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domingo, 3 de julho de 2016

PELAS TRILHAS E ISTRADINHAS DE MINAS


Santana do Paraíso é um município brasileiro no interior do estado de Minas Gerais, região Sudeste do país. Pertence à Mesorregião do Vale do Rio Doce e à Microrregião de Ipatinga e localiza-se a leste da capital do estado, distando desta cerca de 240 km. Ocupa uma área de 276,067 km², sendo 14,08 km² em perímetro urbano, e sua população em 2015 era de 31 604 habitantes, sendo então o 122º mais populoso do estado mineiro.
A sede tem temperatura média anual de 21,5°C e a vegetação do município pertence ao domínio de mata atlântica. Em relação à frota automobilística, em 2009 foram contabilizados 2 414 veículos em Santana do Paraíso. Com uma taxa de urbanização da ordem de 94,72 %, o município contava em 2009 com oito estabelecimentos de saúde. O seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,712, considerando-se assim como médio em relação ao estado de Minas Gerais. A zona urbana municipal está em constante crescimento, devido ao grande desenvolvimento populacional e demográfico das cidades vizinhas e com o anúncio da construção de uma unidade da Usiminas em Santana do Paraíso - seu território está sendo valorizado pelas imobiliárias.
A cidade vem se tornando conhecida ainda pelas suas tradicionais festas realizadas nos meses de abril e julho, como a Festa de aniversário da cidade, que é bastante famosa pelo bolo que simboliza a contagem de anos em metros e também pela festa de Sant'Ana, que reúne anualmente um público de cerca de 12 mil pessoas. Santana do Paraíso também conta com alguns atrativos naturais, como cachoeiras e pequenos rios ideais para prática de esportes radicais.

Colonização da região

A área do atual município de Santana do Paraíso não reportou uma significativa colonização até meados do século XIX, exceto representantes dos Nack-ne-nuck, descendentes dos botocudos. Expedições à procura de metais preciosos também estiveram na região nas áreas próximas ao rio Doce, porém o desbravamento teve início somente após 1809, a mando de Dom João VI de Portugal, que visava a civilizar os indígenas do Vale do Rio Doce. Dessa forma, as terras foram repassadas a Antônio Rodrigues Taborda, que comandou as operações de ocupação, no entanto a resistência dos nativos, a mata densa e a proliferação de doenças tropicais desincentivavam a exploração.
Em 1819, o francês Guido Marlière foi nomeado administrador da região do Rio Doce, tendo conquistado a pacificação dos índios e a abertura de estradas, muitas das quais passaram a ser utilizadas por tropeiros. Uma dessas estradas, que ligava Antônio Dias e Coronel Fabriciano a Ferros, passava pela Cachoeira do Engelho Velho, próxima ao atual Centro de Santana do Paraíso, onde estabelecera-se um ponto de parada. Esse local ficou conhecido como Taquaraçu, que significa "grande bambu", e transformou-se em um ponto de referência e centro comercial, dando início ao surgimento de um povoamento.



DELICIAS DE MINAS



Frango Indiano/mineiro

Ingredientes
 
2 colheres de sopa de manteiga
1 cebola grande em cubos
1 colher de sobremesa de açafrão-da-terra
1 frango inteiro
Sal e pimenta-do-reino branca a gosto
4 tomates picados sem pele e sem sementes
Curry em pó
100g de passas pretas sem sementes
Farinha de trigo para empanar o frango
200 ml de leite de coco
Água quente para cozinhar o frango

Preparo
 

Pique o frango e o tempere com sal e pimenta-do-reino branca. Pode usar outras pimentas, como a malagueta ou a dedo-de-moça, a seu gosto. Despeje a manteiga em uma panela já quente e refogue a cebola até ela ficar dourada. Retire a cebola e reserve.

Na panela, coloque mais um pouco de manteiga. Passe os pedaços do frango na farinha de trigo e os coloque dentro da panela, deixando apenas de um lado até dourar. Depois, vire e deixe dourar do outro lado. Leva cerca de 3 minutos. Não fique mexendo. Esse processo é para selar a carne, a mantendo bem suculenta.

