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domingo, 24 de dezembro de 2017

ELAS DE MINAS - (EXCLUS. CSDT)

Um dia algumas canções se encontraram. Eram muitas, diferentes, especiais. Eram mais que suas próprias vozes, eram mais que apenas "elas". guardavam outras em si, falavam do mundo, de Minas, da natureza, dos homens, das montanhas, das flores, dos ritmos, das tradições, contradições, deidades, da novidade, das ruas, e tinham "elas" algo em comum; eram feitas e cantadas por mulheres. Foram bordadas com a linha da voz, com a cor da alma e a força da poesia.
(Brisa Marques)

Setenta e três cantoras se inscreveram para o projeto Elas de Minas, iniciado no ano passado. Destas, nove foram selecionadas para gravar para um disco canções de autoria de compositoras também do estado.
A curadoria do projeto foi de Gerald Seligman, Maurício Ribeiro e Márcio Borges. Houve dois processos de seleção. No momento inicial, foram escolhidas as canções (173 foram inscritas e 12 selecionadas e gravadas). Entre elas estão 'Enquanto o cais', de Laura Lopes e Luiza Brina (também selecionadas como intérpretes), 'Moacir', de Jabu Morales e Nega Lucas, 'Rosa', de Érika Machado e 'Canção da voz', de Leonora Weissmann e Rafael Martini.

“Depois (das músicas) é que selecionamos as cantoras. Não são as nove melhores cantoras de Minas, mas as melhores para interpretar as canções selecionadas”, afirma Lailah Gouvêa, produtora-executiva do projeto. A ideia com o Elas de Minas é, de acordo com a produtora, registrar o momento atual da produção musical do Estado. “Para mim Minas está vivendo sua época de ouro e, principalmente, com a música gerada pelas mulheres.”
 
Quem são elas

>> Brisa Marques – Também atriz, letrista e apresentadora de TV, tem parceria com Mestre Jonas, Murilo Antunes, Flávio Henrique, Laura Lopes e Luiza Brina.

>> Carine Corrêa – Cantora, pianista e compositora, atualmente, a mineira vive no Rio de Janeiro.

>> Déa Trancoso – Com 25 anos de carreira, a cantora do Jequitinhonha tem um selo, Tum Tum Tum Discos, lançou três álbuns e foi indicada duas vezes ao Prêmio da Música Brasileira.

>> Irene Bertachini – Idealizadora do Festival Palavra Som e do coletivo de compositoras Ana, também canta no grupo Urucum na Cara.

>> Juliana Perdigão – Vivendo atualmente em São Paulo, a cantora tem um disco solo, Álbum desconhecido (2012), e trabalhos com grupos como Corta Jaca e Graveola.
>> Laura Lopes – Com um álbum, 'Abaporu' (2012), lançado, ela compôs canções gravadas por Luiza Brina e Transmissor. É também integrante do grupo Frito na Hora.

>> Lívia Itaborahy – Está preparando seu álbum de estreia. Desde 2009, apresenta-se ao lado do violonista Emerson Carlos.

>> Lysia Condé – Radicada no Rio Grande do Norte, a cantora já gravou músicas de Heitor Villa-Lobos, Ná Ozzetti, Itamar Assumpção e Jacob
do Bandolim.

>> Marina Machado – Com 20 anos de carreira e quatro álbuns lançados, ela é fundadora da Cia. Burlantins e cantou com Milton Nascimento entre 2003 e 2006 na turnê 'Pietá'.

01 - Enquanto o Cais (Laura Lopes e Luiza Brina) cantam Lívia Itaborahy e Marina Machado
02 – Panorâmica (Leopoldina e Mestre Jonas) canta Laura Lopes
03 – Estreleira (Déa Trancoso) canta Irene Bertachini
04 – Moacir (Jabu Morales e Nega Lucas) canta Carine Corrêa
05 - Aos Pés do Mar (Irene Bertachini e Leandro César) canta Lysia Condé
06 – Rosa (Érika Machado) canta Marina Machado
07 – Licença (Irene Bertachini) cantam Déa Trancoso e Lysia Condé
08 - Canção da Voz (Leonora Weissmann e Rafael Martini) canta Juliana Perdigão
09 - Olho D'água (Juliana Stanzani, Dudu Costa e Daniel Lovisi) canta Lívia Itaborahy
10 - Filho de Pemba (Michelle Andreazzi, Gabriel Goulart e Luiz Lobo) canta Déa Trancoso
11 - No Mar (Laura Lopes e Marina de Castro) canta Brisa Marques
12 - Atire Sorrisos (Brisa Marques e César Lacerda) cantam Brisa Marques, Carine Corrêa, Déa Trancoso, Irene Bertachini, Juliana Perdigão, Laura Lopes, Lívia Itaborahy, Lysia Condé e Marina Machado


