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domingo, 5 de março de 2017

PELAS TRIA E ISTRADINHAS DE MINAS


A Serra dos Alves é uma formação geológica localizada no município brasileiro de Itabira, no interior do estado de Minas Gerais. Está situada à cerca de 45 km da sede da cidade e dista cerca de 15 km do distrito Senhora do Carmo.
Na vertente leste da Serra do Espinhaço fazendo fronteira com o Parque Nacional da Serra do Cipó, a Serra dos Alves destaca-se como um dos locais com mais atrativos naturais de toda a região. Fazendo parte da Área de Proteção Ambiental (APA) Morro da Pedreira, a Serra dos Alves é um dos divisores de águas entre as Bacias Hidrográficas do Rio São Francisco e do Rio Doce, onde nasce o Rio Tanque com suas várias cachoeiras, destacando-se o Canyon do Marques, que convidam para uma grande aventura.

História

Na Serra dos Alves encontra-se uma pequena comunidade com 33 casas de pau-a-pique ao redor da Capela de São José. Há na frente da capela um cruzeiro de aproximadamente 6m com adereços que representam o martírio de Cristo. A capela foi construída por volta de 1860, com características coloniais, estrutura autônoma em madeira e vedação em adobe e pau-a-pique sobre embasamento em pedra. Dentro, o retábulo (altar) em madeira, é muito bonito. Suas imagens são de grande valor histórico. As peças são em madeira, barro e papel machê e semelhantes as do santeiro itabirano Alfredo Duval. No interior da capela, uma inscrição da Fundição do Sino de São Paulo, datada de 1727, tem o nome do Padre Santos Saez Acha, pároco responsável pela capela de 1923 a 1940.
Sua comunidade, formada em sua maioria por idosos, mantém seus costumes nas festas religiosas, onde o ponto forte é a apresentação do Grupo de Marujos Senhora do Rosário com mais de 100 (cem) anos, o primeiro de Itabira. A população de Serra dos Alves é composta por 102 pessoas. Segundo dados de 2004, a população é divida da seguinte forma: 36% de homens, 39% de mulheres e 25% de crianças, sendo a maioria dos adultos acima de sessenta anos.
O povoado de Serra dos Alves surgiu por volta de 1850, quando os bandeirantes começaram a explorar ouro e cristais na região. Os resultados da exploração ordenada pelo governo português na Serra dos Alves não eram significativos, dando então, a origem rural do distrito. O nome da localidade se deve ao fato de que a primeira família a se instalar no povoado foi a dos Alves.
Sobre a atividade econômica do local, a maior parte da população recebe aposentadoria, o que demonstra a presença de uma população mais idosa. Além disso, a agricultura de subsistência a fabricação de rapadura, polvilho, farinha de mandioca, fubá moído em moinho d´água, biscoitos, queijos, além da famosa cachaça em vários alambiques, tudo feito artesanalmente, contribuem para a sobrevivência do local. A tradição do comércio por troca é a mais comum e parece ser bastante antiga, está relacionada a um comércio incipiente e a dificuldade de se comprar produtos alimentícios e industrializados no povoado, seja pela falta de recursos financeiros ou pela distância do distrito Senhora do Carmo, local mais próximo para adquirir produtos industrializados.

Turismo na região

O turismo vem surgindo como alternativa econômica, mas ainda acontece de maneira tímida. O local vem sendo descoberto e divulgado através do boca a boca. A região é dotada de relevo, matas, e o belíssimo Canyon Marques, além da beleza cênica do local, encontram-se ali algumas cachoeiras e trilhas para caminhadas, sendo que muitas dessas trilhas levam algumas horas para serem feitas. Serra dos Alves também faz parte do eixo da Estrada Real, isso tem atraído até mesmo turistas estrangeiros que buscam passar pelos caminhos históricos.
Sobre os aspectos culturais do vilarejo, o ponto de encontro, principalmente dos mais velhos, é a praça em frente à Igreja que possui alguns bancos onde os moradores locais colocam a conversa em dia, além de observarem a movimentação das pessoas.
O artesanato da região não possui um produto típico do povoado, mas representa parte dos trabalhos, principalmente das mulheres, que utilizam a atividade como fonte secundária de renda, destacando-se os bordados de ponto em cruz, balaios e peneiras feitas em taquara de bambu, além das rédeas e barrigueiras tecidos em pelos, todos tecidos em rocas muito antigas, aquelas dos velhos tempos.

Festas

As principais festas estão relacionadas a festas religiosas, sobretudo católicas, que acontecem ao longo do ano e incluem uma procissão. A organização é feita pela paróquia com a ajuda de cristãos e do padre. Algumas festas religiosas que acontecem em Senhora do Carmo contam com a participação de moradores da Serra dos Alves.
Nas festas, os maiores destaques são as religiosas em homenagem a Nossa Senhora do Rosário, Divino, São José, Senhora do Bonfim, sempre acompanhadas pela Banda de Marujo Nossa Senhora do Rosário, a primeira do Município de Itabira com 105 anos de fundação. Os tradicionais passeios a cavalo que mantém viva a cultura tropeira saindo do Distrito de Senhora do Carmo para o povoado de Serra dos Alves. Hoje, inserido no calendário oficial das cavalgadas da região.

