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domingo, 22 de março de 2015

WAGNER TISO - TREM MINEIRO - 1980

O grande maestro mestre e professor Wagner Tiso Veiga nasceu em Três Pontas, em 12 de dezembro de 1945. Vindo de uma família mineira com origens no Leste Europeu, seu pai, Francisco Ribeiro Veiga, era bancário. Sua mãe, Walda Tiso Veiga, professora de piano. O primeiro contato de Wagner com a música foi por meio das aulas de piano que a mãe ministrava ao mais velho de seus quatro irmãos. Ainda criança, adotou o acordeom como seu primeiro instrumento, o que o aproximou de outro menino acordeonista: Milton Nascimento. Mais tarde, contudo, escolheria o piano como seu principal instrumento. A fim de estudar, no início dos anos 60, mudou-se para Alfenas onde formou, com Milton e outros colegas, o W’s Boys, um conjunto que animaria os bailes da cidade. Anos depois, em Belo Horizonte, acompanhado do amigo Milton, montou o grupo Berimbau Trio. Nesse período ambos conheceram Marilton Borges e sua família – formava-se o embrião do Clube da Esquina. Os anos 60 estavam terminando, quando Wagner foi trabalhar no Rio de Janeiro, onde mora até hoje. No início dos anos 70, montou a banda de rock progressivo Som Imaginário, que acompanhou Milton em diversos shows e discos. Um deles foi o Clube da Esquina, em que Tiso tocou órgão e arranjou músicas. Em 1978, lançou o primeiro disco solo. Sua obra inclui, hoje, mais de 30 álbuns, inúmeras trilhas para o cinema, TV e teatro e cerca de 150 arranjos.

01 - Banda da capital (Wagner Tiso)
02 - Cello Caribe (Wagner Tiso)
03 - Trem Mineiro (Wagner Tiso)
04 - Os pássaros (Notícias do Brasil) (Milton Nascimento - Fernando Brant)
05 - Sobe serra, desce serra (Wagner Tiso)
06 - Mata burro (Wagner Tiso)
07 - Trem torto (Wagner Tiso)
08 - Armina (Wagner Tiso)
09 - Armina (Vinheta 1) (Wagner Tiso)

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MARIANA NUNES - A LUZ É COMO A ÁGUA - 2009

Em um conto do vencedor do prêmio do Nobel de Literatura, Gabriel Garcia Márquez, a cantora mineira Mariana Nunes buscou referências e encontrou o nome de seu primeiro disco solo, "A Luz é como a Água".

No conto "A Luz é como a Água", do clássico livro "Doze Contos Peregrinos", de Garcia Márquez, duas crianças aproveitam a ausência dos pais para inundarem o apartamento de luz e navegarem entre os móveis da casa. Inspirada por esta imagem poética, Mariana Nunes convidou os compositores mineiros Flávio Henrique e Makely Ka para criarem juntos a faixa-título de seu primeiro trabalho solo. Em onze músicas, a intérprete se mostra fiel à MPB, mas passeia pelos sons do Nordeste, de Minas Gerais, de São Paulo e cria também forte interlocução com os timbres da América Latina.

Nas composições escolhidas para o disco, Mariana conta um pouco de sua história. "A Violeira", de Jobim e Chico Buarque, ganha ares autobiográficos. "Coração Civil", de Milton Nascimento e Brant, tem uma versão delicada e pessoal. A cantora ainda se lança com coragem na interpretação de Assum Branco (gravada anteriormente por Caetano, José Miguel Wisnik e Mônica Salmaso) e se diverte em "Rositas de Maiz", canção popular de Cuba, absorvida por ela durante uma turnê recente pela Ilha. O poema "Mortal Loucura", de Gregório de Matos, musicado por José Miguel Wisnik, com participação de Artur Andrés (Uakiti), fecha o disco com competência.

01 - Sirena de la Tierra – Flávio Henrique
02 - A Violeira – Tom Jobim e Chico Buarque
03 - A Luz é como a Água – Flávio Henrique e Makely Ka
04 - Coração Civil – Milton Nascimento e Fernando brant
05 - Polícia. Bandido, Cachorro, Dentista – Sérgio Sampaio
06 - Rave no Sertão – Flávio Henrique
07 - Assum Preto – José Miguel Wisnik
08 - O Colibri – Flávio Henrique e Vander Lee
09 - Cecília – Luiz Cláudio Ramos e Chico Buarque
10 - Rositas de Maiz – F. Henrique, V. Santana, J. Perdigão e T. Mercador
11 - Mortal Loucura – Wisnik e Gregório de Matos
12 – Capulito de Alleli – Rafael Hernandez

