JOÃO DEITADO
Ingredientes
400g de fubá de moinho d’água
200g de farinha de trigo
200g de açúcar cristal
1 colher (sobremesa) de sal
4 ovos caipiras
200ml de óleo
2 colheres (sopa, cheias) de manteiga
2 colheres (sopa) de fermento em pó
300ml de coalhada
Folhas de bananeira
1 colher de água sanitária (para limpar as folhas)
1 litro de água
Como fazer
Mergulhar
as folhas de bananeira em um litro de água, juntamente com a água
sanitária. Deixar por 5 minutos. Retirá-las, enxaguá-las e secá-las com
pano de prato. Reservar. Em uma tigela, misturar os ovos, o óleo, o
açúcar, o sal e a manteiga. Acrescentar o fubá, a farinha, o fermento e a
coalhada. Misturar até que a massa fique consistente. Cortar cada folha
de bananeira em quatro partes. Em cada uma, colocar duas colheres
(sopa) da massa e enrolar. Levar ao forno na temperatura de 200 graus,
por 30 minutos.
Receita de Terezinha Nedis Miguel dos Santos (in memorian) de Belo Vale - Mg
(31) 3734-1291, com Elizabeth dos Santos
"SOU DA TERRA DO OURO, DAS SERRAS AZUIS,DOS CAMPOS GERAIS, SOU DO MUNDO, SOU MINAS GERAIS"
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domingo, 10 de novembro de 2019
CONGADAR - RETIRANTE
O toque cruzado da caixa. A gaita cantada. Dois mundos
que tem a mesma origem. Blues e Congado. As duas culturas parecem
distantes, mas tem uma mesma origem: o velho continente Africano. De um
lado, a banda Ganga Bruta carrega em suas músicas uma marca de Blues, do
outro o Congadar representa o Congado, com forte presença em Sete
Lagoas. Mas apenas parecem distantes. Pois entre estes dois ritmos há
muito mais similaridades do que se imagina. Afinal, ambos foram trazidos
de barco, escravizados, mesmo em países diferentes. O show vai
apresentar esta mistura dos dois mundos, em uma música que envolve a
alma. Bateria, baixo, guitarra e gaita se mistura à caixa, pandeiro e
outros instrumentos percussivos típicos do Congado, e trazem essa
mistura onde o rock eletrifica as tradições e o folclore dá nova
roupagem ao rock.
O grupo tem como grande referência o Nação Zumbi, pelos tambores. Mas também foram inspirados por vários artistas que fazem música voltada para as tradições como Maurício Tizumba, Cabruêra, Berimbrown, Fela Kuti, assim como os Spirituals dos EUA e toda a cultura do congado mineiro.
No repertório, canções tradicionais do Congado e músicas autorais do Ganga Bruta, em uma releitura experimental. O grupo já se apresentou em festivais como as Viradas Culturais de Sete Lagoas, em 2013 e 2014, o Festival de Inverno da UFSJ, Festival de Folclore de Jequitibá e o Festival Balido de 2014 em Ipatinga. Em 2015, realizaram um show em Belo Horizonte com o Mestre Maurício Tizumba na A Autêntica, além do Festivelhas em Itabirito, Festival de Folclore em Sete Lagoas e Jequitibá.
Integrantes:O grupo tem como grande referência o Nação Zumbi, pelos tambores. Mas também foram inspirados por vários artistas que fazem música voltada para as tradições como Maurício Tizumba, Cabruêra, Berimbrown, Fela Kuti, assim como os Spirituals dos EUA e toda a cultura do congado mineiro.
No repertório, canções tradicionais do Congado e músicas autorais do Ganga Bruta, em uma releitura experimental. O grupo já se apresentou em festivais como as Viradas Culturais de Sete Lagoas, em 2013 e 2014, o Festival de Inverno da UFSJ, Festival de Folclore de Jequitibá e o Festival Balido de 2014 em Ipatinga. Em 2015, realizaram um show em Belo Horizonte com o Mestre Maurício Tizumba na A Autêntica, além do Festivelhas em Itabirito, Festival de Folclore em Sete Lagoas e Jequitibá.
