Translate

sábado, 27 de junho de 2015

EMCANTAR - MUTIRÃO - (exclusividade CSDT)

“O disco Mutirão lembra um misto de projetos infantis de qualidade, como os de Bia Bedran e do selo Palavra Cantada, com registros folclóricos sem cheiro de formol. O CD tem participações de Pena Branca, do Quinteto de Cordas da Orquestra Camargo Guarnieri, dos capitães do Moçambique Branco de Araguari, do ancião Charqueada e de Luiz Salgado, dos grupos Trem das Gerais e Tabinha.
MutirãoAberto com clipe em desenho animado, da música Ararunaiana e com bem-tramado encarte em papel reciclado, Mutirão tem 18 faixas e oferece ao ouvinte uma seqüência saborosa de temas onde lirismo e beleza nunca rimam com falsa alegria simplória da maioria dos discos dedicados ao público infantil e jovem.
Seja com uma lenda indígena amazônica adaptada (Como surgiu a noite), canções sobre cantos de pássaros (Mutum/Alforria, Sabiá Bem-Te-Vi), cenas de paisagem e ecologia (Quatro Colinas, Arve) ou demonstrações de inspirada poesia de apelo popular (Rugas de um caburé, Versim), o disco mistura leveza e consistência, e bom exemplo é a letra de Dentro, de Ênio Bernardes e Cleusa Bernardes: Minas é um lugar/ dentro/ montanhas e casarões/ janelas de olhar/ dentro/ olhos de mulher/ cofre/ baú/ segredo dentro/ Se em Minas/ liberdade é viver dentro/ como pode o peixe vivo/ viver fora?.”

Fonte: Jornal Estado de Minas, 15/08/2005.Por Kiko Ferreira 
 
 CONHEÇA UM POUCO DO PROJETO EMCANTAR
www.emcantar.org/
 
*se vc gostou compre o original, valorize a obra do artista.
DOWNLOAD: copie
https://mega.nz/#!K5hTzKCb!oC4gqccmsj4jhE8n29x8BH5Qn525Iml7iqGqR2UCqzk
 

quarta-feira, 24 de junho de 2015

GIL DA MATA - CIRANDA - (exclusividade CSDT)

Pouco tem na web desse grande artista de Belo Horizonte que é Gil da mata, sei que anda levando sua cantoria para os festivais do Brasil afora.
Digitalizei o compacto de 1984 (uma raridade) com apenas duas musicas.
1- Ciranda
2- Em algum lugar da América do sul

DOWNLOAD: copie
https://mega.nz/#!XlxmEJga!kVKvJJJgycoUUhHAG8flp18c3GiauJQJ65Df9wTSC1k

ZE HELDER - ASSOPRA O BORRALHO - (execlusividade CSDT)

Assopra o Borralho é o título do terceiro disco solo do compositor e instrumentista mineiro Zé Helder. É um disco de composições próprias, algumas parcerias (Zeca Collares, Amauri Falabella, Índio Cachoeira) e participações especiais (Alzira E, Jotagê Alves e vários músicos).

O que é “Assopra o Borralho”   
O disco Assopra o Borralho é permeado por uma temática rural – reminiscências da infância do autor, ao redor do fogão de lenha em sua cidade natal, Cachoeira de Minas, MG. A viola caipira é o instrumento principal e todas as canções têm arranjos que valorizam a ambientação acústica e instrumentação concisa.

Nesse disco, Zé Helder aprofunda suas experimentações na viola, dessa vez com um instrumento dinâmico (com ressonância a partir de um cone metálico), que repete o caminho surpreendente e inovador já experimentado em trabalhos anteriores. Readota seu instrumento anterior, o contrabaixo, para criar a atmosfera típica de uma Minas Gerais de várias facetas, entre o tradicional e o contemporâneo.