DELICIAS DE MINAS


Aproveitando a época da colheita do articum fruta típica do cerrado estou postando essa delicia de receita que é um trem bão demais.
Receita
Edméia Alves Martins - Do cerrado para o mundo
(35) 3264-1262 

Ingredientes

2 litros de leite
1 lata de leite condensado
1 quilo de articum (fruta típica do cerrado, também conhecida como araticum  ou marolo)
1 pitada de bicarbonato
1 quilo de açúcar cristal

Como fazer

Retirar os favos do articum. Passá-los entre os dedos, para retirar a “areia” da fruta. Pôr os favos em uma panela com um pouco de água e levar ao fogo para cozinhar, por 15 minutos. Deixar esfriar e retirar os caroços. Em uma panela no fogo, misturar leite, açúcar e bicarbonato, até engrossar. Pôr os favos de articum e o leite condensado, mexendo sem parar, até aparecer o fundo da panela e atingir ponto de bala. Para verificar o ponto, pingar um pouco do doce em um prato com água fria. Estará pronto se a porção de calda formar uma bola. Tirar a panela do fogo e bater a mistura até que perca todo o brilho. Pôr a massa em uma bancada seca e lisa, untada com margarina. Deixar esfriar e cortar o doce no formato desejado.

TO BRAZIL WELCOME TO MINAS GERAIS

Encontrei esta postagem na web, que me chamou atenção pela criativa capa  mas depois de fazer um estudo sobre o disco descobrir que o conteúdo das musicas não bate com as musicas do original lançado pela universal discos, penso que o autor da postagem não ficou satisfeito com o original e fez sua própria versão utilizando a capa.
O original tem apenas 13 musicas com Milton/Beto/Lô/14 bis, este que acabo de postar tem 30 musicas com Toninho Horta/ Milton/Beto/Lô/Flavio Venturini/14bis com uma compilação muito superior do original e de muito bom gosto.
A divulgação do site é toda em russo o que dificulta os creditos.
Agora tem duas opções ou vc compre o original ou  baixe essa versão que no meu ponto de vista é bem melhor.

Download
CANTO SAGRADO

sábado, 4 de março de 2017

VENTO VIOLA E LEVI RAMIRO - VIOLA DE TODOS OS CANTOS - repost a pedidos - (exclusividade canto sagrado)


Para quem perdeu o trem estou postando novamente a pedidos agora pelo Mega.
Uma verdadeira obra de arte, como costumo chamar este disco do grupo do sul de Minas "Vento Viola" com uma parceria do violeiro paulista Levi Ramiro.
Na verdade é um disco que costumo ouvir muito aos domingos "demanhãzinha" antes do sol nascer, tomando um gole de café quente e apreciando cada toada da viola, mas a que eu considero um mantra é "reza" uma verdadeira oração para o começo do raiá do dia!
Esprementa ouvir e sentir o VENTO batendo ao som da VIOLA de todos os cantos sagrado da terra de minas!

1- segredo
2- reza
3- tema do cerrado
4- tá no balaio
5- limeira
6- jaguari
7- espinhaço de madeira
8- flor da vazante
9- negra aranha
10- brota
11- terra na unha
12- prosa violada
13- fantasia no pião
14- lampião do céu

Se vc gostou adquiri o original, valorize a obra do artista.
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CANTO SAGRADO

sexta-feira, 3 de março de 2017

CONHEÇA MINAS



Meus caros.
Dano uma voltinha porali, ali memo pertinho, descubri um site maravilhoso qui tem uns trein bão qui mostra tanta côza da nossa terra sagrada Minas Gerais.
Tem trein demais é só dano uma ispiadinha prô seis vê.


Conheça Minas é uma empresa formal, de propriedade do Fotojornalista Arnaldo Silva, com sede em Bom Despacho, Centro Oeste de Minas.Tem como finalidade a divulgação turística de Minas Gerais e orientação na criação de roteiros turísticos, bem como na indicação e divulgação de pousadas, hotéis, bares e restaurantes por todo o Estado.
Atuamos também na divulgação de feiras, eventos culturais, rurais, sociais e gastronômicos de Minas Gerais.