Jogue a cebola em cima dos pedaços selados do frango, junte o açafrão-da-terra e misture. Acrescente os tomates picados e continue mexendo.

Dissolva o curry em água quente em uma panela pequena. Coloque o caldo sobre o frango na panela, jogue as passas e mexa. Despeje mais um pouquinho de sal e mexa. Quando levantar fervura, tampe a panela e deixe em fogo baixo para cozinhar por, aproximadamente, 1 hora.

No fim, despeje o leite de coco sobre o frango e mexa com cuidado, para não despedaçar o frango. Quando levantar fervura, acerte o tempero com sal e pimenta, caso ache necessário.

Sirva com arroz branco. 

VICTOR BATISTA - ALÉM DA SERRA DO CURRAL (exclusividade canto sagrado)




Preciosa contribuição do colaborador do blog Marcelino de Lima (https://barulhodeagua.com)
Victor Batista é cantor, compositor, arte-educador e violeiro autodidata; trabalha pela formação de crianças, jovens e adultos na região de Pirenópolis – GO, aonde reside atualmente. Mineiro de nascença obteve em suas raízes culturais com sua família em cantorias à beira do fogão. Fez parte de grupos Para folclóricos Congá e Sarandeiros ambos da UFMG, Orquestra Mineira de Violas e do Grupo Minadouro. Já percorreu em vários estados do Brasil e no exterior em projetos culturais também com o grupo Camerata Caipira com o CD gravado intitulado: “CAMERATA CAIPIRA”. Gravou três CD’s independentes e autorais intitulados: “ALÉM DA SERRA DO CURRAL”, “EN’CANTANDO COM A BIODIVERSIDADE” e “MANCHETE DO TICO-TICO”. (postado no blog)
Com este último trabalho foi indicado com Melhor Cantor Regional pelo Prêmio da Música Brasileira 2014.
Além da Serra do Curral : Lançado em 2004, o primeiro trabalho de Victor Batista é para muitos, bem contemporâneo. Composições próprias e releituras de compositores como Rubinho do Vale, Chico Lobo, Manoelito do Grupo Agreste de Montes Claros e Bartolomeu Mendonça completam este CD com a riqueza rítmica e harmônica que a Viola Caipira propicia.

01.Canto de reza (Rubinho do Vale)
02.Rio corteza (Victor Batista)
03.Mega ultra-som (Victor Batista)
04.Flor de Romã (Bartolomeu Mendonça)
05.Samba Caipira (Victor Batista)
06.Cantiga de roda (Manuelito Grupo Agreste)
07.Branca (Zequinha de Abreu)
08.Povo revirando (Victor Batista)
09.Foi boto, sinhá! (Waldemar Henrique e Antônio Tavernard)
10.De formiga e Cigarra (Chico Lobo e Jorge Fernando)
11.Labuta (Victor Batista)
12.Moscatel (Victor Batista)
13.Inda seja (Márcio Boufleur)
14.Santo Amaro (Victor Batista)
15.Folia de bem querer (Fernando Guimarães)

Bão demais !!!
Se vc gostou adquiri o original, valorize a obra do artista.
Download
CANTO SAGRADO

quarta-feira, 29 de junho de 2016

SETEMBRO 2013

ACABEI DE REPOSTAR O  MÊS DE SETEMBRO 2013

*BABAYA - VIDA E CANÇÕES
*EMILIO VICTOR- COISAS DAQUI
*MARCO ANTONIO ARAÚJO - DISCOGRAFIA
*CHARLIS ABRAÃO
*GRUPO MINA DAS MINAS - BACUPARI

ABS
DANIEL

terça-feira, 28 de junho de 2016

AGOSTO 2013

JÁ REPOSTEI AGOSTO DE 2013.
FIZ ALGUMAS LIMPEZAS  E IREI FAZER MAIS DE POSTAGENS REPETIDAS COM ATUALIZAÇÃO RECENTES.
PARA SABER SE ESTAR ATUALIZADO O LINK É SO OBSERVAR SE TEM O ÍCONE DA BANDEIRA DE MINAS COM AS FRASES LIBERTA QAUE SERÁ "BÃO" TAMEM.

