Terra - contatos galácticos, o que gera a sensação paradoxal de ser de lá e ao mesmo tempo daqui. Essa conexão entre todos os mundos é celebrada por Kyria, a persona que canta as músicas. Ela faz com que seu mundo seja também o nosso mundo - o mundo de todas as tribos.
O trabalho nasceu da parceria entre Helena Angelini e Evandro Lopes, que é músico e técnico de som do estúdio Sonhos e Sons (BH) do reconhecido diretor musical Marcus Viana, que assina duas faixas do CD. A artista Helena Angelini estudou piano e musicalização com Betânia Parizzi dos 5 aos 16 anos. Em 2006 entrou para escola Minueto (MG), e em seguida teve orientações de canto com Norma Silvestre e Ana Taglianetti. Estudou na escola Souza Lima (SP), com Rafael Dantas. Desenvolveu pesquisa em músicas Celtas, Tribais e World Music. Dedicou-se à experimentação musical, imprimindo em seu canto forte identidade cultural. Em parceria com Evandro Lopes fundou a Hayeya!, grupo dedicado às vastas interações musicais. Em 2011, lançou o CD All Tribes, pela Sonhos e Sons, com participação especial de Marcus Viana. Helena dedicou-se também à atuação como ferramenta expansiva de sua arte. Criou a performática Kyria, intérprete de All Tribes. Em 2012 dedicou-se ao show Celtic Seeds, com repertório de músicas sacras e celtas.

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CANTO SAGRADO

PELAS TRIA E ISTRADINHAS DE MINAS






Um lugarzim muito gostoso para conhecer com belas cachoeiras e muita historia em seu chão.
Que diga o velho Rosa !