“Poemas Místicos do Oriente” é uma seleção de poemas de três grandes
filósofos orientais: o libanês Khalil Gibran e os persas e sufis Omar
Khayyam e Rumi. “Poemas Místicos do Oriente” é um tratado sobre
Transcendência. Tanto música quanto poesia, insistem e apontam para a
fugacidade dos sonhos humanos e os valores permanentes do Espírito. O
resultado final para o ouvinte atento é uma grande transformação de
consciência. Os poemas são recitados por Letícia Sabatella e a música é
de Marcus Viana.
01 - Rubaiyat I
02 - Rubaiyat II
03 - A Lua de Tabriz
04 - Na Floresta
05 - Artista
06 - O Destino do Coração
07 - Rubaiyat III
08 - O que Não Somos
09 - O Mundo Além das Palavras
10 - Estou Partindo / Fica
11 - Talaa Al Badru Aalaina
12 - Sama III / IV
13 - A Hora da União
14 - Mundos Infinitos
15 - Do Amor
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CANTO SAGRADO
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"SOU DA TERRA DO OURO, DAS SERRAS AZUIS,DOS CAMPOS GERAIS, SOU DO MUNDO, SOU MINAS GERAIS"
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quinta-feira, 15 de outubro de 2015
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
CÉSAR LACERDA - PARALELOS E INFINITOS
César Lacerda é cantor, músico e compositor. Mineiro da cidade de
Diamantina, passou a sua adolescência em Belo Horizonte, viveu por oito
anos na cidade do Rio de Janeiro, e agora mora em São Paulo.
Lançou em 2013 o seu primeiro disco, "Porquê da Voz" (produção musical de Elisio Freitas) com doze faixas autorais; e que conta com as participações especiais de artistas como o cantautor Lenine, o percussionista Marcos Suzano, do quarteto de cordas do leste-europeu Taron, e de alguns novos nomes da MPB, como o pernambucano Carlos Posada (Posada e o Clã) e a cantora e atriz Juliana Perdigão (Teatro Oficina). O disco foi celebrado pela crítica especializada e, de lá pra cá, o músico já levou o seu trabalho para sete países (Brasil, Uruguai, Cuba, Holanda, Alemanha, Itália e Portugal), tocando em espaços respeitados como a Casa da Música em Portugal (ao lado do rapper Emicida), o Club Bahnhof Ehrenfeld na Alemanha, o TramJazz na Itália (ao lado do senegalês Madye Diebate), no Festival Romerias de Mayo em Cuba; e no Oi Futuro no Rio de Janeiro, Teatro Paiol em Curitiba e Sesc Vila Mariana em São Paulo.
César têm parcerias musicais com artistas como Paulinho Moska, Matheus Nachtergaele, Eucanaã Ferraz, Fernando Temporão, Letícia Novaes e Luiz Gabriel Lopes. Já teve canções suas gravadas em discos de artistas como Filipe Catto, Graveola e o Lixo Polifônico, Duda Brack, Kristoff Silva, entre outros.
Paralelamente, César Lacerda tem participado de diversos projetos como a coletânea Mar Azul, projeto digital produzido pela Tocavídeos; uma homenagem ao Clube da Esquina lançada pelo selo Slap (Som Livre). O tributo aos Novos Baianos, projeto digital Tinindo e Trincando, produzido pelo site paulista Jardim Elétrico. E do EP digital Instantâneos do Festival Dobradinhas e Outros Tais, ao lado da cantora e parceira Letícia Novaes da banda Letuce. Faz, ainda, parte da 10a temporada do programa Zoombido do cantor e compositor Paulinho Moska, que estreia em julho de 2015, no Canal Brasil.
Em 2015, o artista prepara o lançamento do seu segundo álbum "Paralelos & Infinitos", com produção de Pedro Carneiro. Na gravação do novo disco, o multi-instrumentista executa noventa por cento dos instrumentos e conta com participações especiais dos artistas Cícero, Mahmundi, Lucas Vasconcellos e Pedro Carneiro. O álbum, que contém oito faixas autorais, saiu em agosto pela gravadora paulista Jóia Moderna do DJ Zé Pedro.
