"SOU DA TERRA DO OURO, DAS SERRAS AZUIS,DOS CAMPOS GERAIS, SOU DO MUNDO, SOU MINAS GERAIS"
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domingo, 13 de novembro de 2016
DELICIAS DE MINAS
Com o sabor da culinária regional, vamos preparar uma corimba assada com maracujá. A receita de família traz segredos que só as cozinheiras mineiras têm.
Ingredientes
1 corimba
2 colheres de manteigas
1 maracujá
2 colheres de sal
1 cabeça de alho
2 colheres de sopa de azeite
Modo de fazer
Depois de limpar o peixe, prepare o tempero. Com a ajuda de um pilão, amasse bastante o alho e adicione a polpa de um maracujá, a manteiga, o sal e o azeite. Misture tudo até virar uma pasta. Espalhe o tempero por todo o peixe, por dentro e por fora. Com a ponta de uma faca, faça furos no peixe, para ajudar o tempero penetrar na carne. Agora, coloque o peixe envolto em papel alumínio e leve para assar no forno.
(terra de minas)
ENUBIO QUEIROZ - VIOLA CAIPIRA VOL.4
O Maior Professor de Viola Caipira do Brasil: Enúbio Queiroz
Enúbio nasceu no primeiro dia de outubro do ano de 1953, numa fazenda perto das “Duas Vendas”, no município mineiro de Iturama. Seu contato com a musica começou cedo. Seu pai, Rodolfo Ferreira de Queiroz, e seu avo, João Martins de Queiroz, eram catireiros e cantadores muito queridos na região. Sua avó Gerônima, que tinha ouvido apuradíssimo, costumava cantar as canções da época, em bocca chiusa, todas as noites, para o menino Enúbio dormir e, talvez, sonhar com seu futuro de violeiro. Seu primeiro instrumento foi um cavaquinho, tocado com garra no conjunto de forro que animava as festas e bailes da região. Foi nessa época que Otaviano Francisco da Silva, o “Baiano”, parceiro do moço Enúbio nas modas e cantorias, deu-lhe as primeiras lições de violão.
Mas a teoria veio mesmo com Sebastião Pandolfi, maestro da banda municipal de Iturama. Em seguida, sempre buscando o aperfeiçoamento, Enúbio instala-se em Uberaba, iniciando os estudos de violão clássico no Conservatório Renato Frateschi, com o professor Olegário Bandeira. Tempos depois, Enúbio embarca para Goiânia, ocasião em que toma aulas com Eurípides Fontenelli. O tempo passa e o musico Enúbio continua suas viagens, sempre em busca de oportunidades e mais conhecimento musical. Transfere-se para São José do Rio Preto, próspera cidade do noroeste paulista, e matricula-se no Conservatório Musical Carlos Gomes. Estuda violão com a professora Lela e canto com a professora Mirtes. Os estudos clássicos encerram-se em São Paulo, com aulas do professor Paulo Barreiro. Porém as raízes mineiras falam mais alto e Enúbio, já professor de violão, busca inspiração nas cordas harmoniosas e tristes do mais brasileiro dos instrumentos musicais: a viola. Participa com João Roberto Costa da dupla Economista & Contador e lança dois discos. Um terceiro vinil e gravado com outro parceiro, Abssoir José Correia. A viola fica cada vez mais enxuta e criativa. Os solos choram cristalinos, quer nas criações próprias, quer na releitura de clássicos da musica popular brasileira e mundial. E vem os CDs Viola Refinada I e Viola Refinada II, lançados pela Movieplay. Mas o lado “professor de musica” permanece vivo, ainda mais forte agora, com o oportuno lançamento deste “Repertório de Ouro para Viola Caipira”. (Texto retirado de: http://www.enubioviola.com.br/).
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CANTO SAGRADO
MARCUS VIANA - POEMAS MÍSTICOS DO ORIENTE (repost a pedido "o educando")
“Poemas Místicos do Oriente” é uma seleção de poemas de três grandes filósofos orientais: o libanês Khalil Gibran e os persas e sufis Omar Khayyam e Rumi. “Poemas Místicos do Oriente” é um tratado sobre Transcendência. Tanto música quanto poesia, insistem e apontam para a fugacidade dos sonhos humanos e os valores permanentes do Espírito. O resultado final para o ouvinte atento é uma grande transformação de consciência. Os poemas são recitados por Letícia Sabatella e a música é de Marcus Viana.