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DELICIAS DE MINAS - PIZZA DE PEQUI

Pizza de pequi


A Serra Cipó guarda verdadeiros tesouros da culinária mineira, ingredientes nativos e receitas que mostram a identidade da região. Como exemplo o pequi, uma fruta típica do cerrado, que é encontrada com fartura por lá, mas ainda pouco aproveitada em subprodutos. Felizmente, alguns estabelecimentos já reconheceram a importância de valorizar a fruta e a utilizam como protagonista. Essa é a proposta da pizzaria Forno da Serra, timidamente escondida na Serra do Cipó e que faz jus não só ao pequi, mas às origens e cultura desse povo.
Comandada pelas irmãs e empresárias Joelma e Mariana de Souza, a pizzaria funciona há oito anos. No cardápio, a variedade de pizzas é grande, mas nenhuma chama mais a atenção quanto a pizza de pequi. Nativa na Serra do Cipó, a fruta foi escolhida para ser o cartão de visitas das irmãs. Hoje a pizza de pequi é a grande estrela da Forno da Serra e surpreende aos visitantes, em especial, turistas estrangeiros, que nunca antes haviam provado a iguaria.
Confira a receita:
Ingredientes massa:
1/2 quilo de farinha de trigo
2 colheres de fermento biológico

2 colheres de azeite extra virgem
250 ml de água morna com 1 colher de sal e 2 colheres de açúcar (segundo Joelma, esse é o segredo da massa da Forno da Serra)

Ingredientes cobertura:
300 gramas de frango desfiado
1 cebola fatiada
Lascas de polpa de pequi cozida
400 gramas de queijo mussarela ralado
Molho de tomate a gosto
Orégano a gosto

Modo de preparo:
Misture todos os ingredientes, adicionando a água aos poucos até dar o ponto e deixar descansar por 30 minutos. Fazer bolas da massa com o tamanho de uma mão fechada e deixar descansar por mais 30 minutos. Abrir a massa, espalhar um pouco de molho de tomate, o frango desfiado, a cebola, a polpa de pequi, o queijo e orégano. Assar em forno pré aquecido a 170º por aproximadamente 20 minutos.

*receita extraida do sabores de minas

PELAS ISTRADINHAS DE MINAS - SERRA DO CIPÓ



A Serra do Cipó está localizada no estado de Minas Gerais, a apenas 100 Km da capital mineira. Coordenadas 43º-44ºW, 19º-20ºS. O principal acesso é através da Rodovia MG-10, passando por Lagoa Santa e São José de Almeida. Além de ser um dos mais belos cenários de Minas Gerais, a Serra do Cipó é considerada uma das maiores áreas de biodiversidade do planeta. Entre seus vales, grutas, rios e campos, a Serra guarda um importante patrimônio natural, devido ao endemismo de sua flora e fauna. Além da natureza pródiga, sítios arqueológicos revelam vestígios de comunidades primitivas que deixaram  registros nas paredes de diversos paredões e cavernas, sendo protegidos por lei e fiscalizado pelo IBAMA e IEF. O visitante pode também aproveitar as festas tradicionais da comunidade, eventos culturais como o candombe, folia de reis, festival de outono, entre outros. Visitar a Serra do Cipó é realizar uma viagem surpreendente, seja pra descanso, lazer ou prática de atividades de ecoesporte. Conheça também a Serra do Cipó, a cada visita, uma nova e reveladora emoção.
Pelas istradinhas de minas, ôce vai conhecer hoje um lugar de incher os zói de tanta beleza, ispia só é logo alí  uai!
 Serra do Cipó

Serra do Cipó - pousadas, passeios, informações.

sábado, 21 de março de 2015

BILORA - BALANCIÔ - (repost a pedido)

BILORA - BALANCIÔ - EXCLUSIVIDADE CANTO SAGRADO

Balanciô é uma palavra tirada de um batuque, tradição africana forte em sua região, o Vale do Mucuri, MG, especificamente o Córrego do Norte (Santa Helena de Minas). “Balanciô, balanciô, eu pisei na pedra, a pedra balanciô, endireitou, endireitou, o mundo estava torto, Santo Antônio endireitou”. A música que leva o titulo do cd foi composta por Bilora e tem como abertura vinheta de um batuque gravado lá na Comunidade do Córrego do Norte.
 Também de lá, tem a participação do índio Maxakali, Rogério Maxakali, na música Mai (Bom Sujeito). A música foi composta por Bilora e a versão na língua maxakali foi feita por Rogério Maxakali e Major Maxakali, índios da Aldeia Maxakali do município de Santa Helena de Minas, única tribo em Minas que ainda preserva sua cultura (língua, crença, etc).