André de Almeida Lima (Voz e gaita)
Carlos Warley Vieira Castro (Caixa e voz)
Felipe da Silva Moura (Caixa e voz)
Wesley Olímpio Lopes (Caixa e voz)
Igor de Macedo Félix (Guitarra)
Sérgio Eduardo Marques Pereira (Bateria)
Marcos Alexandre de Avellar Gomes (Baixo)
Giuliano Fernandes (Guitarra)
A banda Ganga Bruta tem quase 10 anos. Já lançaram dois discos, o primeiro chamado Eletrolíticos, e o segundo O Terceiro Lado da Moeda, ambos somente com composições próprias. Além disso, participou de diversos festivais de música independente em Minas Gerais, sua região de origem.
O Congadar apresentou em diversas festas voltadas para o folclore. Inicialmente, o repertório era composto não só por marchas de congo, mas também por diversas canções que caíram em domínio público, com um forte resgate das tradições.
O grupo nasceu em 2013, mas era um namoro antigo. Ganga Bruta e Congadar sempre queriam fazer um trabalho juntos, mas não tinham a oportunidade antes. A chance apareceu quando o projeto foi aprovado na 1a Virada Cultural de Sete Lagoas. Ai, juntos entraram no estúdio, em busca da sonoridade da banda. O que parecia que seria complicado foi, na verdade, simples e fácil. Descobriram que a junção dos estilos, Blues, Rock e Congado era natural. Assim, começou a surgir a identidade da nova banda Ganga Bruta+Congadar.
Se vc gostou adquire o original valorize a obra do artista.
Telefone:
(31)98879 7969
E-mail: marcaoavellar@gmail.com
E-mail: marcaoavellar@gmail.com
Origem:
Sete Lagoas - mg (Brasil)
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terça-feira, 22 de outubro de 2019
TADEU FRANCO - DISCOGRAFIA (REPOST A PEDIDOS)
CATIVANTE
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CANTO SAGRADO
ALMA ANIMAL
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CANTO SAGRADO
EM NOME DO AMOR
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CANTO SAGRADO
ORLANDO
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CANTO SAGRADO
POP ROÇA
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EM NOME DO AMOR
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CANTO SAGRADO
quarta-feira, 25 de setembro de 2019
ORQUESTRA OURO PRETO - QUEM PERGUNTOU POR MIM / FERNANDO BRANT - MILTON NASCIMENTO
Buscando reviver a histórica vocação musical da cidade de Ouro Preto
(Minas Gerais), Rufo Herrera e Ronaldo Toffolo, associados a um grupo de
instrumentistas que integravam o grupo Trilos e o Quarteto Ouro Preto,
criaram, no ano de 2000, a Orquestra Experimental da UFOP, hoje
Orquestra Ouro Preto. É formada por cerca de 20 músicos, aos quais se
associam músicos convidados, em função do repertório a ser executado.
Tem como Diretor Artístico e Regente Titular o Maestro Rodrigo Toffolo.
Uma das mais prestigiadas formações orquestrais do país, a Orquestra Ouro Preto tem como diretor artístico e regente titular o Maestro Rodrigo Toffolo. Premiado nacionalmente, o grupo vem se apresentando nas principais salas de concerto do Brasil e do mundo.
Criada em 2000, a Orquestra Ouro Preto tem atuação marcada pelo experimentalismo e ineditismo, sob os signos da excelência e da versatilidade. Em sua trajetória, destaca-se a presença em todo o território nacional e nas principais capitais do país, como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Manaus, Curitiba, Porto Alegre, João Pessoa, Salvador e Natal. No exterior, sua qualidade foi comprovada em turnês de sucesso, com presença de grande público em apresentações na Inglaterra, Portugal, Espanha, Argentina e Bolívia.