RELAÇÃO DE MÚSICAS:
01 - Rubaiyat I
02 - Rubaiyat II
03 - A Lua de Tabriz
04 - Na Floresta
05 - Artista
06 - O Destino do Coração
07 - Rubaiyat III
08 - O que Não Somos
09 - O Mundo Além das Palavras
10 - Estou Partindo / Fica
11 - Talaa Al Badru Aalaina
12 - Sama III / IV
13 - A Hora da União
14 - Mundos Infinitos
15 - Do Amor
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CANTO SAGRADO
sábado, 12 de novembro de 2016
CHURRUS - MONOTONE
Em meados de 1997, Túlio Panzera mudou-se para Belo Horizonte para
fazer o curso de Engenharia Mecânica na UFMG. De 1997 a 2003 tocou na
banda Multisofa, e em 2001 lançou seu álbum de estréia pela gravadora Bay King Music. Em 2002, a música “Single Japanese”,
composta por Panzera, virou bônus nos discos lançados no exterior
através do selo Japonês Little Pad Records, e do selo Italiano “Best
Kept Secret”. O Multisofa se destacou em 2003 tocando em importantes
festivais brasileiros como: Indie Rock Brasil, Bananada, All Stars, além
de apresentar em programas de TV e rádio, no Palácio das Artes (BH) e
no bar A Obra.
Após a conclusão de seu mestrado em 2003, Panzera inicia a gravação de um novo projeto musical com composições próprias, intitulado Churrus, lançando uma demo chamada “Piano”. Este trabalho chamou a atenção de Matheus Lopes, também de São João Del Rey, que entrou para a banda em 2004.
Em 2005 Panzera foi morar na Inglaterra e lá continuou o Churrus com novos músicos: Fred Dutton, Simon Watkins, James Whitley e Rich. De volta ao Brasil em 2006, Túlio Panzera e Matheus Lopes decidiram gravar o disco de estréia da banda, “The Greatest Day”. Contando com as participações de Bernardo Berg e Bruno Martinho (ex-Vellocet) o disco foi gravado em um Home Estúdio durante 11 meses, finalizado em setembro de 2007.
Atualmente, a banda conta com a participação de três integrantes de São João Del Rey, entre eles, Túlio Panzera (voz e guitarra), Matheus Lopes (voz e guitarra), Paulo Filipe Souza (bateria) além de Luis Couto (guitarra, teclado e voz) de Bom Despacho e Bruno Martinho (baixo), de BH.
As influências do Churrus vão desde o rock britânico dos anos 60 até o indie rock contemporâneo, praia visitada por diversos artistas como Beatles, Beach Boys, Guided by Voices, Teenage Fanclub, Elliott Smith, Pernice Brothers, Beulah, Wilco, entre outros.
Em 2010, o quinteto de São João Del’Rey lançou seu segundo álbum, “Monotone”. A evolução fica evidente logo à primeira audição de “Monotone”. Com uma produção mais refinada do que a de “The Greatest Day”, “Monotone” apresenta uma banda mais coesa e consciente do seu som, consequência natural dos diversos shows e festivais ao longo destes últimos anos. As composições, desta vez, são divididas entre os diversos membros da banda, o que confere ainda mais originalidade ao quinteto. As referências continuam caminhando entre o indie rock e o lo-fi, com pitadas de shoegaze. Entre violões, solos de guitarra e de teclado, encontramos ecos de Pavement, Nada Surf, Guided by Voices, Charlatans e, em especial, Teenage Fanclub, talvez a principal influência da banda. Para aquelas almas saudosistas do bom rock alternativo dos anos 90, carentes de guitarras e de belas melodias “Monotone” é a prescrição ideal.
O que andam escrevendo sobre a banda:
As melodias são assoviáveis, grudentas, extremamente pops, daquele pop bem feito, classudo e que, infelizmente, não toca nas rádios brasileiras (infelizmente) mas que faria sucesso nas rádios alternativas norte-americanas.
do site DROP MUSIC, por Valdir Antonelli
I do hear frequent hints of dreamy pop (particularly in the light, slightly delayed guitar sound) throughout the record, a la the Lassie Foundation or the Melody Unit, as well as an occasional similarity to Let’s Active (check out the big Mitch Easter-styled ’80s drum sound in “Where’s The Moon?”!). But really, Teenage Fanclub is a rather apt comparison,”
do site INDIE PAGES, março de 2008.
Recomendo !!!!
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CANTO SAGRADO
Após a conclusão de seu mestrado em 2003, Panzera inicia a gravação de um novo projeto musical com composições próprias, intitulado Churrus, lançando uma demo chamada “Piano”. Este trabalho chamou a atenção de Matheus Lopes, também de São João Del Rey, que entrou para a banda em 2004.
Em 2005 Panzera foi morar na Inglaterra e lá continuou o Churrus com novos músicos: Fred Dutton, Simon Watkins, James Whitley e Rich. De volta ao Brasil em 2006, Túlio Panzera e Matheus Lopes decidiram gravar o disco de estréia da banda, “The Greatest Day”. Contando com as participações de Bernardo Berg e Bruno Martinho (ex-Vellocet) o disco foi gravado em um Home Estúdio durante 11 meses, finalizado em setembro de 2007.
Atualmente, a banda conta com a participação de três integrantes de São João Del Rey, entre eles, Túlio Panzera (voz e guitarra), Matheus Lopes (voz e guitarra), Paulo Filipe Souza (bateria) além de Luis Couto (guitarra, teclado e voz) de Bom Despacho e Bruno Martinho (baixo), de BH.
