"SOU DA TERRA DO OURO, DAS SERRAS AZUIS,DOS CAMPOS GERAIS, SOU DO MUNDO, SOU MINAS GERAIS"
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sexta-feira, 20 de maio de 2022
sexta-feira, 8 de abril de 2022
EDU SANTA FÉ - RAIZES DO BRASIL
Nascido em Goiânia, mas morando com seu pai no sul de Minas Gerais em um sitio na serra da Mantiqueira, Edu Santa Fé descobriu cedo a vocação musical. Aos seis anos, ganhou um violão do pai e começou a fazer músicas. Já fez parte de uma dupla sertaneja, porém, segue em carreira solo atualmente. Gravou alguns discos e dedicou um álbum todo para a mãe, que morreu há alguns anos. Edu Santa Fé toca viola, guitarra, gaita e violão. Na carreira, o músico deseja mostrar mais a música caipira porque o Brasil tem coisas lindas que precisam ser vistas. Nas horas vagas, ele dispensa o futebol e andar a cavalo.
O músico nunca se viu fazendo outra coisa que não fosse música. Cresceu no meio de serestas e acordava com acordes musicais na porta de casa. Ainda criança, ganhou um instrumento musical e não largou mais. “Meu pai me deu um violão quando eu tinha seis anos. Comecei a fazer minhas musiquinhas e os temas eram sempre natureza e animais. Peguei gosto e me dedico à música até hoje. Nunca fiz outra coisa, sempre investi nisso”, conta o artista.
Um dos momentos marcantes na vida de Edu Santa Fé é o álbum que dedicou para a mãe, quando ela morreu. “São músicas que falam de Nossa Senhora, Jesus Cristo e Deus”, diz. Aliás, o cantor, que se chama Edu Sparttacus Martins, adotou o sobrenome por causa da ligação com a religião. “Ouvi esse nome e fiquei tocado. Falei: ‘é esse nome que eu quero’. Acho que tem a ver com o tipo de música que eu gosto. Gosto de Deus e Ele me norteia”, explica.
Muito bom, recomendo !
Se vc gostou compre o original valorize a obra do artista.
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quarta-feira, 23 de março de 2022
FELIPE BEDETTI - AFLUENTES
O compositor, violonista e cantor Felipe Bedetti artista mineiro de 21 anos vem se destacando pelo apuro e maturidade musical, com reconhecimento de nomes como Toninho Horta e Tadeu Franco, ambos presentes no disco.
A sonoridade mineira é notada em todo o repertório do disco, que apresenta composições em parcerias com nomes consagrados como Paulinho Pedra Azul, além de participações especiais das cantoras Bárbara Barcellos e Dani Lasalvia. Com base nas ideias do cantautor, todos os músicos da banda tiveram a liberdade de propor seus próprios arranjos e estilos. Tem-se assim uma colcha de retalhos mineira muito bem arrematada no talento de Beto Lopes (guitarra e trompete), Fernando Sodré (viola caipira), Alexandre Andrés (flauta) e Pedro Volta (piano), dentre outros.
Junto às canções inéditas, Afluentes traz um tema instrumental e uma releitura de “Serra Branca”, de Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro. O projeto foi construído em uma grande rede colaborativa. Várias cidades do interior, como Borda da Mata, Matipó e Ponte Nova foram lar das gravações e da mixagem deste trabalho. Gravações, revisão e masterização foram realizadas em Fortaleza-CE, Brasília-DF, São Paulo-SP e Rio de Janeiro-RJ.
Sobre Felipe Bedetti
Minas Gerais é mundialmente conhecida como berço de música de qualidade. Além de seus nomes consagrados, o estado parece sempre apresentar uma renovação de sua arte, lapidando harmonias e melodias. É nesse meio que a voz grave, aconchegante e precisa de Felipe Bedetti começou a chamar atenção nos últimos anos. Nascido em Abre Campo, o mineiro canta, toca violão e compõe desde os 6 anos de idade. Aos 17 mudou-se para Belo Horizonte, onde lançou seu disco de estreia, Solo Mineiro. Com 21 anos de idade e 7 de carreira, o artista faz shows por todo o Brasil. Recentemente, teve seu talento reconhecido no Festival Itinerante da Música Brasileira, no Rio Grande do Sul. A canção “Luzeiro”, presente no atual trabalho, recebeu o prêmio de melhor melodia. Dentre suas maiores influências estão Milton Nascimento, Nelson Ângelo, Tavinho Moura, Toninho Horta, Tadeu Franco, Dori Caymmi e Edu Lobo.
Se vc gostar compre o original, valorize a obra do artista.
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domingo, 20 de março de 2022
MENINOS DE MINAS - ÊH MINAS ...
