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domingo, 25 de março de 2018

PELAS TRIA E ISTRADINHAS DE MINAS


Bonfin localiza-se a uma latitude 20º19'36" sul e a uma longitude 44º14'19" oeste, estando a uma altitude de 930 metros e a 90 km da capital do estado. Sua população estimada em 2004 era de 6 703 habitantes. As principais vias de acesso para o município são as Rodovias MG-040 e BR-381.
Possui uma área de 309,77 km².

O Santuário

Em estilo rococó e datado da década de 1840, o Santuário do Senhor do Bom Jesus de Bonfim guarda em seu interior monumental entalhes adornados com anjos, colunas, arcadas, capitéis e sancas, próprios de seu estilo.








DELICIAS DE MINAS



CARRANCAS
Combustível para aventuras
Banho de cachoeira, caminhada em trilhas de mata exuberante, passeios a cavalo, conversas noite adentro e muita calma para pensar. Carrancas, a 290 quilômetros de Belo Horizonte, é o paraíso das águas claras, de esportes, como rapel, e de muita gente jovem e bonita em busca de vida saudável. Para ganhar muita energia e escalar os paredões de pedra, só mesmo comendo muitos quibes de peixe e bolinhos de mandioca recheados. Na Pousada da Toca, a dois quilômetros do Centro de Carrancas, o viajante encontra os dois salgados, feitos na hora, que “seguram a fome” por algumas horas. Os proprietários, Marcelo e Mara Moreira, fazem tudo com o maior carinho e conhecimento de causa. O peixe usado é a piramutaba, que dá mais liga na massa. Durante o preparo, todo cuidado é pouco, pois as espinhas devem ser retiradas completamente. Depois de saborear a “dupla dinâmica”, o visitante estará cheio de gás para curtir as aventuras ecológicas, tanto nas terras da pousada, quanto em outros locais da região.



 1 kg de peixe (piramutaba)
 1 kg de farinha de quibe
 1 colher (de sopa) de sal
 1 molho de hortelã
 1 cebola ralada
 1 molho de cebolinha verde
 2 dentes de alho
 1 molho de salsinha
 1 gota de pimenta malagueta

Como fazer Quibe de peixe
Deixar a farinha de quibe de molho durante cerca de três horas. Desfiar o peixe, tirando as espinhas. Amassar a carne com a mão, para verificar se não ficou qualquer pedaço de osso. Escorrer a água da farinha do quibe, misturar o peixe e os temperos e moldar os salgados. Fritar em gordura bem quente. Um segredo para melhorar a consistência é congelar o quibe logo depois de moldá-lo. Servir bem quentinho, acompanhado de uma fatia de limão.
Receitas fornecidas por Marcelo e Mara Moreira, de Carrancas

AMARILDO SILVA - MARIANA (EXCLUS. CSDT)

O disco passeia por canções inspiradas na poesia de Wander Lourenço, poeta, professor de literatura e especialista em Guimarães Rosa, que assina junto com Amarildo todas as letras do CD. 


Foto: Divulgação


O trabalho, que se origina do Projeto Grande Sertão Gerais, abarca as perspectivas de uma leitura lírica da obra ficcional de João Guimarães Rosa.


Resultado do convívio artístico e intelectual entre Amarildo Silva e Wander Lourenço, "Mariana" conta com a participação, em uma faixa, da cantora Cátia de França. Kiko Continentino, Marcelo Bernardes, Flávia Ventura Tygel, Andre santos, SabáTuk, entre outros - orquestrados pelo maestro Maurício Barreto -, também participaram do disco. 

Uma vida de música e poesia que desaguam em “Mariana”

Amarildo é natural de Raul Soares, interior de Minas Gerais. Desde muito cedo, interessava-se por música e poesia. Aos 12 anos, escreveu seu primeiro poema e, influenciado pelo avô materno, tocador de Viola Caipira, já começava, aos 15, a compor suas primeiras canções.  

Apenas com músicas inéditas, Amarildo lançou seu primeiro trabalho solo, "Rios Afluentes", em 1995. Em 1997, fez o segundo CD, “Estação”, com canções próprias e uma releitura de "Nada será como antes", de Milton Nascimento e Ronaldo Bastos.

Em 1998, formou, em parceria com o amigo, João Francisco Neves, o grupo Cambada Mineira. Gravaram cinco CDs e um DVD. A banda - que já percorreu todo o país com o show "Cambada Canta Minas" - existe até hoje.