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CANTO SAGRADO
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Lançou em 2013 o seu primeiro disco, "Porquê da Voz" (produção musical de Elisio Freitas) com doze faixas autorais; e que conta com as participações especiais de artistas como o cantautor Lenine, o percussionista Marcos Suzano, do quarteto de cordas do leste-europeu Taron, e de alguns novos nomes da MPB, como o pernambucano Carlos Posada (Posada e o Clã) e a cantora e atriz Juliana Perdigão (Teatro Oficina). O disco foi celebrado pela crítica especializada e, de lá pra cá, o músico já levou o seu trabalho para sete países (Brasil, Uruguai, Cuba, Holanda, Alemanha, Itália e Portugal), tocando em espaços respeitados como a Casa da Música em Portugal (ao lado do rapper Emicida), o Club Bahnhof Ehrenfeld na Alemanha, o TramJazz na Itália (ao lado do senegalês Madye Diebate), no Festival Romerias de Mayo em Cuba; e no Oi Futuro no Rio de Janeiro, Teatro Paiol em Curitiba e Sesc Vila Mariana em São Paulo.
César têm parcerias musicais com artistas como Paulinho Moska, Matheus Nachtergaele, Eucanaã Ferraz, Fernando Temporão, Letícia Novaes e Luiz Gabriel Lopes. Já teve canções suas gravadas em discos de artistas como Filipe Catto, Graveola e o Lixo Polifônico, Duda Brack, Kristoff Silva, entre outros.
Paralelamente, César Lacerda tem participado de diversos projetos como a coletânea Mar Azul, projeto digital produzido pela Tocavídeos; uma homenagem ao Clube da Esquina lançada pelo selo Slap (Som Livre). O tributo aos Novos Baianos, projeto digital Tinindo e Trincando, produzido pelo site paulista Jardim Elétrico. E do EP digital Instantâneos do Festival Dobradinhas e Outros Tais, ao lado da cantora e parceira Letícia Novaes da banda Letuce. Faz, ainda, parte da 10a temporada do programa Zoombido do cantor e compositor Paulinho Moska, que estreia em julho de 2015, no Canal Brasil.
Em 2015, o artista prepara o lançamento do seu segundo álbum "Paralelos & Infinitos", com produção de Pedro Carneiro. Na gravação do novo disco, o multi-instrumentista executa noventa por cento dos instrumentos e conta com participações especiais dos artistas Cícero, Mahmundi, Lucas Vasconcellos e Pedro Carneiro. O álbum, que contém oito faixas autorais, saiu em agosto pela gravadora paulista Jóia Moderna do DJ Zé Pedro.
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CANTO SAGRADO
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quarta-feira, 7 de outubro de 2015
ROBERTO ZARA - INSTRUMENTAL - (exclusividade canto sagrado)
Simplicidade mineira no som da viola caipira.
Estive este final de semana em Glaura, distrito de Ouro Preto, lugar de eximia beleza, conheci uma pessoa muito especial, cheio de magia um protetor da natureza, me presenteou com esse belíssimo disco, lugar mágico, pessoas mágicas, desfrute cada acorde........
Deixo meu agradecimento e um grande abraço ao "LOBO" Delamontag´ne.
(Daniel)
Estive este final de semana em Glaura, distrito de Ouro Preto, lugar de eximia beleza, conheci uma pessoa muito especial, cheio de magia um protetor da natureza, me presenteou com esse belíssimo disco, lugar mágico, pessoas mágicas, desfrute cada acorde........
Deixo meu agradecimento e um grande abraço ao "LOBO" Delamontag´ne.
(Daniel)
Álbum de estreia do compositor mineiro reúne canções instrumentais feitas no mato
Foram semanas isolado do caos urbano, ouvindo apenas o silêncio do mato
para testar as infinitas afinações de suas violas. É nesse ritmo manso,
de quem não tem pressa para escolher os melhores acordes e notas, que o
cantor e compositor Roberto Zara, 53, reuniu inspiração para lançar seu
primeiro álbum, “Roberto Zara - Instrumental”. Com dez faixas, o disco é
uma ode à cultura de Minas Gerais, repleto de arranjos de cordas que
remetem à natureza, sons de pássaros e cachoeiras, além de outras
simplicidades que se escondem atrás das tradicionais montanhas mineiras.
Com quase 35 anos de carreira, Roberto Zara participou de dezenas de
bandas na década de 70, como a Favo de Mel, ao lado de Claudio
Venturini, Ronaldo Venturini, Julio Venturini e Elldon Moreira, além de
trabalhar com produção musical em diversos estúdios da capital mineira,
como o Bemol, Ferretti, 108 e REC. Só agora, porém, ele decidiu lançar o
primeiro disco solo, após acumular décadas de experiência. “Fui
acumulando durante a carreira aspectos da MPB, da bossa nova, Clube da
Esquina etc. E só agora eu tive a vontade de colocar um som genuíno de
Minas Gerais em um álbum com a minha personalidade”, diz o músico.