Possui oito trabalhos registrados em CD e DVD: Latinidade (2007), Oito Estações – Vivaldi e Piazzolla (2013), Valencianas: Alceu Valença e Orquestra Ouro Preto (2014), Antonio Vivaldi – Concerto para Cordas (2015), Orquestra Ouro Preto – The Beatles (2015), Latinidade: Música para as Américas (2016), Música para Cinema (2017) e O Pequeno Príncipe (2018). Em sua discografia destaca-se o Prêmio da Música Brasileira 2015, na categoria Melhor Álbum de MPB, a indicação ao Grammy Latino 2007, como Melhor Disco Instrumental por Latinidade, e a distribuição mundial dos discos Latinidade – Música para as Américas e Antônio Vivaldi – Concerto para Cordas pela gravadora Naxos, a mais importante do mundo dedicada à música de concerto.
Com regência e direção musical do maestro Rodrigo Toffolo, produção executiva e direção de cena de Paulo Rogério Lage, da Palco Marketing Cultural, o espetáculo une a musicalidade da Orquestra Ouro Preto à palavra de um dos maiores poetas e compositores mineiros: Fernando Brant.
Quem Perguntou Por Mim revive grandes clássicos da produção poética de Brant, obras imortalizadas pelas vozes de Milton Nascimento, Elis Regina e de seus parceiros do Clube da Esquina, promovendo um mergulho na alma de Minas Gerais.
O nome do espetáculo “Quem perguntou por mim” é uma alusão à canção homônima, escrita por Brant, que numa madrugada, por telefone, consolava um amigo em Paris das tristezas de uma separação.
Com arranjos especialmente compostos para orquestra de cordas e banda, por Mateus Freire, canções como Travessia, Milagre dos Peixes, Encontros e Despedidas, Canção da América e Maria Maria, entre outras integram o repertório do CD/DVD.
“Depois de Valencianas, The Beatles e a parceria com Edu Lobo, pensávamos em realizar um novo projeto que homenageasse Minas Gerais, que captasse o sentimento de mineiridade na figura de um grande artista. Fernando Brant é esse grande artista, que poetizou Minas de forma transcendental como um compositor de sinfonias. É a força da poesia musicada de Brant que estamos levando no espetáculo”, reflete Rodrigo Toffolo.
Histórico
Quem Perguntou Por Mim começou a ser concebido com Fernando Brant ainda em vida, é o que explica Paulo Rogério Lage, da Palco, produtora do espetáculo. “Em 2014, assentados lado a lado com Tavinho Moura na cerimônia de outorga, pela UEMG, a Milton Nascimento, do título “Doutor Honoris Causa”, ouvíamos vários discursos, enaltecendo, com justiça a unanimidade nacional que é Milton, sua obra e sua voz. E, como doutores não cantam, mas falam, eram os poemas de Brant que se ouviam sem parar. Rindo, perguntei a Brant: a homenagem é ao Milton ou a você”?
A partir desse encontro, Paulo Rogério propôs ao maestro Rodrigo Toffolo e a Fernando Brant um espetáculo nos moldes de Valencianas – Alceu Valença e Orquestra Ouro Preto – agora com músicas cujos poemas fossem de Brant. Aceito o desafio, o espetáculo foi ganhando forma, mas prematuramente interrompido pela morte do compositor. Agora, três anos após sua partida “Quem Perguntou Por Mim” tem sua estreia, não como uma homenagem ao poeta e amigo, Fernando Brant, mas como a materialização de um de seus últimos desejos em vida.
ACESSE
*http://www.orquestraouropreto.com.br
Se vc gostou adquira o original valorize a obra do artista.
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CANTO SAGRADO
Uma das mais prestigiadas formações orquestrais do país, a Orquestra Ouro Preto tem como diretor artístico e regente titular o Maestro Rodrigo Toffolo. Premiado nacionalmente, o grupo vem se apresentando nas principais salas de concerto do Brasil e do mundo.