Uma das faixas do trabalho é uma homenagem ao professor Hermógenes, pioneiro na difusão do Yoga no Brasil, autor de vários livros e referência em estilo de vida saudável. Essa faixa será feita com a participação do grupo tradicional “Os Mensageiros de Santos Reis” grupo de folia de reis formado pelos mesmos integrantes do grupo Os Favoritos da Catira, que já são parceiros em outros trabalhos de Zé Helder.

A gravação dessa faixa exigirá uma produção especial, e será registrada em vídeo para divulgação na internet. Essa produção (vídeo) ficará a cargo da produtora Confraria. A produção do disco é de Ricardo Vignini, dono do selo Folguedo/Tratore responsável por muitas produções do gênero, inclusive os trabalhos anteriores de Zé Helder.
http://lojamusicaquevemdeminas.blogspot.com.br

01 – Água Limpa – Zeca Collares e Zé Helder
02 – Seresta na Roça – Índio Cachoeira e Zé Helder
03 – Assopra o Borralho - Zé Helder
04 – Composição Sobre Trilhos - Zé Helder
05 – Pão de Queijo – Mingo Jacob e Zé Helder
06 – Sabão de Cinza - Zé Helder
07 – Francisco - Zé Helder
08 – Com Você, tudo é Outra História - Zé Helder
09 – A Toada do Prof, Hermógenes - Zé Helder
10 – As Bodas de Caná - Zé Helder
11 – O Boi - Zé Helder
* se vc gostou compre o original, valorize a obra do artista!
DOWNLOAD:copie
https://mega.nz/#!jpB0gKjK!XCNry7xIanmsZPAfDmDXpGAE4wW9N6rXJA7sAOJLK2U

terça-feira, 23 de junho de 2015

ZE HELDER - NO ÔCO DO BAMBU - (exclusividade CSDT)


No Oco do Bambu é o mais novo trabalho do violeiro e compositor Zé Helder. Este trabalho é a continuidade de seu primeiro CD, intitulado "A Montanha" (2004), em que começou a explorar a viola caipira de maneira original em composições vocais e instrumentais, com um repertório que passeia por influência de música regional, clube da esquina, jazz, rock, música erudita e outras vertentes.
          Neste novo trabalho, Zé Helder está acompanhado do mesmo trio do primeiro CD: Diovani Bustamante (bateria) e Guilherme Cordeiro (baixo). Em algumas faixas há a participação do violeiro e produtor Ricardo Vignini (Matuto Moderno), participação especial na Faixa "Virtude" (Zé Helder), de Ivan Vilela, da cantora e compositora Dani Lasalvia, na faixa "Faiança" (Zé Helder e Dani Lasalvia) e do guitarrista Fabrício Santos na faixa "Fogo na Quissaça" (Zé Helder). Além de composições autorais, Zé Helder também traz interpretações de grandes nomes da música brasileira, como "Senhorinha", de Guinga/Paulo César Pinheiro e "Pai João", de Tião Carreiro/Zé Carreiro.
          O CD No Oco do Bambu é repleto de destaques, entre eles é a música "Paiol de milho", de Tio Chinho que é interpretada com um naipe de sopro típico de bandas de coreto, o que reforça o tom regional do CD. Outro destaque é a música "Saciá" (Zé Helder) que faz menção ao Saci Pererê, que é um importante ícone da cultura brasileira.
luciano queiroz

 01 - Tao
02 - Uma Noite
03 - Faiança
04 - Paiol de Milho
05 - Pai João
06 - Senhorinha
07 - Cachoeira
08 - Araucária
09 - Pedra Branca
10 - Saciá
11 - Fogo na Quissaça
12 - Virtude
13 - Tao - instrumental

*se vc gostou compre o original, valorize a obra do artista!
DOWNLOAD:copie
https://mega.nz/#!itgiCYDA!dPaMfkCtw-iPw0phTCu14PUarEsCw8eqPHYMAgnNDAA

segunda-feira, 22 de junho de 2015

ZE HELDER - A MONTANHA - (exclusividade CSDT)