As influências do Churrus vão desde o rock britânico dos anos 60 até o indie rock contemporâneo, praia visitada por diversos artistas como Beatles, Beach Boys, Guided by Voices, Teenage Fanclub, Elliott Smith, Pernice Brothers, Beulah, Wilco, entre outros.
Em 2010, o quinteto de São João Del’Rey lançou seu segundo álbum, “Monotone”. A evolução fica evidente logo à primeira audição de “Monotone”. Com uma produção mais refinada do que a de “The Greatest Day”, “Monotone” apresenta uma banda mais coesa e consciente do seu som, consequência natural dos diversos shows e festivais ao longo destes últimos anos. As composições, desta vez, são divididas entre os diversos membros da banda, o que confere ainda mais originalidade ao quinteto. As referências continuam caminhando entre o indie rock e o lo-fi, com pitadas de shoegaze. Entre violões, solos de guitarra e de teclado, encontramos ecos de Pavement, Nada Surf, Guided by Voices, Charlatans e, em especial, Teenage Fanclub, talvez a principal influência da banda. Para aquelas almas saudosistas do bom rock alternativo dos anos 90, carentes de guitarras e de belas melodias “Monotone” é a prescrição ideal.
O que andam escrevendo sobre a banda:
As melodias são assoviáveis, grudentas, extremamente pops, daquele pop bem feito, classudo e que, infelizmente, não toca nas rádios brasileiras (infelizmente) mas que faria sucesso nas rádios alternativas norte-americanas.
do site DROP MUSIC, por Valdir Antonelli
I do hear frequent hints of dreamy pop (particularly in the light, slightly delayed guitar sound) throughout the record, a la the Lassie Foundation or the Melody Unit, as well as an occasional similarity to Let’s Active (check out the big Mitch Easter-styled ’80s drum sound in “Where’s The Moon?”!). But really, Teenage Fanclub is a rather apt comparison,”
do site INDIE PAGES, março de 2008.
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domingo, 6 de novembro de 2016
PELAS TRIAS E ISTRADINHAS DE MINAS
A cidade de Pimenta em Minas Gerais, foi fundada em 27 de dezembro de 1948, estando situada na região Oeste de Minas.
Ocupa
uma área de 414,969 Km² estando distante da capital Belo Horizonte 241
Km. A altitude na área central da cidade é de 789.86 m.
A cidade integra a microrregião de Formiga, e faz divisa com os municípios de Pains, Piumhi, Guapé, Formiga.
O Município faz parte do Circuito Turístico Grutas e Mar de Minas.
DELICIAS DE MINAS
Mineirinho Valente
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Ingredientes
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1 cebola picada ½ pimentão picado 1 talo de aipo picado 1 ½ l de caldo de costela 4 dentes de alho picado 2 colheres de manteiga 1 colher rasa de café de curry 150 g de queijo minas meia cura ralado grosso 250 g de lombo defumado picado em cubos 250 g de linguiça semidefumada 250 g de costelinha desossada picada em cubos Espinafre picado 300 ml de vinho branco seco |
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Preparo
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Para a canjiquinha, coloque na panela um pouco de azeite e frite o alho. Junte a cebola, o pimentão e o aipo. Coloque o curry e mexa bem. Despeje o vinho branco e deixe que ele evapore. Depois, coloque a canjiquinha após escorrer a água. Ela deve cozinhar já na panela. Mexa e deixe secar um pouco o caldo. Junte o caldo de costela. Mexa de vez em quando para a canjiquinha não grudar no fundo da panela. Vá regando com o caldo de costela. Deixe para colocar o sal por último. Depois da canjiquinha cozida, junte a costela, o lombo e a linguiça fritos. Junte, neste momento, a manteiga. Deixe uns dez minutos em fogo brando. Montagem do prato Pegue uma panela menor e coloque a canjiquinha até a metade da panela. Coloque o queijo ralado por cima. Por cima, coloque mais canjiquinha e o espinafre. Por último, coloque mais canjiquinha e mais uma camada de queijo. Para enfeitar, cheiro verde e pimenta-biquinho. |
WAGNER TISO - BRANCO E PRETO
Em 1986, o maestro Wagner Tiso gravou o excelente album “Branco & preto/Preto & branco”, interpretando “Le petit nègre” (Debussy) e “Penny Lane” (Lennon e McCartney), além de composições próprias, como “Chico Rei”, “Dona Beija” e “Santa Efigênia”, as três com Fernando Brant, “Branco e preto” e “Preto e branco”, entre outras. Também nesse ano, lançou a coletânea “Giselle” e escreveu as trilhas sonoras de “Besame mucho”, filme de Ramalho Júnior, e “Dona Beija”, novela da TV Manchete.
Disco extraido do exelente blog http://criaturadesebo.blogspot.com.br
do famoso Homem Traça.
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