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sábado, 20 de fevereiro de 2016

POR TRILHAS E ALDEIAS - (exclusidade canto sagrado)

pintura Wilson Vicente

Olá meus caros, depois de um jejum devido a um defeito em meu pc, iremos novamente trilhar pelos caminhos das gerais.
Nesse período estive ouvindo arquivos que eu não ouvia a muito tempo e resolvi fazer uma coletânea
de cantadores aqui de Minas que fazem o seu trabalho de forma independente.
Alguns já conhecidos e alguns desconhecidos devido ao restrito acesso a mídia perdendo espaço para sua divulgação e as vezes o  sonho de um cd gravado fica nas mãos de poucos ou nos baús e gavetas.
"Por trilhas e aldeias" é uma caminhada por algumas cidades do interior de Minas e também da capital onde iremos mostrar verdadeiros cantadores com seu canto sagrado.

1- Pinho - caboclinha (part. Claudio Lacerda) - Três Coracões
2- Graco Lima jr - quem sabe ama - Almenara
3- Luis Dillah - coração estradeiro - Uberlandia
4- Luis salgado - noite e viola  ao vivo -  Araguari
5- Nádia Campos e Pereira da Viola - caminhos da água - Belo Horizonte - São Julião
6- Meninos de Minas - saudades de minas - Itabira
7- Balaio de Minas - balaio de minas - Três Corações
8- Sergio Pererê - estrela natal (ao vivo) - Belo Horizonte
9- Maghi - o bem de minas - Belo Horizonte
10- Casa  de vò - trem mineiro - Belo Horizonte
11- Lara Lacerda - furnas - Nova Serrana
12- Inácio Loiola - jardins - Pirapora
13- O grão paiol - em terras gerais - Belo Horizonte
14- Jukita Queiroz - meu sertão - Montes Claros
15- Barusonoro - sariema (baião psicodélico) Montes Claros
16- Saulo Alves - despedida - Ituitaba
17- Lucinho Cruz - nessa estrada - Almenara
18- Tulio Rangel - capim seco - Belo Horizonte
19- Fernando Guimarães - joão de maria - Caldas
20- Grupo Cantus Quatro e Emilio Victtor - trem de minas - Pouso Alegre - Perdões

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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

CLAUDIA CIMBLERIS - SARKIS (REPOST A PEDIDO)



CLAUDIA CIMBLERIS - SARKIS





Compositora, arranjadora, orquestradora, professora, regente e tecladista, Claudia Cimbleris nasceu em Raleigh, Carolina do Norte, nos Estados Unidos, mas vive no Brasil desde criança, mineira de coração. Iniciou seus estudos musicais aos cinco anos. É bacharel em Composição e Regência pela Escola de Música da UFMG. Foi aluna de mestres como Arthur Bosmans, Berenice Menegale e Rogério Duprat.
Professora de matérias como percepção musical, harmonia, arranjo, instrumentação e orquestração, composição, prática de conjunto e de orquestra, é também especialista em trilhas sonoras. Suas oficinas de Criação Musical - Trilhas Sonoras já resultaram em trilhas sonoras de espetáculos e vídeos, vinhetas de programas de rádio e TV, ou CDs gravados.
Foi professora na Fundação Clóvis Salgado (Palácio das Artes) durante 17 anos, tendo criado, produzido, dirigido e coordenado diversos projetos. Também foi Professora Visitante na Escola de Música da UFMG e ministrou outros cursos e oficinas na instituição.
Participou ativamente, coordenando e dirigindo, do 1º Seminário Brasileiro de Música Instrumental, idealizado por Toninho Horta, em 1986, em Ouro Preto e de diversos encontros e seminários pelo país.
Realizando direção musical, arranjos, orquestrações, teclados e regência, trabalhou com diversas orquestras, bandas sinfônicas e artistas do porte do Uakti, Flávio Venturini, Lô Borges, Milton Nascimento, Bibi Ferreira e Toninho Horta.
Contabiliza em sua carreira dezenas de trilhas sonoras para dança, teatro, vídeo e eventos.
A convite da Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG) compôs a música-tema do III Encontro das Américas (ALCA) (para Orquestra Sinfônica, Coral e solistas) com a parceria de Fernando Brant.
Em 1996 gravou o primeiro disco-solo, Sarkis, e em 2005 Os Sete Raios, com o tecladista Cláudio Faria.
Bona Lerato é o seu terceiro e mais recente CD, lançado em 2008.
cimbleris@claudiacimbleris.com