Sobre o álbum “ê Minas…”
Gravado em Itabira, Berlin, na Alemanha, e Serpa, Portugal, “êh Minas…” é o terceiro álbum do Meninos de Minas e mostra algumas marcas registradas do grupo: honra aos mestres, canto às tradições de Minas Gerais, valorização dos compositores mineiros e das músicas e ritmos oriundos do Congado. Além de expressar a força dos tambores, patangomes, gungas, cordas e vozes.
O álbum apresenta arranjos sob a ótica do coletivo, trazendo composições de domínio público (“Canto de Moçambique 2” e “No Tempo do Cativeiro”) e, também, de mestres como Vander Lee (“A voz”), Newton Baiandeira (“O Trem que Leva Minas”), Maurício Tizumba (“Devagar com o Andor”, “Pedra que Brilha” e “A Criação”), Sérgio Pererê (“Velhos de Coroa”) e de representantes da nova cena mineira: as jovens Maíra Baldaia (“Negra Rima”, parceria com Elisa de Sena, e “Palavra Muda”, parceria com Verônica Zanella) e Brenda Alaís (“Saudade de Minas”).
A direção musical é de Bruno Messias, que começou ainda criança como aluno no projeto, se formou em música e, hoje, é educador musical. E quem assina a coordenação geral do projeto é Cléber Camargo Rodrigues
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quarta-feira, 2 de março de 2022
MARCUS VIANA - COLETANEA CANTO SAGRADO
1- Pantanal - ao vivo
2 - Viajantes do tempo
3- Ultimo canto de inverno
4- Canção do perdão
5- Antes que seja tarde
6- As sem razões do amor
7- Canção da árvore
8- Om shanthi (com Lulia Dib)
9- Pátria Minas
10- Sob sol (com Raya Hilal)
11- Om shanti peace and joy (com Raya Hilal)
Download (320 kbps) Versões Inéditas (2016/2022)
terça-feira, 1 de fevereiro de 2022
JOÃO DE ANA - DIGNIDADE
Há algum tempo João de Ana se sentiu ferido quando um amigo lhe disse friamente para guardar a viola no saco porque ele jamais teria sucesso no mercado da música com a obra que construía a partir da mistura de influências de sons do sertão, da seresta, do Clube da Esquina, do rock rural e da música de câmara.
A dor impulsionou o cantor, compositor e músico mineiro – nascido em 31 de janeiro de 1973 em Pedra Azul (MG), cidade situada no Vale do Jequitinhonha – a fazer uma música, Dignidade.
É essa música que acabou dando nome ao primeiro álbum do artista, Dignidade, lançado em edição virtual e em CD selo nascido da parceria do violeiro Chico Lobo com a gravadora Kuarup.
Na certidão de nascimento, João de Ana é João Alves dos Santos. Na vida e na arte, João virou de Ana por ser filho de Ana das Neves Santos, a mãe que homenageia postumamente no álbum Dignidade através da canção Donana, uma das 12 músicas do repertório essencialmente autoral do disco produzido por Ricardo Gomes.
A única música de lavra alheia no cancioneiro do álbum Dignidade é Banco de feira (Roberto Andrade e Waltinho, 1973), música apresentada pela Banda de Pau & Corda no álbum Vivência (1973) – no ano em que João nasceu – e revivida pelo artista mineiro em gravação feita com as adesões da cantora Bárbara Barcellos e do violeiro Chico Lobo.
A composição Banco de feira tem significado especial para João porque o pai do artista, Valvídio Alves dos Santos, tem até hoje uma banca na feira de Pedra Azul, a já mencionada cidade mineira em que João veio ao mundo há quase 49 anos.
vivência de João de Ana no Vale do Jequitinhonha pautou a criação e a gravação de músicas como Canção do Vale (João de Ana e Gilberto Guimarães), Sinfonia (João de Ana, Zé Henrique e Gilberto Guimarães) e Cantador de lua cheia (João de Ana a partir de letra do poeta Voltaire Lemos).
Dignidade é álbum entranhado nas matas e nas esquinas de Minas Gerais, como reiteram composições como Minas canções (João de Ana e Zé Henrique), mas há também ecos das passagens de João pela Bahia, cenário que inspirou a criação de Cantador do tempo (João de Ana e Gilberto Guimarães), faixa que também conta com a presença de Chico Lobo, a exemplo da já citada faixa Banco de feira.
O mercado da música é de fato difícil com quem se recusa a seguir as tendências da indústria, mas o álbum Dignidade mostra que João de Ana fez bem em ignorar o conselho do amigo.
Saiba mais: https://barulhodeagua.com/2021/11/25/1476-joao-de-ana-mg-lanca-album-de-estreia-pela-kuarup-com-participacao-de-chico-lobo-e-barbara-barcelos/
Se vc gostou compre o original, valorize a obra do artista.
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WILSON DIAS - SER(TÃO)INFINITO
Magnifico !!!
Saiba mais:
https://barulhodeagua.com/tag/wilson-dias/
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