“Coloque uma banda de música nas ruas. O povo a seguirá para a festa ou para a guerra.” – Napoleão Bonaparte
Essa frase ficava em pequeno quadro pendurado na porta da sala de aula da sede da tradicional Sociedade Musical Eduardo Tenório, de Cachoeira de Minas sul de Minas Gerais. Nesse lugar eu, assim como centenas de outras crianças da cidade tiveram suas primeiras lições de música com o Zé Luís, que além de professor e presidente da banda, era também dono de uma serralheria. Depois de algumas aulas de solfejo comecei com a chiquinha (ou sax horn em si b) para depois passar para o clarinete. Esse fora presenteado pelo tio Zi, exímio sanfoneiro que tocava qualquer coisa que lhe dessem, inclusive assobiava magistralmente. Era o tio mais talentoso da família e uma das minhas maiores referências musicais.
Com a banda, aos dez anos de idade tive uma das melhores experiências como músico. Entramos todos em um busão para ir tocar em Itajubá, a sessenta quilômetros dali. Pela primeira vez eu saía da cidade pra tocar – e sem minha mãe.
Depois minha família se mudou para Itajubá, parei com a banda e com o clarinete, mas conheci o Luciano Daniel que me ensinou a tocar violão. Logo em seguida me chamaram pra uma banda, onde comecei a tocar baixo. Eu estava com 15 pra 16 anos e nessa etapa foram minhas primeiras experiências de tocar na noite. Cheguei a acompanhar a Ceumar, Márcia Salomon, além de muitas outras gigs memoráveis com Omar Fontes, Rafael Toledo, grupo Telhado, e minha banda de rock que era a Blues Corporation.
Então resolvi estudar no Conservatório de Pouso Alegre. Contrabaixo acústico. Vim a me formar e me tornei professor nessa querida escola. Foram oito anos ensinando no CEMPA (Conservatório Estadual de Música de Pouso Alegre). Eu tocava na noite, tinha banda de rock, fazia casamento, baile, o que pintasse pra defender uma graninha. E ainda me formei em Comunicação Social pela FAFIEP. Algum tempo depois eu ainda me formaria em um segundo curso superior, Licenciatura Plena em Música pelo Conservatório Brasileiro de Música do Rio de Janeiro.
No CEMPA, certo dia o Nikolaos, meu grande amigo, me mostrou um instrumento que estava esquecido no almoxarifado da escola: uma viola Del Vecchio. Foi um divisor de águas. Passava dia e noite agarrado com aquele instrumento, vendi todo meu equipamento de baixista e entrei de cabeça. Isso foi em 1999.
A viola permitiu que fluíssem as músicas que eu sempre tentava fazer, mas eu achava que não tinha jeito pra compor. Então fui atrás de um professor. Ninguém menos do que Ivan Vilela, que se tornaria meu grande amigo desde o primeiro contato.
Em 2002 nasceu minha filha Helena e gravei meu primeiro CD com o grupo Orelha de Pau. Éramos eu, Euler Ferreira e Geraldo Jr. e com esse trabalho fizemos muita coisa na TV, muitos shows e festivais. Mas o grupo só ficou no primeiro CD mesmo, apesar de ser muito lembrado até hoje.
O ano de 2003 foi muito intenso pra mim. Depois do fim do meu primeiro casamento, tive uma reaproximação com a família de meu pai (que morreu antes de eu completar dois anos de idade) e com a cidade de Pedralva. Aquela gente e aqueles lugares tão queridos foram a inspiração para meu primeiro disco solo. A Montanha foi gravado em Pedralva e produzido por Diovani Bustamante.
Conheci a excepcional cantora Dani Lasalvia. Foram muitos shows juntos, além de ela me aproximar do pessoal de São Paulo, inclusive ela me apresentou a meu parceiro Ricardo Vignini.
O Ricardo é dono do selo Folguedo, dedicado à música de viola. Comecei a gravar meu segundo disco solo com ele. No Oco do Bambu seria lançado em 2009, e durante o processo de gravação começamos a germinar o que seria nosso maior sucesso: o duo Moda de Rock. Esse disco causou um estardalhaço, viajamos por todo o Brasil tocando e fizemos um DVD com participações de Pepeu Gomes, Kiko Loureiro e Os Favoritos da Catira.
Fizemos em 2012 o disco Matuto Moderno 5, essa sensacional banda em que eu faço parte desde a saída do Alex Mathias. Com um som pesado firmemente alicerçado em raízes caipiras, o álbum Matuto 5 foi inteiramente gravado em Pedrão, bairro rural de Pedralva, na Chácara Vô Zezinho, propriedade de minha família. E eu estou lançando meu próximo disco solo, Assopra o Borralho.
Bem, faltou dizer que continuo professor, desde 2006 no Conservatório Municipal de Guarulhos. É o segundo curso de viola que eu criei, o primeiro foi em Pouso Alegre. E também estou trabalhando em um livro didático, onde juntei todas as minhas experiências com esse instrumento. E também vivo feliz com minha querida Mariana e o Francisco, que está começando a falar. E que também adora música.
*http://www.zehelder.com.br