"(...) A música de SARKIS é um importante alimento para nós, buscadores da essência da vida. Cada uma das canções age como grãos de trigo guardados para a hora da fome. Gostas de mel para adoçar o coração... Célere bater de asas dos pássaros avisando que o inimigo se aproxima... Amanhecer à meia-noite da escuridão nascente dos nossos sonhos... Criaturas da noite... Um verdadeiro paraíso de delícias. Eis a nobre das viagens em busca do conhecimento da alma. De todas, a mais misteriosa. No fundo, a única que vale a pena!"
Roberto Shinyashiki


1- Dududeana
2- Montanha [I Ching]
3- Nascente
4- Hai-kai
5- Criaturas da Noite
6- O Grande Areal
7- 3ª Parte do Balé 21
8- São Tomé / Jardim das Delícias
9- Mapa
10- Sarkis [Tríade Estelar]
11- Akronches [Tríade Estelar]
12- Etipa [Tríade Estelar)

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domingo, 7 de fevereiro de 2016

DELICIAS DE MINAS

frango caipira com pirão de farinha de mandioca

Receita da região de Almenara - Vale do jequitinhonha

 

Ingredientes
- 1 frango com cerca de 1,5 kg caipira
- gordura de porco ou oleo
- pasta de cebola
- pasta de alho
- coentro
- pimenta-de-cheiro/pimenta do reino
- açafrão e meio quilo de farinha de mandioca

Preparo
Na panela, aqueça a gordura e depois coloque o alho, a cebola, a pasta de temperos e o açafrão. Depois adicione o frango. Em seguida, coloque água para cozinhá-lo. Retire o frango e reserve o caldo. Em outra vasilha, coloque a farinha e adicione uma colher ou duas de polpa de cebola, além da pasta de coentro, alho e pimenta-de-cheiro e pimenta do reino a gosto. Adicione um pouco de água e misture. Despeje a mistura na panela em que está o caldo e abaixe o fogo. Mexa por cerca de cinco minutos até o pirão ficar com consistência de angu.


 

ORQUESTRA OURO PRETO - BEATLES (Excl.canto sagrado)



Saindo um pouco do conceito do blog devido as musicas confesso que nunca fui fã dos Beatles e sempre me assimilei muito com os Rolling Stones sendo para mim a maior banda de rock de todos os tempos, mas este tributo da Orquestra mineira de Ouro Preto fez muito bonito com belíssimos arranjos da obra desse grande Grupo que foi os Beatles, declaro que gostei muito e para quem é fã vai se deslumbrar.

Buscando reviver a histórica vocação musical da cidade de Ouro Preto (Minas Gerais), Rufo Herrera e Ronaldo Toffolo, associados a um grupo de instrumentistas que integravam o grupo Trilos e o Quarteto Ouro Preto, criaram, no ano de 2000, a Orquestra Experimental da UFOP, hoje Orquestra Ouro Preto. É formada por cerca de 20 músicos, aos quais se associam músicos convidados, em função do repertório a ser executado. Tem como Diretor Artístico e Regente Titular o Maestro Rodrigo Toffolo.

LEGADO

Ao longo de 15 anos de trabalhos ininterruptos, a Orquestra Ouro Preto reúne projetos de grande relevância.
Do repertório dito padrão, comumente executado por orquestras de todo mundo, a projetos de caráter artístico-pedagógico, a Orquestra Ouro Preto vem se destacando como um grupo de câmara de excelência, ao dedicar especial atenção à efervescência cultural da américa Latina, com foco na música brasileira de concerto e nas demais manifestações musicais de países vizinhos, assim como à pesquisa e difusão do repertório vinculado à Escola Mineira de Compositores do Séc. XVII.
A concepção de novos trabalhos no campo da música experimental, rende ao grupo aclamação de público e crítica, ao propor o diálogo entre os universos erudito e popular, formando novos públicos e dinamizando o acesso à música de concerto. Orquestra Ouro Preto – The Beatles, Valencianas – Alceu Valença e Orquestra Ouro Preto e a recente parceria com o multiartista Antônio Nóbrega são importantes referências.
Em sua circulação anual, está presente em cidades de Minas Gerais e de outros estados brasileiros, realizando também concertos e turnês internacionais em países como Bolívia (Festival Internacional de Música Antiga de Chiquitos), Argentina (Festival Internacional de Música Antiga e Barroco Ibero-americano), Inglaterra (International Beatle Week), Portugal (Turnê Países e Comunidades de Língua Portuguesa e Turnê Valencianas – Alceu Valença e Orquestra Ouro Preto) e Espanha/Galícia (Turnê Países e Comunidades de Língua Portuguesa).
De seu legado, registra-se o Prêmio da Música Brasileira, como melhor álbum de MPB de 2014 por Valencianas – Alceu Valença e Orquestra Ouro Preto; a Turnê Países e Comunidades de Língua Portuguesa, em parceria com a Missão do Brasil junto a CPLP, que teve como objetivo a divulgação da música latino-americana de concerto contemporânea; a gravação e lançamento do elogiado disco Latinidade – indicado ao prêmio Grammy Latino no ano de 2007 e o documentário Compositores de Ontem e de Hoje, gravado para a TV France 5, com difusão na Europa e no Brasil, em 2005.
Gravou, recentemente, o CD e DVD Oito Estações – Vivaldi e Piazzolla e Concertos para Cordas – Antonio Vivaldi, ambos inéditos no Brasil.