Criada em 2000, a Orquestra Ouro Preto tem atuação marcada pelo experimentalismo e ineditismo, sob os signos da excelência e da versatilidade. Em sua trajetória, destaca-se a presença em todo o território nacional e nas principais capitais do país, como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Manaus, Curitiba, Porto Alegre, João Pessoa, Salvador e Natal. No exterior, sua qualidade foi comprovada em turnês de sucesso, com presença de grande público em apresentações na Inglaterra, Portugal, Espanha, Argentina e Bolívia.
Possui oito trabalhos registrados em CD e DVD: Latinidade (2007), Oito Estações – Vivaldi e Piazzolla (2013), Valencianas: Alceu Valença e Orquestra Ouro Preto (2014), Antonio Vivaldi – Concerto para Cordas (2015), Orquestra Ouro Preto – The Beatles (2015), Latinidade: Música para as Américas (2016), Música para Cinema (2017) e O Pequeno Príncipe (2018). Em sua discografia destaca-se o Prêmio da Música Brasileira 2015, na categoria Melhor Álbum de MPB, a indicação ao Grammy Latino 2007, como Melhor Disco Instrumental por Latinidade, e a distribuição mundial dos discos Latinidade – Música para as Américas e Antônio Vivaldi – Concerto para Cordas pela gravadora Naxos, a mais importante do mundo dedicada à música de concerto.
Com regência e direção musical do maestro Rodrigo Toffolo, produção executiva e direção de cena de Paulo Rogério Lage, da Palco Marketing Cultural, o espetáculo une a musicalidade da Orquestra Ouro Preto à palavra de um dos maiores poetas e compositores mineiros: Fernando Brant.
Quem Perguntou Por Mim revive grandes clássicos da produção poética de Brant, obras imortalizadas pelas vozes de Milton Nascimento, Elis Regina e de seus parceiros do Clube da Esquina, promovendo um mergulho na alma de Minas Gerais.
O nome do espetáculo “Quem perguntou por mim” é uma alusão à canção homônima, escrita por Brant, que numa madrugada, por telefone, consolava um amigo em Paris das tristezas de uma separação.
Com arranjos especialmente compostos para orquestra de cordas e banda, por Mateus Freire, canções como Travessia, Milagre dos Peixes, Encontros e Despedidas, Canção da América e Maria Maria, entre outras integram o repertório do CD/DVD.
“Depois de Valencianas, The Beatles e a parceria com Edu Lobo, pensávamos em realizar um novo projeto que homenageasse Minas Gerais, que captasse o sentimento de mineiridade na figura de um grande artista. Fernando Brant é esse grande artista, que poetizou Minas de forma transcendental como um compositor de sinfonias. É a força da poesia musicada de Brant que estamos levando no espetáculo”, reflete Rodrigo Toffolo.
Histórico
Quem Perguntou Por Mim começou a ser concebido com Fernando Brant ainda em vida, é o que explica Paulo Rogério Lage, da Palco, produtora do espetáculo. “Em 2014, assentados lado a lado com Tavinho Moura na cerimônia de outorga, pela UEMG, a Milton Nascimento, do título “Doutor Honoris Causa”, ouvíamos vários discursos, enaltecendo, com justiça a unanimidade nacional que é Milton, sua obra e sua voz. E, como doutores não cantam, mas falam, eram os poemas de Brant que se ouviam sem parar. Rindo, perguntei a Brant: a homenagem é ao Milton ou a você”?
A partir desse encontro, Paulo Rogério propôs ao maestro Rodrigo Toffolo e a Fernando Brant um espetáculo nos moldes de Valencianas – Alceu Valença e Orquestra Ouro Preto – agora com músicas cujos poemas fossem de Brant. Aceito o desafio, o espetáculo foi ganhando forma, mas prematuramente interrompido pela morte do compositor. Agora, três anos após sua partida “Quem Perguntou Por Mim” tem sua estreia, não como uma homenagem ao poeta e amigo, Fernando Brant, mas como a materialização de um de seus últimos desejos em vida.