 
 A Montanha é o primeiro trabalho solo do violeiro, cantor e compositor Zé Helder. Um trabalho que utiliza a viola de maneira original em composições vocais e instrumentais, acompanhado dos músicos Diovani Bustamante (bateria), Guilherme Cordeiro (baixo) e Renato Kefi (piano e teclados), além das participações de músicos como os percussionistas Zé Eduardo Nazário, Carlinhos Ferreira e Euler Ferreira.
Um repertório que passeia por influência de música regional, clube da esquina, Jazz, rock rural, música erudita e outras vertentes, explorando linguagens inusitadas com a viola caipira.

 Alma de Viola
 A Montanha
 Ponteando
 Largo
 Desejo
 É Verdade, Você Veio..
 Cururu do Currila

 Pro Zezinho
 Assombração
 Fiote
 Porteira
 O Ipê e a Oiticica
 Caboclinha
 
*se vc gostou compre o original, valorize a obra do artista!
DOWNLOAD:copie
 https://mega.nz/#!31YA3A5D!rnP7GxeKDOxKZU9o97g9jdFE7UzZ2-pigDo_2IxXph0

domingo, 21 de junho de 2015

PELAS ISTRADINHAS DE MINAS - MARIANA

Mariana é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Foi a primeira vila, cidade e capital do estado de Minas Gerais. Foi no século XVII uma das maiores cidades produtora de ouro para a coroa Portuguesa. Mariana tornou-se a primeira capital de Minas Gerais por participar de uma disputa onde a Vila que arrecadasse maior quantidade de ouro seria elevada a Cidade sendo a capital da então Capitania de Minas Gerais.

Site Oficial de Turismo de Mariana - Minas Gerais - Brasil

TAVITO - MINEIRO - 2014 (exclusividade CSDT)

ADVERTISEMENT
“O mineiro é um combinado de coisas que estão em Belo Horizonte”. Assim Luís Otávio de Melo Carvalho, o Tavito, de 66 anos, explica o título de seu segundo disco solo, depois de retomar a carreira em 2003, a convite do cantor Affonsinho.
Com repertório que mescla canções inéditas e regravações, 'Mineiro' reúne a produção autoral de Tavito. Ele revela que quando se apresenta em locais em que o público o desconhece, costuma recorrer a clássicos de carreira para que saibam de quem se trata. Afinal, Tavito é autor de 'Casa no campo', sucesso na voz de Elis' Regina que ele compôs em parceria com Zé Rodrix.