Numa cultura de mercado organizada, como a que impera em nossa atualidade sócio-cultural, fica evidente a urgência de promover fatos referenciais que orientem para a preservação de certos valores imanentes ao desenvolvimento humanístico das novas gerações. Isso sob pena de continuar afundando no vazio ético da passividade conivente, onde tudo nos é oferecido e nada podemos escolher por livre arbítrio e participação criativa: característica essencial da liberdade humana como único e verdadeiro ideal de transferência de um estado elementar para uma condição evolutiva.
Isso implica na convicção de que, atuando na transformação de nosso meio, abrimos o espaço para a transformação do ser humano naturalmente dotado de um potencial, cujo desenvolvimento depende de orientação e estímulo.
Em todas as civilizações que a experiência humana abrange, este papel coube à faculdade da imaginação que estimula a criatividade, que estimula o descobrimento, que estimula a invenção. Eis a espiral que deveria ser base de todo o conhecimento.
Esta forma de entendimento (pensar) poderia evitar que as instituições tendam à prematura obsolescência, repetidoras de procedimentos ultrapassados, e os homens possam superar a eficiência das formigas e das abelhas…
(ressalvo o respeito que essas criaturas nos despertam!). (Rufo Herrera)

A Série de Concertos The Beatles, foi destaque na International Beatle Week 2012, em Liverpool. Pela primeira vez, uma orquestra foi convidada para participar do festival, que reúne fãs e bandas de mais de 40 países do mundo. O concerto une, em um mesmo palco, uma orquestra de cordas a uma banda de rock, tendo percorrido várias cidades do estado de Minas Gerais e de todo Brasil.

 Patrimônio Cultural da Humanidade, “Capital da Beleza, da Saudade e da Esperança”*, a  Orquestra tem sua sede em Ouro Preto.
*Alceu de Amoroso Lima
EndereçoRua Paraná, 136, Centro • Ouro Preto • Minas Gerais • Brasil


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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

MARIO GIL - CONTOS DO MAR (REPOST NO MEGA A PEDIDOS)



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Déa Trancoso e Paulo Belinatti – Flor do Jequi (2012) (repost no mega a pedidos)

Vêm das mais remotas lembranças do Vale do Jequitinhonha, terra natal da cantora e compositora Déa Trancoso, as referências estéticas e sonoras que dão brilho a Flor do Jequi, quarto disco da bem-sucedida carreira da artista mineira, gravado em parceria com o violonista e compositor Paulo Bellinati.

Além de apurada pesquisa das tradições musicais do interior mineiro traz composições inéditas, além de embalagem de encher os olhos, com aquarelas de Mariza Trancoso, prima da cantora.

Não se trata de um disco fácil. Os trabalhos da intérprete nunca se nortearam por essa diretriz. Produzido por Déa e por Paulo Bellinati, autor dos arranjos, o novo projeto ressalta peças do tradicional cancioneiro regional, como Coco da veia, adaptado pela artesã Lira Marques e gravado pelo Coral Trovadores do Vale. Há espaço para releituras, como Tropeiro das cantigas, de Paulinho Pedra Azul, e para obras autorais, como Estreleira, de Déa, e Flor do Jequi, parceria dela com Sérgio Santos.

“Flor do Jequitinhonha/ dos ermos, lá do sertão/ barranqueira e montanha/ alento do coração/ florzinha de água doce/ rosinha bem delicada/ que enfrenta toda tormenta”, diz a letra – uma espécie de síntese do trabalho de Déa.
*por Sérgio Rodrigo Reis - EM Cultura

“O disco de Déa e Bellinati traz a participação do percussionista Guello na faixa Mestre Diôla, de Gonzaga Medeiros. Coube a Egberto Gismonti escrever a apresentação: “Acredito que existam somente dois tipos de música – a que hoje representa o alimento que mantém viva minha esperança e a de que amanhã precisarei, quando, desesperançado, descobrir estar pronto à aceitação de novo alimento. As músicas de Flor do Jequi estimulam uma emoção difícil de encontrar: a voz da Déa canta os arranjos de Bellinati, que tocam a voz de Déa, que cantam os arranjos de Bellinati, que tocam....”
*por Egberto Gismonti