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CANTO SAGRADO 

VANDER LEE - 20 ANOS AO VIVO (EXCLUS. CSDT)

Compositor dos mais inspirados da cena da música brasileira com seu olhar poético e original, transformou o cotidiano e temas relacionados como amor, futebol e recortes urbanos. Vander Lee começou tocando em bares na Belo Horizonte natal e aos poucos foi introduzindo seu repertório autoral, se apresentando pelos teatros da cidade e interior, até que em 1996 ganhou o segundo lugar no festival ‘Canta Minas’, realizado pela Rede Globo Minas, com a música ‘Gente não é cor’. Esse foi o impulso necessário para o artista produzir seu primeiro cd, independente, ainda como Vanderly. Só a partir do segundo cd passou a usar o nome Vander Lee (este cd só circulou em Minas e várias músicas foram regravadas nos CDs seguintes). Vander Lee subiu ao palco do Espaço Tom Jobim, no Rio de Janeiro, em Julho de 2016 para gravar a apresentação de comemoração de duas décadas de carreira, que seriam completadas em 2017.
Pouco mais de um mês após o espetáculo, o compositor mineiro veio a falecer em decorrência de um ataque cardíaco aos 50 anos. O registro de um dos últimos shows do cantor, coproduzido pelo Canal Brasil sob direção de Darcy Bürger, ganhou ares de homenagem póstuma e chega às lojas após grande apoio do público mediante campanha nacional de crowdfunding. O repertório tem início com composições próprias de Vander Lee, passeando por trabalhos lançados em quase 20 anos nos palcos brasileiros, Minha Criança, Seu Rei, Estrela, Esperando Aviões entre outras. com participações de Mariene de Castro e Laura Catarina.

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Audio do DVD
CANTO SAGRADO

domingo, 10 de dezembro de 2017

FELIPE CORDEIRO E PARCEIROS - OUTRA ESQUINA

Este disco é de um artista cearense mas de coração mineiro, uma homenagem ao clube da esquina maior patrimônio musical de Minas.
Felipe Cordeiro é um compositor cearense que em 2000, conseguiu  reunir 
em estúdio alguns dos nomes mais representativos da cena musical 
cearense , da mineira,  e passando também pela carioca,  fazendo assim 
um CD antológico.    "Outra Esquina" reune nada menos que Boca Livre, Lô
 Borges, Beto Guedes, Zé Renato, Toninho Horta, Joyce, Jorge Vercilo, 
Flávio Venturini e os talentosos cearenses  David Duarte, Érico Baymma, 
Nonato Luiz, Edmar Gonçalves, Kátia Freitas, Paulo Façanha,  Carol 
Costa, Karine Alexandrino e Ana Fonteles.  Das 18 canções do disco, 17 
são de Felipe Cordeiro com diferentes parceiros.  Milton Nascimento não 
participou do CD, mas fez uma bela apresentação:

"Disse Milton Nascimento no encarte:
 amigo meu, quase isso: "outras esquinas virão, outras manhãs, plenas de
 sol e de luz".  Eu levei um susto, no bom sentido, quando me chegou 
esta idéia, misturando as águas de Fortaleza com as lagoas e rios das 
Gerais.  Uma profunda e generosa idéia de uma pessoa que ainda não 
conhecia.  Novas canções, novas reuniões, como há muito tempo não se vê,
 meus amigos de sempre, junto com novos e futuros.  É assim que se faz 
história.  Para isso serve a arte verdadeira, sem preconceitos, com a 
meta de se espalhar pelo mundo, aquela que é a linguagem universal: a 
música.  Felipe, parabéns e obrigado, sempre."