Em 2004, nos intervalos de shows do Cambada Mineira, iniciou o terceiro trabalho, inspirado na obra de Guimarães Rosa: “Virgem Sertão Roseano”.
Magnifico !!!
Se vc gostou adquiri o original valorize a obra do artista.
Vc encontra esse disco no site 
lojamusicaquevemdeminas.blogspot.com
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MARCOS CATRINA - LEVE (EXCLUS. CSDT)



Marcos Catarina começou a trabalhar em seu novo disco, “Leve”, em 2015, quando ainda estava em turnê com o trabalho anterior, “Entre Canções” (postado já no blog). A produção foi marcada, porém, por uma tragédia, quando o irmão do músico, Vander Lee, veio a falecer em agosto de 2016.
A morte inevitavelmente afetou o álbum, que acabou incluindo duas releituras do irmão – “O Dedo do Tempo no Barro da Vida” e “Pra Ser Levado em Conta” – e uma inédita, “Logo Ali”, composição inacabada de Lee com Rae Medrado finalizada por Marcos.
“É mais que uma homenagem. A gente produziu esse disco num período de luto, e conviver com o Eneias Xavier, diretor musical, foi reviver essas memórias e ter uma chance de matar um pouco a saudade”, reconhece o músico.
Para além da presença de Lee, o álbum marca uma guinada mais pop na discografia do mineiro. Se “Entre Canções” tinha um sabor mais regional, em “Leve”, Marcos mistura suas referências do Clube da Esquina e a sonoridade do Vale do Jequitinhonha a influências do samba e de compositores consagrados da MPB, como Luiz Melodia, Djavan e Chico Buarque.
Um encontro que foi selado e finalizado pelos anos de experiência de Xavier. “Ele traz uma leitura mais pop, diferente do disco anterior, com uma presença forte do power trio – guitarra, baixo e bateria – na maioria das canções, mas sem deixar de ser um disco bem mineiro, cheio de harmonias”, descreve Marcos. Além do diretor musical, o disco conta ainda com parceiros como o piauiense Ravel Rodrigues – que assina uma das faixas com Marcos – e Pereira da Viola, que toca em outra.
Tematicamente, Marcos afirma que as letras de “Leve” são um registro diverso e esponjoso do que ele absorveu nos últimos anos. “Eu trato do cotidiano, absorvo desde as novas tecnologias até essa dualidade que estamos vivendo, do radicalismo bipolar. O álbum vai na contramão dessas dicotomias, buscando um contraponto a elas nas nossas origens e nas relações amorosas”, descreve.
*por Daniel Oliveira (o tempo)

Se vc gostou adquiri o original valorize a obra do artista.
Voce encontra  esse disco no site
lojamusicaquevemdeminas.blogspot.com/

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CANTO SAGRADO

TAVINHO MOURA


Para completar mais dois excelentes discos do mestre Tavinho Moura.
Se vc gostar adquiri os originais valorize a obra do artista.

NOITES DO SERTÃO 1984 (TRILHA DO FILME)

Arquivo gentilmente cedido por Marcos Xavier administrador do blog  http://osbrutostambemouvem.blogspot.com.br/ aquém tenho meus sinceros agradecimentos.

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CANTO SAGRADO


O AVENTUREIRO DO SÃO FRANCISCO 2004

Arquivo gentilmente cedido pelo amigo mineiro e maquinista Monjje do blog http://tremdeminas2.blogspot.com.br/  aquém tenho meus sinceros agradecimentos.

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CANTO SAGRADO



sábado, 17 de março de 2018

DELICIAS DE MINAS


ITAGUARA
Poderosa mistura
Mais uma parada para o almoço, desta vez em Itaguara, a 100 quilômetros de Belo Horizonte. Seguindo a sabedoria popular – “comida boa é comida bem-feita” – recebemos a indicação do Champagne Scotch Bar, no Centro da cidade. Não se impressione com o nome pomposo e globalizado, que remete à culinária francesa. Nada disso. O ambiente e a refeição têm sotaque mineiríssimo. Os donos, Elizabeth Santa de Moraes e Carlos Alberto Gonçalves Ribeiro, sugerem o fígado com jiló, que tem grande saída. Aceitamos a orientação de bom grado, sem qualquer arrependimento. Afinal, quem não gosta de tão poderosa mistura? Se o freguês quiser mais, pode pedir carne-de-sol com mandioca, peixe à dorê, caldo de feijão, dobradinha e outras delícias. Com larga experiência como cozinheiro, Carlos Alberto pilota as panelas e diz que o fígado, ao ser frito, deve ficar malpassado. O pulo-do-gato está em abafar a panela durante dois minutos, para garantir o ponto certo. Elizabeth é craque no tira-gosto e diz que, se precisar, o cozinheiro faz pratos internacionais. Basta encomendar com certa antecedência. 

 400 g de fígado de boi  1 cebola fatiada  1 pitada de orégano  1 colher de molho inglês  Tempero (alho e sal) a gosto  5 jilós fatiados  10 folhas de alface (para decorar)  2 tomates, um descascado e outro fatiado (para decorar)  10 azeitonas verdes (para decorar)

Como fazer Fígado com jiló
Fritar o fígado em óleo, deixando-o malpassado. Adicionar o jiló, a cebola, o orégano, o molho inglês e o tempero, fechar a panela e abafar por dois minutos. Forrar a travessa com as folhas de alface e fatias de tomate, colocar a carne e enfeitar com o tomate descascado e sem sementes e as azeitonas.
Receita fornecida por Elizabeth Santa de Moraes
e Carlos Alberto Gonçalves Ribeiro, de Itaguara
*sabores de minas

TAVINHO MOURA


Se vc gostar de algum dos discos adquiri o original valorize a obra do artista

CONSPIRAÇÃO DOS POETAS 1997

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CANTO SAGRADO



MINHAS CANÇÕES INACABADAS 2014

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CANTO SAGRADO