O CD remete ao gingado, à dança, ao movimento, com elementos da cultura popular mineira e brasileira. Além do batuque, tem o moçambique (Véa Chica, do baiano Álisson Menezes) que também é um voltado inteiro, uma forma popular de cantar voltando sempre ao começo do verso; tem um xote misturado com coco (Teima do Capim Dourado, de Josino Medina); um boi meio xaxado ( Mundaréu, de Bilora e Paulim Amorim) música que abre o disco; tem uma mistura de viola com Rap (Rap’ente, música de Bilora em parceria com seu filho Djavan Carvalho); Rastapé (Viola Festeira, Bilora); Pagode de viola (Parece, mas não é, de Bilora); um samba (viola no samba, de Bilora); Calango (Beira mar, beira rio, de Bilora); tem um domínio Público recolhido na Comunidade do Córrego do Norte com Ana de Sinvaldo e conta com a participação das irmãs de Bilora Anedite e Laurita nos vocais (Boi Preto); além de outras três músicas mais canção, mais leve: Antes do Fim, parceria com Lula Barbosa e participação dele; Cantiga do Bem Querer, de Paulim Amorim e Suspiro e Saudade, de Bilora. (loja a musica que vem de minas)
*Meus caros, por motivo de problemas nas faixas do cd original,(está pulando) de nº 8/10/11/13, essas foram substituidas por outras tambem de Bilora.
Grande destaque para as musicas "suspiro e saudade" e "guaiana", maravilhoso álbum, recomendadíssimo!




01 – Mundaréu – Bilora e Paulim Amorim
02 – Balanciô – Bilora
03 – Rap’ente – Bilora e Djavan Carvalho “Djah”
04 – Teima do Capim Dourado – Josino Medina
05 – May – Bom Sujeito – Bilora
06 – Beira Mar, Beira Rio – Bilora
07 – Suspiro e Saudade – Bilora
08 – Boi Preto – Dom. Público - Substituída por "Guaina"
09 – Cantigas do Bem Querer – Paulim Amorim
10 – Antes do Fim – Bilora e Lula Barbosa - Substituída por "Toca viola"
11 – Viola No Samba – Bilora - Substituída por "Calango da cidade"
12 – Véa Chica – Álisson Menezes
13 – Parece Mas Não é – Bilora - Substituída por "Viola inviolavel"
14 – Viola Festeira - Bilora

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ZECA COLARES E GRUPO MUCUNA (exclusividade canto sagrado)


 José dos Santos Colares da Silva (Zeca Collares ).

Um dos mais respeitados violeiros instrumentistas do Brasil na atualidade.

Iniciou como violeiro em 1975, aos 9 anos de idade na sua cidade natal Grão Mongol, em Ternos de Folia de Reis no Norte de Minas Gerais. Em 1982, juntamente com o compositor e cantor Dino Lopes, fundou um trio de música Folclórica Norte Mineira e integrou um grupo de seresta como Bandolinista.
No mesmo ano viaja todo o vale do Jequitinhonha – Norte de Minas Gerais - pesquisando o “jeito” de tocar viola daquela gente, da qual ele faz parte. Em 1986 grava seu primeiro disco a convite de Dino Lopes, sob direção do pesquisador da música raiz brasileira , Téo Azevedo. Em 1988 mudou-se para a cidade de S. Paulo, para atualizar como músico, participando de diversos Workshops de grandes músicos como: Hermeto Pascoal, Mozart Mello, Toninho Horta, Nelson Ayres, Teco Cardoso, Itiberê, etc… . Em 1990 mudou-se para a cidade de Marília – S.P, para dar continuidade aos estudos musicais com o professor Paulo Estêvão (Tevão), ex-Língua de Trapo - iniciando no mesmo ano como professor de viola e violão da Escola Tema Centro Musical de Marília. Em 1994 viaja por várias regiões do Brasil pesquisando a Cultura Popular Brasileira através da música, iniciando a seguir o curso de Harmonia Funcional com o professor Fábio Leão - S.P.
 Em 1995, juntamente com o compositor Valter Silva, fundou o grupo Mucunã de música regional brasileira, no qual gravou 3 discos sendo apontado pelo Jornal Estado de São Paulo, como um dos melhores grupos dos últimos tempos no gênero regional. Além de várias oficinas de Música e Teatro, Zeca Collares já participou como arranjador de diversos trabalhos gravados por artistas de diversos estilos. Trilhas de abertura de programas de TV, sendo o violeiro mais tocado no Programa Mais Você no ano de 2004- Ana Maria Braga (TV Globo).
Zeca Colares já se apresentou em grandes cidades da Europa, com boa repercussão internacional.