O time de músicos 
convocado para participar de "Outra esquina" está totalmente de acordo 
com os convidados: Tim Fonteles, Jorge Helder, Adelson Viana, Robertinho
 Silva, Pantico Rocha, Cristiano Pinho, Ed Júnior, Lena Horta, Marcos 
Suzano, Telo Borges, Beto Lopes, Paulinho Carvalho, Esdras Ferreira, 
Julinho Barbosa, Luizinho Duarte, Nivaldo Ornelas, Marcelo 
Bernardes,Denilson Lopes, Luiz Brasil, Jerônimo e  Manassés.
( texto musica do ceara . blogspot)
FELIPE CORDEIRO - OUTRA ESQUINA
1-Juba San (Tim Fonteles/Felipe Cordeiro) - voz: Boca livre
2-Estrela mágica (Gilberto"Jabuti" Fonteles/Stelio Vale/Felipe Cordeiro) -voz: Lô Borges
3-Flor de Maio (Gilberto "Jabuti" Fonteles/Felipe Cordeiro) - voz: Betos Guedes e Kátia Freitas
4-Olhar de caramelo (Felipe Cordeiro/Gilberto "Jabuti"Fonteles/Récio Araújo)
voz: Karine Alexandrino
5-Janela do Quintal (Gilberto "Jabuti"Fonteles/Felipe Cordeiro)
voz: Zé Renato e Toninho Horta
6-Mel e sal (Felipe Cordeiro/Torquato Neto) - voz: Toninho Horta
7-Rio (Felipe Cordeiro/Gilberto "Jabuti" Fonteles/Zezé Fonteles) - voz: David Duarte
8-Banda de Lua (Felipe Cordeiro) - voz: Joyce
9-Qualquer dia (Érico Baymma/Felipe Cordeiro) - voz: Érico Baymma
10-Letra de música (Felipe Cordeiro/Gilberto "Jabuti"Fonteles/Alano Freitas) - voz: David Duarte
11-Natureza dos oceanos (David Duarte/Felipe Cordeiro) - voz: Kátias Freitas
12-Romance da noite (David Duarte/Felipe Cordeiro) - voz: Jorge Vercilo
13-Favela (Felipe Cordeiro/Gustavo Krause) - voz: Edmar Gonçalves
14-Anseio (Felipe Cordeiro/Oscar Magalhães) - voz: Carol Costa
15-Elemental (Felipe Cordeiro/Francis Vale)
voz: David Duarte/Edmar Gonçalves/Ana Fonteles/Karine Alexandrino
16-Cecy II (Tim Fonteles/Felipe Cordeiro) - voz: Paulo Façanha
17-Outra esquina (Tim Fonteles/Felipe Cordeiro) - voz: Boca Livre
18-Prelúdio (Janaína Cordeiro/Nonato Luiz) - violão: Nonato Luiz
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CANTO SAGRADO 
 

 

domingo, 3 de dezembro de 2017

DELICIAS DE MINAS

Meus caros .
Por força maior tive que me ausentar do blog por um tempinho, mas estamos de volta para mais odisseia musical.


CURVELO
Ousadia atraente
Se criatividade é um dos pontos fortes de Curvelo, a ousadia é outro. Na parada para o almoço, no restaurante Bistrô Cida Cabral, no Centro da cidade, um prato coberto por queijo derretido e decorado com pimenta-dedo-de-moça aguça o paladar e enche os olhos. “É inspirado em prato nordestino. Na receita, tem mandioca, lá conhecida como macaxeira. É o achadinho de carne-de-sol”, conta a dona do estabelecimento, Aparecida Cabral. Foi com o toque a mais da curvelana que a iguaria ficou com a cara de Minas. “Dei uma ‘amineirada’ na receita. Acrescentei leite de coco, carne-de-sol desfiada e, claro, dois tipos de queijo”, revela. A ousadia deu certo. Tanto que o prato, carro-chefe do restaurante, é, segundo Aparecida, uma excelente pedida para o final de festa junina. “Depois da quadrilha, os dançantes têm que comer algo que os sustente, senão não agüentam o ritmo”, aconselha. Não foi só na comida que ela inovou. O ambiente rústico do estabelecimento faz o visitante ficar à vontade. Objetos de cozinha, luminárias e estandartes decoram as paredes e, depois do almoço, não há como não parar para observar. “A colher de pau, minha mãe usava para fazer goiabada. As panelas de pedra e as luminárias eu trouxe da fazenda de meus pais”, conta. Criatividade e ousadia, de fato, são o tempero essencial dessa gente hospitaleira.