*TADEU FRANCO - EM NOME DO AMOR
*CELSO ADOLFO - DISCOGRAFIA
*ALVINHO ALVES - TRIBUTO AO CLUBE DA ESQUINA
*SAECULA  (MARCUS VIANA)

REPOSTAGENS

MEUS CAROS.
ATRAVÉS DE VÁRIOS PEDIDOS IREI REPOSTAR ARQUIVOS QUE FORAM POSTADOS NO ZIPPYSHARE NO COMEÇO DO BLOG ATÉ QUANDO COMECEI A POSTAR NO MEGA.
O ZIPPY TEM UM TEMPO CURTO QUANDO É FREE, POR ISSO IREI REPOSTAR, VAI LEVAR UM TEMPINHO PORQUE SÃO MUITAS POSTAGENS, AGRADEÇO A COMPREENSÃO  DE TODOS QUE ME ENVIARAM EMAILS E AGUARDE.
ENTÃO ESTA SEMANA FICAREI SEM NOVIDADES PARA COMEÇAR AS REPOSTAGENS, OK.
ABS
DANIEL

domingo, 26 de junho de 2016

PELAS TRILHAS E ISTRADINHAS DE MINAS





SANTANA DOS MONTES


Nossa história

O antigo arraial do Morro do Chapéu originou-se no auge do Ciclo do Ouro, no início do século XVIII. Ao contrário da maioria das cidades ligadas a esse ciclo econômico, não foi a atividade mineradora que impulsionou seu povoamento, mas sim a agricultura e a pecuária. As fartas águas do alto vale do Rio Piranga regavam terras férteis para a produção de alimentos que sustentavam a área de extração do ouro, com solos pobres.
Essa produção deu origem a intenso tráfego de tropas que tanto transportavam os gêneros alimentícios como traziam os bens necessários aos moradores da área.
A Estrada Real, em suas diversas ramificações, era o caminho usado pelos tropeiros para chegar às fazendas, que já na metade do século XVIII dominavam a paisagem. Com suas casas-grandes e senzalas, engenhos, moinhos e outras estruturas produtivas, elas recebiam viajantes e tropeiros que ali negociavam, se alimentavam e hospedavam.
Em conseqüência do sucesso da atividade rural é que se inicia a ocupação urbana no Morro do Chapéu. Até hoje a Igreja de Santana, de 1749, e os casarões conservados e restaurados do belo Largo da Matriz são testemunhas desse passado colonial.
A decadência da produção aurífera repercutiu em toda a região, tornando estagnada o que chegou a ser uma área florescente. Resultado da mesma estagnação foi a conservação do patrimônio edificado, tanto na vila quanto nas numerosas sedes de fazendas que até hoje sobrevivem.
Em 1840 o povoado foi promovido a distrito de Conselheiro Lafaiete, mas a emancipação política de Santana dos Montes só irá ocorrer em 1962. Com seus 1500 moradores urbanos, continua sendo uma pequena e hospitaleira vila de Minas, rodeada pelo mar de morros verdes que lhe dão o nome.


O lugar

Santana dos Montes está situada a 130 km de Belo Horizonte e tem em seus casarões, fazendas coloniais e belezas naturais os principais atrativos para os visitantes.
Inicialmente habitada por índios carijós e depois por portugueses,a área recebeu o aporte dos escravos africanos destinados às lavouras, cujos descendentes ainda mantêm viva a tradição da Festa do Rosário, a Folia de Reis e o Congado. Conforto e tranqüilidade são ingredientes de destaque nos hotéis-fazendas e pousadas do lugar, que integra a Estrada Real e o Circuito Turístico Villas e Fazendas de Minas.