ACESSE
*http://www.orquestraouropreto.com.br
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CANTO SAGRADO
terça-feira, 17 de setembro de 2019
EMILIO VICTTOR - ARANÃ
Mineiro de Perdões, sul do Estado, com
30 anos de carreira, morando há 25 anos em Belo Horizonte, o cantor e
compositor Emílio Victtor, viajou pelo interior do Brasil e pelo Chile
onde, em 2000 teve a experiência de realizar sua primeira turnê
internacional e cantar em 10 cidades.
Como letrista, Emílio tem parcerias com
Maurício Tizumba, Carlos Walter, Cleverson Natali, Heitor Branquinho,
Sérgio Moreira, Marcelo Taynara, Tino Gomes, Chico Lobo, Nelsinho
Bernardes e tantos outros da cena musical mineira. Com três CDs na
discografia, lançou no início de 2017 o clipe da música Nó da saudade
(Emílio Victtor/Raísa Campos/Gilmar Iria), em parceria com o grupo
Oxente Uai.
Disponível nas principais plataformas digitais.
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CANTO SAGRADO
sexta-feira, 13 de setembro de 2019
CONSUELO DE PAULA - MARYÁKORÉ
Meus caros.
É com grande satisfação que venho apresentar o novo e belíssimo trabalho de Consuelo de Paula.
De opinião pessoal eu considero a "Diva" da musica brasileira, a mais completa cantora desse Brasil.
Amo tudo que Consuelo cria, recria, molda, com sua lindíssima voz o seu canto nos transporta a lugares longínquos .
Consuelo canta e encanta.
Acesse:
https://www.facebook.com/maryakoreconsuelodepaula/
http://www.consuelodepaula.com.br
Esta disponível em todas plataformas digitais.
Distribuição Tratore.com.br
O disco
*texto extraído :http://verbenacomunicacao.blogspot.com
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CANTO SAGRADO
É com grande satisfação que venho apresentar o novo e belíssimo trabalho de Consuelo de Paula.
De opinião pessoal eu considero a "Diva" da musica brasileira, a mais completa cantora desse Brasil.
Amo tudo que Consuelo cria, recria, molda, com sua lindíssima voz o seu canto nos transporta a lugares longínquos .
Consuelo canta e encanta.
Acesse:
https://www.facebook.com/maryakoreconsuelodepaula/
http://www.consuelodepaula.com.br
Esta disponível em todas plataformas digitais.
Distribuição Tratore.com.br
O disco
A cantora e
compositora Consuelo de Paula lança
o sétimo disco da carreira, Maryákoré: uma obra provocadora naquilo que tem de
mais feminina, mais negra, mais indígena e mais reveladora de nós mesmos. O título pode ser entendido como uma nova
assinatura de Consuelo de Paula: maryá (Maria é o primeiro nome de Consuelo),
koré (flecha na língua paresi-haliti, família Aruak), oré (nós em
tupi-guarani), yakoré (nome próprio africano).
Além de assinar letras e músicas - tendo
apenas duas parcerias, uma com Déa Trancoso e outra com Rafael Altério -,
Consuelo é responsável pela direção, pelos arranjos, por todos os violões e por
algumas percussões de Maryákoré (caixa
do divino, cincerro, unhas de lhama, entre outros). A harmonia entre Consuelo e
sua música, sua poesia, sua expressão e a estética apresentada é nítida nesse
CD. Ao interpretar letras carregadas de imagens e sensações, ao dedilhar os
ritmos que passam por Minas Gerais e pelos sons dos diversos “brasis”, notamos
a artista imersa em sua história: ela traz a vida e a arte integrada às
canções.