Se tivesse que escolher uma definição para todo o disco, talvez Roberto
Zara escolhesse a palavra paciência. Afinal, foram três anos de idas e
vindas até a Serra do Cipó, onde ele se recolheu nos povoados de Lapinha
da Serra e São José da Serra, desde 2011, para meditar, arranhar seu
violão, comer broa de fubá com café e bater papo à toa. “Eu passava o
dia testando afinações do bandolim em mi e de uma viola em sol,
compondo, rearranjando numa paz total e um clima muito mineiro. Guardei
as músicas compostas lá e agora achei que elas estavam maduras para
serem gravadas”, diz.
Apesar de um processo longo de composição, “Roberto Zara -
Instrumental” foi gravado em apenas quatro dias, no estúdio Celsom, no
Prado, de forma totalmente analógica (“o instrumento precisa ser captado
à moda antiga para soar como algo genuíno de Minas, não adianta fazer
diferente com viola”, justifica o compositor em meio a risos).
Multi-instrumentista, Roberto Zara gravou as violas de 10 e 12 cordas,
bandolim e mandolim (variação italiana do bandolim), além dos violões de
aço e nylon. Os outros instrumentos que dão corpo às canções do disco –
órgão, violino, violoncelo e flauta transversal – foram todos gravados
no teclado pelo maestro e parceiro, Celso Ramos. “Eu quis usar
essencialmente a viola e o bandolim neste trabalho porque representam a
raiz e a essência de Minas Gerais. Os outros instrumentos são
complementares e, apesar de serem clássicos, mantiveram a pegada popular
do disco que eu queria”, diz.
Entre algumas das principais canções do álbum, chama atenção a moda de
viola “Enganoso Coração”, com arranjo suave em que predominam a viola
caipira, o contrabaixo acústico e um bandolim marcante. Destaque também
para “Maçãs e Passarinhos”, composta em parceria com o músico Gerdeson
Mourão, que faz praticamente uma reflexão sobre o canto dos pássaros e o
silêncio do meio do mato.
LUCAS SIMÕES
O TEMPO PUBLICADO EM 02/06/14
Maravilhoso disco !!!!!!!!!!!!!!!!
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MAR AZUL - SONS DE MINAS GERAIS - VOL.1
Álbum 'Mar Azul...' reúne releituras contemporâneas do Clube da Esquina
Revelações da nova cena da MPB surpreendem ao revisitar o cancioneiro setentista de Milton Nascimento e sua turma
Quarenta e três anos depois do lançamento
do álbum seminal do movimento que fez história na MPB, é fato: muita
coisa ainda pulsa no cancioneiro do Clube da Esquina, além das tão
propaladas melodia e harmonia. Prova disso é 'Mar Azul – Sons de Minas
Gerais vol.1', que será disponibilizado nesta segunda na internet.
Distante do desgastado formato coletânea, o projeto audiovisual traz
interpretações contemporâneas para 10 clássicos de Milton Nascimento e
cia., com direito a recriações dignas das canções originais.
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Aos clássicos, foi acrescentada uma pérola recente da parceria dos irmãos Márcio e Lô Borges, 'Quem sabe isso quer dizer amor'. O tributo privilegia os álbuns 'Clube da Esquina' (1972) e 'Clube da Esquina 2' (1978), mas não se limita a eles. Originalmente pensado como um documentário, o projeto acabou resultando em 11 vídeos que poderão ser conferidos .
Os áudios estarão reunidos em um álbum disponibilizado com exclusividade na web pelo selo Slap, da gravadora Som Livre. Fiel ao conceito audiovisual, cada vídeofaixa de 'Mar Azul...' é antecedida por pequeno depoimento do intérprete, justificando a escolha daquela canção. O segundo volume do projeto não é descartado pelos produtores, conforme sugere o próprio subtítulo. A única faixa em versão instrumental é 'Nascente', de Flávio Venturini e Murilo Antunes.
Aliás, a ideia inicial era dar ao projeto o título 'Tudo que move', a partir do verso de 'Amor de índio', de Beto Guedes e Ronaldo Bastos. Essa canção acabou não entrando no repertório.
“Lendo sobre o movimento, acabei chegando àquela casa em Mar Azul, praia de Niterói onde os integrantes do Clube da Esquina passaram uma temporada antes da gravar o primeiro disco”, diz Fernando Neumayer, ao justificar o batismo definitivo do projeto.