 • 200 ml de leite de coco
• 2 kg de mandioca cozida
• 1 quilo e meio de carne-de-sol cozida e desfiada
• 100 g de mussarela ralada
• 1 xícara (chá) de requeijão cremoso
• 1 cebola descascada e cortada em cruz
• Queijo parmesão ralado, a gosto
• Tempero, salsa e cebolinha a gosto


Como fazer Achadinho de carne-de-sol
Bater no liquidificador a cebola, a mandioca, o leite de coco e tempero, até obter um creme homogêneo. Pôr o creme em um refratário e acrescentar, por cima, metade do requeijão e a carne-de-sol (primeira camada); pôr o restante do requeijão, polvilhar a salsa, a cebolinha, a mussarela e o parmesão. Levar ao forno até dourar.
Receita fornecida por Aparecida Cabral,
de Curvelo: (38) 3721- 6101
sabores de Minas

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

RUBINHO DO VALE - VIVA O POVO BRASILEIRO (AUDIO DVD EXCLUS. CSDT)

O músico Rubinho do Vale no show Viva o Povo Brasileiro reinterpreta as suas obras criadas ao longo de 34 anos de estrada. Um verdadeira uma viagem sonora que retrata a cultura e da beleza de suas raízes, o Vale do Jequitinhonha. O espetáculo foi palco para a gravação do primeiro DVD do artista.

Acompanhado pelos músicos Waldir Cunha (baixo), Fernando Rodrigues (violão e guitarra), Pedrinho Moreira (bateria), Zeca Magrão(percussão), Fabiano Zan (sax e flauta), Mônica Horta (vocal) e Reginha Mori (vocal), Rubinho do Vale passeia pela diversidade da música brasileira. Batuques, folias, baiões e frevos ditam o ritmo de uma cantoria alegre e festeira, que apresenta ao público o lado dançante da música mineira do Vale do Jequitinhonha. “Sou um cantador do Jequitinhonha a viajar no Trem da História, levando violas e tambores e dando vivas ao povo brasileiro”, explica o compositor e violonista.
O cantador, referência na música regional brasileira, gravou mais de 20 discos independentes, entre eles, oito dedicados às crianças. Seu trabalho voltado para o público infantil se transformou em material pedagógico, levando-o ao reconhecimento como “educador informal”.
rubinho (1)

Viva o povo brasileiro com Rubinho do Vale
O músico, natural da cidade de Rubim, no Vale do Jequitinhonha,  teve como primeiro instrumento ainda na infância, um acordeão que era do seu pai. Ao concluir a oitava série, ganhou da mãe um violão e se apaixonou de vez pela música. Para se formar em engenharia, Rubinho se mudou para Belo Horizonte e, em seguida, foi para Ouro Preto, devido a sua aprovação no vestibular da Escola de Minas da cidade, no curso de Engenharia Geológica. O músico participou de festivais universitários e conheceu grandes artistas brasileiros.
Depois de morar por cinco anos em Ouro Preto, muda-se para Belo Horizonte e decide dedicar-se à música. O contato com o  Grupo Raízes foi fundamental para o cantor perceber a sua origem e cultura, levando-o a se dedicar ainda mais a arte, mesmo que de forma autodidata. Em 1982, gravou seu primeiro disco “Tropeiro de cantigas e não mais parou.

Audio do DVD
Show e gravação do DVD “Viva o Povo Brasileiro” Com Rubinho do Vale e banda Sesc Palladium - Belo Horizonte - 09 de Março de 2016
Para contatos e compras de CDs: abaproducao@gmail.com http://www.rubinhodovale.com.br 
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domingo, 15 de outubro de 2017

LUIZ CELSO E JORGE MURAD - BENS (EXCLUS. CSDT)