Segundo
Consuelo, desde o nome, o trabalho “traduz uma arte guerreira e amorosa, que se
alimenta da força dos ventos, das brisas e das tempestades; nasceu entre o dia
e a noite, entre a cidade e as matas, entre raios e trovões”. Essas energias,
movimentos e gestos de amor e de luta, estão condensados nas músicas, nos
arranjos e na voz da cantora e compositora, de modo a reafirmar a fisionomia
vigorosa de uma artista inquieta, de expressividade singular e força criativa
que se renova a cada trabalho.
O violão é seu instrumento de composição que,
nesse trabalho, revela-se também, de maneira ousada e criativa, como parte de
seu corpo; e como koré provoca
as composições ao mesmo tempo em que comanda e orienta os ritmos que dão
originalidade à obra. Consuelo gravou juntos o violão e a voz, ao vivo, no
estúdio Dançapé do músico Mário Gil, transpondo para o disco a naturalidade e a
energia original das canções. Um desafio que pode ser conferido em cada uma das
dez faixas: ora o violão silencia as cordas para servir de tambor, ora se
ausenta para deixar fluir a voz à capela; em outros momentos as cordas produzem
somente um pizzicato para acompanhar o movimento da melodia; e, às vezes,
soa como percussão e instrumento harmônico. Tudo ao mesmo tempo.
Além do violão, um piano e vários
instrumentos percussivos compõem a sonoridade de Maryákoré. Consuelo conta com o percussionista Carlinhos
Ferreira para produzir paisagens e novos sons com instrumentos criados por ele, como goopchandra com arco,
flautas de tubos, rabeca de lata, tambor de mar, gungas de sementes e outros. O
piano de Guilherme Ribeiro enriquece esse cenário ao fazer destacar na obra,
utilizando suavidade e desenhos sonoros, os contrastes imaginados por Consuelo.
O CD é apresentado em dois movimentos. Da
mesma maneira que assistimos a um bom filme, acompanhar o roteiro de Maryákoré
é uma experiência surpreendente. “São gestos, ventos que impulsionam ciclos,
são lutas internas e externas que foram trazendo o disco e apontando o rumo das
canções”, revela Consuelo. Maryákoré é uma guerreira em meio às batalhas
cotidianas pela vida e pela arte, é uma obra-síntese da dedicação da artista, de
sua fina sensibilidade musical, poética e social. É a voz de Consuelo de Paula
frente aos desafios dos nossos tempos.
O primeiro movimento começa com “Ventoyá” (poesia de Déa Trancoso, que
Consuelo musicou logo na primeira leitura). Consuelo abre o disco batucando no
violão, trazendo um clima de ventos e tempestades que anunciam uma nova
estação. Na sequência ouvimos o piano, o violão e a percussão que revelam a nova
textura sonora, feita para a canção “Andamento”. Consuelo a compôs quando viu um
instrumento feito por índios brasileiros (pau de chuva) e se lembrou de um
verso do terno dos marinheiros de sua cidade natal (Pratápolis, MG): “eu vou,
eu vou remando contra a maré”. Aqui ela cita também um verso do poeta Paulo
Nunes (“o uivo perdido no meio da floresta, passados mil anos, virou esse canto”)
e acrescenta: “um grito que a noite me empresta / um fado cigano / um índio, um
banto / na voz que me resta / que por uma fresta / vazou nesse canto”. É clara
a poesia contrastante da artista que traduz a comoção pelo belo. E o trio de aberturas se faz com a
próxima canção: “Chamamento”- em um
clima de capoeira que Consuelo realiza com o seu toque de violão-berimbau. A
cantora criou um arranjo crescente, um a um os instrumentos entram - flauta de
tubos, violão, piano, rabeca de lata (criada por Carlinhos Ferreira), caxixis,
unhas de lhama (instrumento indígena e andino), triângulo, pandeiro e caixa do
divino. É um grito de guerra, uma
convocação: “vai chamar meu povo / o pajé, o capoeira / as senhoras, as
meninas / ... / vai chamar o sol mais quente / a lua cheia, a ventania, o
trovão fora de hora / o raio e a nossa alegria / ... /”.