Muito ligado ao meio audiovisual e à tecnologia, foi assim que ele chegou ao formato inovador de 'Mar Azul...' – que, em boa hora, une música e vídeo. “Talvez o projeto não surgisse há alguns anos”, admite, atribuindo a opção, que remete ao documentário, aos tempos atuais, em que o disco físico está praticamente extinto.
A informalidade do movimento mineiro, que reunia músicos e profissionais de meios variados, como o fotógrafo Cafi, é um dos aspectos que mais chamaram a atenção do produtor de 'Mar Azul...'. “Aquela coisa de muita gente no estúdio, da macarronada na casa dos Borges”, diz Neumayer. Ele se refere à residência da família de Lô e Márcio, perto da esquina das ruas Paraisópolis e Divinópolis, no bairro belo-horizontino de Santa Tereza, de onde veio o nome do clube.
Na hora da escolha da faixa a ser gravada por cada artista, pesou a questão pessoal. “É um samba de maracatu, uma marca forte da nobreza da negritude”, afirma o cantor e compositor Pedro Luís a respeito de 'Reis e rainhas do maracatu', que ele interpreta ao violão. O carioca revela que o primeiro 'Clube da Esquina' chamou a sua atenção “pelo som gringo, no bom sentido”. “É bem gravado e bem mixado, o que faz você querer ouvir cada vez mais”, explica. Pedro conta que seus LPs 'Minas', de Milton, e 'Falso brilhante', de Elis Regina, chegaram a furar de tanto serem ouvidos.
A cantora e pianista Maíra Freitas, filha de Martinho da Vila, confessa: foi difícil escolher uma entre tantas canções do movimento musical mineiro que conquistou o mundo. Ela optou por 'Cravo e canela', que diz adorar por ser “muito percussiva e dançante”. Impressiona a releitura conferida pela carioca a esse clássico, já gravado por tantos artistas.
Por sua vez, Júlia Vargas, que optou por 'Canoa, canoa', confessa que sempre quis cantá-la. “De certa forma, a canção me transporta para a terra em que nasci, Cabo Frio”, diz a jovem intérprete, dona de timbre e presença cênica possantes. “É uma ‘responsa’ cantar uma música dessas”, admite Júlia, contando que escolheu o mesmo tom de Milton Nascimento. Não por acaso, Bituca apadrinhou a moça – tem feito shows com Júlia pelo país e a convidou para dividir o palco com ele e o rapper Criolo, em 2014.
César Lacerda optou por 'Pedras rolando', classificada por ele como “a fruição mais celestial de uma coisa muito maravilhosa”. Diamantinense radicado no Rio de Janeiro, o jovem músico se empolga: “Beto Guedes é uma pedra filosofal misteriosa. Aquela voz, aquelas letras, aquela harmonia”.
Se, por um lado, muitos optaram por gravar em companhia do próprio instrumento, outros convidaram músicos para acompanhá-los. Michele Leal, nascida em Itajubá, canta 'Paisagem da janela' ao lado do pianista Francisco Pellegrini. A intimidade com essa canção veio da época em que, criança, integrava corais da cidade do Sul de Minas. Júlia Vargas convidou o flautista Fábio Luna e o violonista Rodrigo Garcia para gravar 'Canoa, canoa' com ela.
Criadores do Clube aprovam Mar Azul
“Estou maravilhado. Tudo cresceu no espaço e no tempo muito além de minhas expectativas. Sinceramente, não estava sabendo de mais essa iniciativa, que me emociona bastante. É um bom sinal pra gente saber que, em 43 anos de trabalho, deixou algo tanto para a nossa própria geração quanto para as novas gerações, que estão antenadas à nossa própria história”, afirma o compositor Márcio Borges, um dos principais letristas do Clube da Esquina, ao lado de Fernando Brant e Ronaldo Bastos.
De Cannes, na França, onde participa do Midem, o maior encontro mundial de empresas ligadas à música, Ronaldo Bastos desejou sucesso ao empreendimento, enquanto Borges acredita que 'Mar Azul...' tem tudo a ver com as novas propostas do mercado fonográfico.
“A indústria fonográfica deu muitos passos errados, ao contrário da TV, que investe em conteúdo”, repara Borges. “Primeiro, ela investiu no público jovem sem potencial de consumo. Depois, achou que o público era imbecil, simplificando ao máximo os conteúdos”, acrescenta.