Faixas
01 – Pai Chão – Edílson Dhio e Lima Jr.
02 – Contradanças – Tradicional/Adaptação Déa Trancoso e Josino Medina
03 – Flor do Jequi – Sérgio Santos e Déa Trancoso
04 – Nem Curto, Nem Comprido – Tradicional/Adaptação Déa Trancoso
05 – Pisa no Toco – Tradicional/Adaptação Déa Trancoso
06 – Tropeiro de Cantigas – Paulinho Pedra Azul
07 – Coco da Véia – Tradicional/Adaptação Lira Marques
08 – Estreleira – Déa Trancoso
09 – Batuques – Tradicional/Adaptação Déa Trancoso e Pereira da Viola
10 – Mestra Diôla – Gonzaga Medeiros
11 – Zum Zum Zum – Tradicional/Adaptação Déa Trancoso

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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

DONIZETE ANDERSON - CASA NOVA EXCLUSIVIDADE CANTO SAGRADO



Donizete Anderson é um cantor, compositor e violonista mineiro. Autodidata, cresceu ouvindo o som das músicas tocadas e cantadas nas reuniões familiares, festas populares e serestas típicas de Minas Gerais. Natural de Santa Rosa da Serra - MG, aos quatro anos mudou-se para Belo Horizonte. Aos doze anos teve algumas aulas particulares de teoria musical e solfejo, bem como de violão prático (cifrado). Pouco depois, encantou-se com a riqueza poética e harmônica da música popular brasileira e especialmente pelo "movimento" Clube da Esquina.
No grêmio estudantil do COLTEC/UFMG, onde estudou no início da década de 1970, ouvia uma eclética salada musical, temperada pelos nacionais: Novos Baianos, Sá, Rodrix & Guarabira, Secos e Molhados, O Terço, Lô Borges, Milton Nascimento, Mutantes, Gonzaguinha, Quinteto Violado, Chico Buarque e dezenas de outros artistas. Com alguns decibéis a mais, ouvia os gringos: Jimmy Hendrix, Janis Joplin, Pink Floyd, Yes, Led Zeppelin, Emerson, Lake & Palmer, Creedence, Ten Years After, Stones, The Who e outros monstros do pop e do rock. Imerso naquele ambiente, viu despertar e crescer seu lado compositor, tendo participado de alguns festivais de música.
Contornando as constantes demandas de sua vida pessoal e profissional, que o conduziram pelos caminhos da Ciência e Tecnologia, nunca abandonou os apelos de seu lado artístico.
Assim, continuou compondo e participando de eventos culturais. A partir de 2007 começou a planejar uma nova etapa de vida, em que pudesse integrar-se e entregar-se ao mundo da música. Abriu suas gavetas, selecionou alguns versos antigos e acrescentou-lhes melodias. Também compôs novas músicas e dedicou-se à seleção de um repertório autoral que pudesse ser apresentado como show. Em 2010 e 2011 produziu e apresentou, por três vezes, o show Primeiro Ensaio registrado em DVD (independente/esgotado). A partir de abril de 2012 passou a dedicar-se com exclusividade à vida artística e gravou seu primeiro CD autoral - Casa Nova. O show de lançamento do álbum foi realizado no dia 22 de abril de 2014, no Cine Theatro Brasil Vallourec, em Belo Horizonte - MG.
O CD Casa Nova foi gravado, mixado e masterizado nos estúdios SM (Belo Horizonte - MG) e Toca do Leão (Nova Lima - MG) em 2012/2013. Nesse álbum eclético são apresentadas doze composições. A produção conta com a direção musical e arranjos de Sérgio Moreira e Enéias Xavier. Participam das gravações: Bernardo Britto, Bill Lucas, Breno Mendonça, José Cícero, Dado Prates, Eliseu Barros, Enéias Xavier, Esdras Neném Ferreira, Gilvan de Oliveira, Lincoln Cheib, Lucas Barros, Monica Horta, Rafael Odon, Renato Saldanha, Rogério Delayon, Serginho Silva, Sérgio Moreira, Valéria Braga e Wagner Souza. Destacam-se ainda as participações especiais de Ladston do Nascimento, Selmma Carvalho e Trio Amaranto. O projeto gráfico foi desenvolvido por Tavinho Bretas, com base numa tela do artista plástico Paulo Roberto Bondezan.

Donizete Anderson
contato@donizeteanderson.com
Belo Horizonte, MG


Faço um destaque para as musicas "Quatro ventos" "Rosalinda do indaiá" "Metamorfose das águas".
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