Com seu violão harmônico e percussivo,
Consuelo traz na quarta faixa a canção homônima ao CD, “Maryákoré”: “Sou
a fumaça que sobe na mata na hora mais quente / a fogueira no quintal da minha
gente / sou maryákoré, katxerê, marielle da maré / sou a lua, a luta e os
nossos olhos brilhando horizontes”. E no final Consuelo cria um outro ambiente
no qual cita Tom Jobim (“deixe o índio vivo”) e um ponto de candomblé. A canção
“Separação” encerra o primeiro
movimento. É a música da ausência, do silêncio. O violão em pizzicato é
perfeito para o sentimento que a canção nos causa. “Esse é um poema meu, que
redescobri durante o processo do disco, e musiquei”, conta Consuelo.
Abrindo o segundo movimento de Maryákoré, “Caminho de Volta” traz Consuelo cantando à capela, anunciando um recomeço
com um canto limpo e forte: “avistei grande búfalo do oriente / travessei o mar
/ ... / morte não vai me matar / longe do meu lugar”. É um moçambique, ritmo
afro-mineiro (compasso em seis por oito) de forte presença nas origens da
música de Consuelo de Paula. O álbum segue com “Arvoredo” que traz o clima das paisagens mineiras: “minha casa é
madeira, tronco, galho e raiz / minha casa é cordilheira / fiz pra gente ser
feliz / ... /”. E aqui ela constrói ‘nossa casa’ ao lado de várias tribos (kariris,
puris, guaranis, kiriris). Essa é mais uma composição na qual mostra sua forma
particular de respirar, cantar e tocar ritmos, que quando ouvimos já sabemos
que se trata de Consuelo de Paula. “Os
Movimentos do Amor” é um samba de Consuelo tocado
com caixa de congo e berimbau. Traz uma harmonia rica que passa pela sonoridade
mineira mais urbana. Na abertura, um poema dela entre notas suaves de piano e
berimbau: “o amor é o som do seu nome / o rastro que fica quando você some / a
alga verde que o mar come entre brancas ondas / pra depois matar a fome do
peixe e do homem”.
A nona faixa, “Remando Contra a Maré” (melodia de Rafael Altério, letrada por
Consuelo), conversa com a segunda abertura do CD - “Andamento” - por meio do canto dos congadeiros: “eu vou, eu vou
remando contra a maré” (aqui apresentado no final da canção). Impossível não se
emocionar com essa bela toada. “Saudação”
encerra o segundo movimento do CD
e traz, ao mesmo tempo, a despedida e a abertura para um recomeço: “Vou
saudar a gira do tempo / ogunhê meu pai / vou cantar despedida / ... / e com o olhar cruzado no teu / abrirei
caminho / noite afora, noite adentro / até que o sol retorne da casa de Lia /
com o cheiro da terra que nossos olhos não alcançam / com aromas de um novo
dia”. E, conversando com a terceira faixa de abertura do CD - “Chamamento” - Maryákoré
termina com o contagiante violão percussivo de Consuelo de Paula, como uma
energia que nos visita, como um ciclo que se fecha e se abre no tempo.*texto extraído :http://verbenacomunicacao.blogspot.com
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CANTO SAGRADO
segunda-feira, 9 de setembro de 2019
MAKELY KA E MAISA MOURA - DANAIDE
Danaide é o casamento poético, musical e pessoal do poeta e compositor
Makely Ka e da cantora e antropóloga Maísa Moura. Os arranjos dispensam
qualquer elemento supérfluo e enfeites musicais. Apenas as cordas
costuram os retalhos poético-musicais que se combinam construindo um
mosaico de referências que apontam para várias direções.
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CANTO SAGRADO
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