WEB
Márcio diz que a febre atual do vinil é uma das provas do equívoco da indústria em substituí-lo pelo CD. “O vinil tem uma reprodução muito melhor”, afirma, saudando as novidades. “É bacana que projetos como 'Mar Azul...' consigam envolver a música com a tecnologia, a web. Vejo isso como solução para a crise que estamos vivendo no mercado”, conclui o parceiro de Milton Nascimento e Lô Borges nas canções 'Clube da Esquina' e 'Clube da Esquina 2'.
Ailton Magioli - EM Cultura Publicação:08/06/2015
1. Pedras rolando (Beto Guedes e Ronaldo Bastos, 1979) - César Lacerda
2. Canoa, canoa (Nelson Ângelo e Fernando Brant, 1977) - Júlia Vargas
3. Um girassol da cor de seu cabelo (Márcio Borges e Lô Borges, 1972) - Silva
4. Reis e rainhas do maracatu (Nelson Ângelo, Novelli e Fran, 1977) - Pedro Luís
5. Cravo e canela (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1971) - Maíra Freitas
6. Paisagem da janela (Lô Borges e Fernando Brant, 1972) - Michele Leal
7. Nada será como antes (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1972) - Ordinarius
8. Fazenda (Nelson Ângelo, 1976) - Lucas Arruda
9. Travessia (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1967) - Dani Black
10. Quem sabe isso quer dizer amor (Márcio Borges e Lô Borges, 2002) - Moska
11. Nascente (Flávio Venturini e Murilo Antunes, 1977) - João Bittencourt
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domingo, 27 de setembro de 2015
PELAS ISTRADINHAS DE MINAS
Esta cidade ao Sul de Minas Gerais, revela uma grande diversidade de natureza ao seu redor, posicionada na Serra da Mantiqueira, a 190 KM de São Paulo. Com belas paisagens, florestas, cachoeiras, penhascos, e pedras exuberantes que chegam a 2.100m de altitude, é um lugar ideal para a prática de turismo rural, esportes radicais, caminhadas, ou apenas um delicioso banho de cachoeira.
A cidade ainda conta com belas pousadas e restaurantes que servem à típica comida mineira, simplesmente deliciosa.
Conheça +
Gonçalves
Gonçalves - Minas Gerais
DELICIAS DE MINAS
BAMBÁ DE GARIMPO
- 400 g de costelinha de porco
- 5 folhas de couve
- 100 g de feijão (carioquinha) cozido
- 3 dentes de alho picados
- 2 cebolas roxas, raladas
- Sal a gosto
- 1 tigelinha de urucum.
Cozinhe e bata bem o feijão (a consistência é importante: ele não pode ficar nem ralo nem grosso demais). Pegue uma panela de pressão e cozinhe a costelinha por 20 minutos, fritando-a, rapidamente, a seguir. Então, refogue-a numa panela de pedra (preferencialmente), junto com o alho e as cebolas raladas. Adicione uma pitada de urucum, para dar cor. Despeje o feijão sobre a costelinha e deixe ferver até pegar gosto. Pique a couve bem fininho, distribua-a sobre a mistura e deixe ferver mais 2 minutos. Sirva com arroz branco, feijão batido e angu.
TAVINHO MOURA - SINFÔNICO
Os mais consagrados intérpretes brasileiros buscam no clássico popular
de Tavinho seus momentos de maior densidade de expressão. A crítica
especializada reverencia sua composição e investiga o vocabulário
adequado para, com nitidez, traduzir a percepção do gênero, da forma e
do conteúdo estético incomuns e instigantes de sua obra. De um lado, a
OSMG, hoje umas das mais renomadas orquestras sinfônicas do país; de
outro, a criatividade de Tavinho Moura, um artista que tão bem traduz a
alma de Minas Gerais em suas criações. E coube ao destacado talento de
arranjador e instrumentista de Wagner Tiso, ao reger o concerto cujo
repertório compõe o novo CD do compositor, obter o máximo dessa
combinação de linguagens, dando às canções o seu formato sinfônico.
"Um sonho que é sonhado por todos os compositores que amam a música
popular brasileira" Tavinho Moura.
1. Noites do Sertão
2. Amormeuzinho
3. As Meninas no Trem de Sabará
4. Saudade Eu Canto Assim
5. Paixão e Fé
6. Viagem das Mãos
7. O Que Será de Nós
8. Em Volta do Fogo
9. Encontro das Águas
10. A Grande Graça
11. Gente que Vem de Lisboa
12. Cruzada
13. Chico, O Caminhador
14. Conspiração dos Poetas
15. Rio Doce
16. Engenho Trapizonga
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