Tavito é o autor de 'Rua Ramalhete', canção icônica da Belo Horizonte dos anos 1970, registrada em seu primeiro LP. Ainda assim, as pessoas costumam se lembrar dele quando ouvem 'Marcas do que se foi', jingle composto pelo mineiro para o governo federal em plena ditadura militar, posteriormente gravado por Os Incríveis e The Fevers.
“Este ano/ Quero paz no meu coração/ Quem quiser ser meu amigo/ Que me dê a mão. O tempo passa/ E com ele caminhamos”, dizem os versos do jingle, uma espécie de hino do réveillon de 1976, em pleno governo Geisel. “A princípio, não gostava de revelar que essa música era minha”, confessa Tavito. Ele próprio era uma das vítimas do horror da ditadura: foi preso e perdeu pessoas próximas. “Já estávamos no período de distensão política. Se não fizesse, outros fariam”, justifica o compositor, autor de outros jingles famosos, como “Vem pra Caixa/ Você também”.

Publicidade


Dono de um dos maiores acervos publicitários do país, com 3 mil peças entre jingles e trilhas, Tavito migrou para o setor quando interrompeu a carreira artística depois da morte prematura de um irmão. Ele ainda se exercita na área, porém em ambiente caseiro. De 1975 a 1979, na agência Zuruna, ele teve como sócio o compositor Paulo Sérgio Valle. Ivan Lins, Djavan e Mariozinho Rocha trabalharam para a dupla.

“Assim como a música, a publicidade também secou, bombardeada pela banalidade de tecnologia”, acusa Tavito, lamentando o fato de a internet e de outros meios encherem o mundo de pressa. A música é outra vítima, em sua opinião. “As pessoas falam em música de qualidade. Para quem?, já que estamos diante de uma geração inteira sem referência?”, lamenta. E adverte: na civilização contemporânea, tudo leva ao emburrecimento. “O Carlos Careqa tem uma letra que traduz muito bem isso: ‘Por que você quer ser artista?/ Por que você quer ser cantor?/ O campo precisa de gente/ Não tem mais agricultor’”, afirma Tavito.

“Em um mundo de ideologias precárias, a velharada está cansada de tanta remandiola e rebosteio”, lamenta, acrescentando que a juventude ficou “sem ideias definidas”. O CD 'Mineiro' é um sinal de sobrevivência, afirma Tavito. “Ele privilegia coisas muito pessoais, com enfoques de infância e adolescência muito ricas e absolutamente felizes que tive em BH”, confessa.
“A toada com a qual encerro o CD ('Ponto facultativo') é resultado da presença de nossa época. É um lamento de quem perdeu algo precioso”, afirma. Em parceria com Aldir Blanc ele fez um tango ('Sensual'), enquanto 'O último bolero' é assinado com Renato Teixeira. Juca Novaes e Tavito compuseram o samba Adrenalina pura. O amigo e parceiro Zé Rodrix (1947-2009) é resgatado em três faixas: Amor e foguetes, 'Esquematizando esquemas' e 'Coisas pequenas'. O CD tem como convidados as cantoras Renata Pizi e Adriana Dre e o Rossa Nova, grupo de rock rural descoberto por Rodrix. Produção independente, Mineiro será distribuído pela Trattore.
 
Ailton Magioli
MINEIRO

'Tudo e nada' – De Tavito e Gilvandro Filho
'Parece quase nada' – De Tavito e Alexandre Lemos
'Esquematizando esquemas' – De Tavito e Zé Rodrix
'Está na pele' – De Tavito e Ricardo Magno
'Sábado' – De Fredera
'Amor e foguetes' – De Tavito e Zé Rodrix
'Minha Cinderela' – De Tavito
'Coisas pequenas' – De Tavito e Zé Rodrix
'Na beira da canção' – De Tavito e Luhli
'Adrenalina pura' – De Tavito e Juca Novaes
'O último bolero' – De Tavito e Renato Teixeira
'Sensual' – De Tavito e Aldir Blanc
'Meu lugar' – De Tavito
'Ponto facultativo' – De Tavito e Léo Nogueira

*se vc gostou compre o original, dê valor a obra do artista
DOWLOAD: copie
https://mega.nz/#!epAFEYbA!uy3bu1QgNg9_oh4pgAkTwk-_vtZHezu4YjxKDp-HWBc