Disco independente lançado pela dupla de compositores e musicistas mineiros, em 1986.
 Texto do poeta Gildes Bezerra, extraído do encarte do LP: MUITOS BENS!
 Luiz Celso já integrou os grupos Água Doce e Degrau, ambos de Itajubá. O Jorge, o Grupo Sol, de Brasópolis. Cidades vizinhas. Tons vizinhos. Dispersos os grupos, como já se conheciam musicalmente, juntaram seus violões, suas vozes, suas composições - BENS que há muito tempo possuem - e gravaram este LP. O Jorge, com o Grupo Sol, já havia gravado o "Amanheceu". Luiz Celso tem músicas gravadas por Ivan & Pricila, no LP "Hortelã" e pelo Clóvis Maciel [no LP "Sagrada Estrada"  que como o Ivan e o próprio Luiz Celso é, também, ex-integrante do Água Doce. Enquanto o Jorge faz as suas cantorias brotarem da mineiridade das terras mantiqueiras, Luiz Celso faz as suas raiarem entre ternura, humor e a claridade que se espalha com harmonia sobre os vales e serras do Sul das Gerais. Eles cantam BENS!

1. Bens [Gildes Bezerra/Luiz Celso Carvalho]
2. Estrada de Terra [Jorge Brito Murad]
3. Ventos de Maio [Gildes Bezerra/Luiz Celso Carvalho]
4. Claro [Jorge Brito Murad]
5. De Volta às Galerias [Luiz Celso Carvalho]
6. Amanheceu [Jorge Brito Murad]
7. Velha Estação [Jorge Brito Murad]
8. Recado [Luiz Celso Carvalho]
9. Canto Forte [Gildes Bezerra/Luiz Celso Carvalho]
10. Saudades de Minas [Jorge Brito Murad]
11. Bananíadas [Gildes Bezerra/Luiz Celso Carvalho]
12. Mário [Luiz Celso Carvalho]

Luiz Celso: piano, violão. viola requinta, violão de sete cordas, sintetizador Korg, sintetizador Crumar e voz. Jorge Murad: violão. viola requinta, baixo elétrico, surdo, cuíca (de boca) e voz.

Disco ripado de vinil e remasterizado em 320kbps
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CANTO SAGRADO

DELICIAS DE MINAS


História em fornadas
Criativas porções
No século 19, o estudioso dinamarquês Peter Lund desvendou preciosas riquezas do patrimônio natural da região de Minas que, mais tarde, se tornaria conhecida como Circuito das Grutas. Inspirados pelo espírito desbravador do pai da paleontologia brasileira, os viajantes do Sabores de Minas traçam sua rota por Pedro Leopoldo, uma das cidades desse circuito, a 40 quilômetros da capital. Lá, nossos achados também são de se fazer encantar, quer ver? Primeira parada: Bar do Claudinho. O bom humor ali é tempero fundamental da comida de boteco, que o dono do lugar define com propriedade. “É a comida que se vale de elementos da culinária regional com criatividade”, ensina Cláudio Antônio Pereira. Como prova de sua tese, ele apresenta a porconhoca, uma porção com suculentos pedaços de toucinho e mandioca, escoltados por um inesquecível molho de abacaxi. A pedida é apenas uma das iguarias de uma lista que tem como destaque grande variedade de caldos. Para acompanhar, só mesmo bom papo e risadas fartas. Não está no cardápio, mas certamente o freguês vai encontrar.


Ingredientes :
 1 kg de toucinho de barriga
cortado em cubos

•
Sal a gosto

•
3 colheres (sopa) de cachaça

•
700 g de mandioca cozida e picada em pedaços médios

•
2 colheres (sopa) de manteiga
de garrafa
Para o molho
•1 abacaxi médio descascado e picado

•
1 colher (sopa) de azeite

•
1 colher (chá) de gengibre

•
1 colher (chá) de curry

Como fazer Porconhoca
Temperar o toucinho com sal e cachaça. Em uma panela grande, levar ao fogo a carne, sem óleo, pois o toucinho já solta gordura, mexendo com uma colher, com cuidado para não se queimar. Retirar quando os pedaços estiverem bem dourados e reservar. Em outra panela, aquecer a manteiga de garrafa e pôr a mandioca, mexendo até que doure. Bater o abacaxi no liquidificador. Refogar a polpa com o azeite e pôr o gengibre e o curry, mexendo até ficar consistente. Servir os pedaços de toucinho e mandioca em uma travessa, acompanhados do molho de abacaxi.
(sabores de minas)

Receita fornecida por Cláudio
Antônio Pereira, de Pedro Leopoldo:
(31) 9791-0961