Já se apresentou ao lado de grandes Músicos como: Hermeto Pascoal, MPB4, Duofel, Francis Hime, Borguetti, Dino Lopes, Ivan Vilela, Pena Branca (da dupla Pena Branca e Xavantinho), Inezita Barroso, Décio Marques, Pereira da Viola, Gutemberg Vieira, Levi Ramiro, Zé Mulato e Cassiano,Chico Lobo, Fernando Deghi, Júlio Santin, Renato Andrade, Carlinhos Ferreira, Cleber Almeida, Valter Silva, Zé Renato Gimenes, etc…


Já se apresentou também em diversas unidades do SESC-SP, entre elas: Sesc Bauru, Sesc Catanduva, SESC Campinas, SESC Taubaté, SESC Sorocaba, SESC Paulista, etc.. De programas de TV, entre eles: Célia e Celma - Canal Rural, Viola Minha Viola (04 vezes) - Tv. Cultura, Som do Mato - Tv Educativa, Interação - Tv Modelo, Arrumação - TV Alterosa – B.H. c/ Saulo Laranjeira, Nosso Campo-Tv Globo, Dia-adia - Tv. Band, STV- Instrumental Sesc Brasil. etc…
• Um dos finalistas do Prêmio Syngenta de Música Instrumental de Viola Caipira 2004. Vencedor do Concurso Nacional de Excelência da Viola Caipira, na categoria: Melhor CD Instrumental de 2004.
• Sendo convidado pelo pianista italiano de Jazz Mediterrâneo, Luca Bernar, pelo Centro de Estudo de Música do Mundo (Giovani Bosio) e pela FEDIM (Confederação Italiana de Musicoterapia) de Roma para várias apresentações na cidade de Roma, percorrendo também a convite do Quarteto Pererê/SP várias cidades da Holanda, no período de 17 de maio a 10 de junho de 2006.
• Com várias trilhas sonoras para documentários, sendo a última premiada no Festival Guarnicê de Cinema do Maranhão, como melhor trilha original do documentário João do Vale – Muita Gente Desconhece – do jornalista e cineasta Werinton Kermes.

DISCOGRAFIA
• 1986- Brejo nós Gostamos de Você.
• 1998- Contos Sertanejos - Grupo Mucunã.
• 2000- Aboio - Grupo Mucunã.
• 2001- Mucunã e Pena Branca ao Vivo.
• 2002- Primavera Mineira - Instrumental de Viola Caipira
(eleito melhor Cd instrumental de 2004).
• 2006- Pés Descalços - Instrumental (segundo cd solo).
* 2012 - Feito em rendas
Site oficial: http://www.zecacollares.com

Nesta postagem consegui apenas algumas musicas do disco "contos sertanejo" de 1998 e aboio que
esta no disco "Aboio" de 2000, a pouco dados de Zeca colares e o Grupo Mucuna na Web .
Um grande destaque é "A ti donzela" de Zeca colares e Walter Dias, uma verdadeira obra prima!!!!!!

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quarta-feira, 18 de março de 2015

ZECA COLARES - PES DESCALÇOS





01 - Manacá - Pés que enfeitam           
Zeca Collares.
    

02 - Água Limpa - Pés Imprescindíveis    
Zeca Collares.
    

03 - Arrasta-pé Barroco - Pés Alegres e decididos.    
Zeca Collares.
    

04 - Beija-Flor de Laranjeira - Pés que voltam ...           
Zeca Collares.
    

05 - Goteira - Pés Constantes.           
Zeca Collares.
    

06 - Vestido de Chita - Pés muito Simples.           
Zeca Collares.
    

07 - Serra da Canastra - Pés Sábios.           
Zeca Collares.
    

08 - Reencontro - Pés que Orientam.           
Zeca Collares.
    

09 - Retirada - Pés Indiferentes.           
Zeca Collares.
    

10 - Yerma - Pés sem Esperanças.           
Zeca Collares.
    

11 - Flor de Jambo - Pés Inesquecíveis.           
Zeca Collares.
    

12 - Pés Descalços - Pés Presentes.           
Zeca Collares.
    

13 - Da Bahia à Minas - Pés Penitentes.           
Zeca Collares.
 
    
14 - Travessia - Pés Resistentes.           
Zeca Collares.
    

15 - Choro de Menina - Pés Imprevisíveis.           
Zeca Collares.
    

16 - Iticororó - Pés que Equilibram.           
Zeca Collares.
    

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ZECA COLARES - PES DESCALÇOS - CANTO SAGRADO DA TERRA.rar