Acesse:
 http://www.conhecaminas.com

domingo, 19 de fevereiro de 2017

DELICIAS DE MINAS



 TILÁPIA COM CACHAÇA

Uma dose de boa prosa
O toque final desta viagem repleta de bons sabores não poderia ser mais mineiro. É em Amarantina, a 23 quilômetros de Ouro Preto, que o arremate das Gerais está a todo vapor. Há 14 anos, o químico Sérgio Bambirra montou, em uma área repleta de verde e muita beleza, um alambique para produção de cachaça artesanal, em meio a muita tecnologia. “Foi um projeto para agregar procedimentos operacionais a processos artesanais”, explica. Ali, tudo que envolve a fabricação da branquinha é reaproveitado. “Os resíduos não são desperdiçados, pois temos grande preocupação ambiental. Há até uma pequena destilaria, onde o álcool se torna combustível para veículos.” O cuidado com a natureza, em meio à tecnologia e ao inconfundível sabor das Gerais, resultou na cachaça Gota de Minas, uma “marvada” que dá o que falar no Brasil inteiro, tamanha a qualidade. O que era um lugar de experimentos foi atraindo estudantes, engenheiros, químicos e curiosos, o que levou Sérgio a construir uma pousada com oito chalés. O hóspede, além de desfrutar da bela paisagem e conhecer o processo de produção, tem o prazer de degustar delícias como a tilápia com cachaça. Combinação perfeita. O peixe é do criatório da própria pousada. “É o turismo da cachaça agregando o ecoturismo, turismo rural e boa comida”, afirma. Destinos certos para quem quer conhecer de perto esse roteiro completo que é Ouro Preto. 
Como fazer Tilápia com cachaça
O peixe
Temperar os filés com sal e pimenta. Colocá-los em um refratário untado com margarina ou azeite e levar ao forno por cinco minutos, até que a carne fique bem macia.

O molho
Dourar a cebola na manteiga, pôr o suco de limão e deixar secar. Pôr a cachaça, riscar um fósforo por cima (para flambar), para que o álcool evapore. Despejar o creme de leite e a pimenta-do-reino. Deixar levantar fervura. Desligar o fogo, coar a mistura em uma peneira e temperar com sal. Voltar com o molho para o fogo e pôr a manteiga congelada. Misturar bem, até que ela derreta.

A montagem
Em um prato, pôr os filés e despejar por cima o molho. Decorar com folhas de alface e flores comestíveis.
Receita fornecida por Sérgio Bambirra,
de Amarantina: (31) 9953-8149

PELAS TRIA E ISTRADINHAS DE MINAS


História

A capela de Bom Jesus dos Perdões, ao redor da qual se formou o arraial dos Perdões, foi edificada por iniciativa do alferes português Romão Fagundes do Amaral e de Rubens Airão, na época da colonização, no século XVIII. Conta a tradição que Romão Fagundes, fugitivo da justiça, ofereceu a D. Maria I, em troca do seu perdão, um cacho de bananas todo em ouro maciço, originando-se, desse fato, a denominação de Perdões. O arraial de Bom Jesus dos Perdões figurava, em 1802, entre o termo da vila de São José, sendo elevado à categoria de freguesia em 1855, com o nome reduzido para Perdões. Passa a ser município em 1911, desmembrando-se de Lavras. Inspirando poetas e compositores, Perdões, situada entre vales e colinas.

Turismo

Pontos turísticos

Igreja Matriz - A igreja é um ótimo local para oração e participar das mais diversas atividades desenvolvidas, situada na Praça da Matriz, em um dos pontos mais altos da cidade de Perdões. No finais de semana a praça da igreja fica repleta de jovens.
Igreja do Rosário - Em 3 de agosto de 1770, Romão Fagundes recebeu promissão canônica, para a bênção dessa Igreja de Lavras, que era sede paroquial, então conservamos essa Igreja como sinal de berço de nosso município. Desde o início dedicada ao Senhor Bom Jesus essa Igreja é a primitiva capela do Senhor dos Perdões e depois dedicada a Nossa Senhora do Rosário, quando construiu a Igreja Matriz. No antigo altar estava o lugar onde se encaixava a cruz da imagem do Crucificado, Senhor dos Perdões; não foi possível conservar esta tábua sem nenhuma pintura, apenas com ‘guaque’. O senhor Bom Jesus e sua Mãe Santíssima tem abençoado essa terra há 223 anos. Na construção, tudo tão difícil, o fundador de nosso município erguia a capela na Serra do Senhor Bom Jesus. Como consta nos documentos antigos, a Serra do Senhor Bom Jesus a sua Capela custou tanto trabalho, forças e dedicação de escravos naquele tempo.
Não sabemos contar quantos passos subiram esses degraus; não sabemos contar quantas pessoas passaram nesta Igreja, lançando olhar de esperança e quanto olhar de ressurreição. Acompanhavam também os seus ao cemitério, nem sabemos quantos foram sepultados dentro da Igreja, primeiro cemitério de nossa paróquia. Aqui, dentro da Igreja, está sepultado o fundador de nosso Município, Romão Fagundes do Amaral. Esta Igreja serviu de escola, durante muitos anos, várias pessoas estudaram nela e fazendo do corpo da Igreja como salas de aulas, e durante algum tempo foi utilizada como Igreja Matriz do município.
Retirado do Museu da Município de Perdões