"SOU DA TERRA DO OURO, DAS SERRAS AZUIS,DOS CAMPOS GERAIS, SOU DO MUNDO, SOU MINAS GERAIS"
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segunda-feira, 3 de outubro de 2016
DELICIAS DE MINAS
BISCOITO DE QUEIJO DE PITANGUI
Ingredientes
50 gramas de banha de porco
250 gramas de manteiga de leite
200 ml de leite
1 kg de polvilho doce
1 kg de queijo ralado
8 ovos
1 colher de sopa de sal
Modo de fazer
Junte em uma travessa o sal, a banha de porco, a manteiga e o polvilho. Depois, acrescente os ovos. Em seguida, junte o leite aos poucos. Por último, coloque o queijo e misture até a massa ficar homogênea.
Faça pequenos bolinhos e coloque em uma travessa untada com óleo. Coloque os biscoitos em um forno pré-aquecido em 200°C e deixe assar por 20 minutos. Sirva.
BAUXITA - CLUBE AOS 40
O cantor Bauxita, 30 de carreira, tem um currículo invejável. Fez 11 anos de canto lírico teve uma banda com Samuel Rosa do Skank. Foi convidado pra participar do Jota Quest, antes do Rogério Flausino. Já apresentou programa de TV e dividiu o palco com Ray Charles em seu show no Parque das Mangabeiras, em Belo Horizonte.
Tem outros projetos como rock machine e como vocalista da banda código B.
Bauxita sempre foi figurinha carimbada das noites de Belo Horizonte e neste album Bauxita faz um tributo muito bonito ao clube da esquina.
01 – Cancão do Novo Mundo – Beto Guedes e Ronaldo Bastos
02 – Você Fica Bem Melhor Assim – Lô Borges e Tavinho Moura
03 – Tanto – Beto Guedes e Ronaldo Bastos
04 – Não Se Apague Esta Noite – Lô Borges e Márcio Borges
05 – Diana –Toninho Horta
06 – Trem de Doido – Lô Borges e Márcio Borges
07 – Cruzada – Tavinho Moura e Márcio Borges
08 – Quem Sabe Isso Quer Dizer Amor – Lô Borges e Márcio Borges
09 – Fazenda – Nelson Ângelo
10 – Clube da Esquina – Lô Borges, Milton Nascimento e Márcio Borges
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c
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
LUIZ SALGADO - QUANTO MAIS MEUS ÓIO CHORA, MAIS O MAR QUEBRA NA PRAIA (EXCLUS. CSDT)
Sou cantador e violeiro, mineiro da região do Alto Paranaíba, Patos de Minas. Atualmente, moro em Araguari, no Triângulo Mineiro. Busco através da música, demonstrar a alma simples do povo do interior. Minha música trata de coisas simples e ao mesmo tempo relevantes. A preservação do Cerrado e de toda fauna e flora, assim como a cultura mineira e brasileira. Acredito que a cultura é um canal transformador e criador.
Luiz Salgado é um cantador do cerrado mineiro. Desenvolve um trabalho fincado na expressão musical arraigada no Brasil profundo, na música que emana do que há de mais autêntico e genuíno da tradição das festas populares, da folia de reis, do congado e da viola caipira. No seu ofício de cantador faz de sua viola não só um instrumento musical de trabalho, mas também uma ferramenta de combate. Com seus acordes, ponteados e versos, canta o cerrado, o mato, a prosa, o causo, tornando sua música uma atitude diante da cultura e da vida, imprimindo uma maneira de ver o mundo e celebrar a beleza da tradição, da natureza, dos costumes e do folclore dessa região de Minas Gerais.
Uma obra prima do cerrado mineiro, "violeiro do cerrado" como é conhecido seu trabalho, Luiz Salgado neste album mostra que a viola mineira tem varias estradas, Luiz percorreu um caminho diferenciado e inovador "viola temperada com cordas e metais".Um trabalho simplesmente maravilhoso, com destaque para "candeia".
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TENHO RECEBIDO MUITOS EMAILS E COMENTÁRIOS ONDE ENCONTRAR OS DISCOS ORIGINAIS.
AGRADEÇO A TODOS QUE ABRAÇA ESTA CAUSA DE VALORIZAR O TRABALHO DOS ARTISTAS INDEPENDENTES OU NÃO.
GRANDE PARTE DOS DISCOS POSTADOS PODERÁ SER ENCONTRADO EM VÁRIOS SITES COMO LIVRARIA CULTURA, TRATORE, GVIANNA PRODUÇÕES, STUDIO SONHOS E SONS ALÉM DE SITE DO PRÓPRIO ARTISTA.
INDICO TAMBÉM O SITE - LOJA A MUSICA QUE VEM DE MINAS (TEM QUASE TODOS)
BOAS COMPRAS E BOA MUSICA A TODOS.
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CLAUDIO FARIA - O QUE NINGUÉM ENSINA
Por Rodrigo James
A palavra “artista” tem mil e
um significados no mundo moderno. Desde ex-participantes de reality
shows até pessoas que realizam tarefas consideradas fora do comum, todos
somos artistas em algum momento de nossas vidas. E de certa forma é
louvável que sejamos. Afinal, como dizia um slogan antigo de uma grife
de roupas, “viver é uma art, man!”. Mas se voltarmos à definição de
artista mais comumente aceita - aquela que diz que ele “é uma pessoa
envolvida na produção da arte, no fazer artístico criativo” - muito
poucos o são. Cláudio Faria é um deles. Artista na acepção da palavra,
constrói sua vida em torno de sua arte e faz com que ela seja realmente
uma tradução de sua própria vida.
O envolvimento de Cláudio com
sua arte, a música, começou ainda na adolescência, quando fez parte do
grupo “Antes Arte do que Tarde”, da Fundação Clóvis Salgado, em Belo
Horizonte, e lá conheceu sua mentora na música, a professora e
compositora Cláudia Cimbleris. No grupo, Cláudio começou a dar vazão à
sua criatividade, se especializando em escrever arranjos. Da sala de
aula para os palcos, o “Antes Arte do que Tarde” não se limitava à
teoria. Exercitava a prática através da série de apresentações “Segunda
Maior”, onde os músicos tinham o privilégio de dividir o palco do
Palácio das Artes com alguns grandes nomes da música. Assim, Cláudio
teve a oportunidade, ainda bem novo, de se apresentar ao lado de gente
como Toninho Horta, Sá e Guarabyra e Flávio Venturini.
Da teoria para a prática. Dos
palcos para a profissionalização. O talento de Cláudio rapidamente o
levou para o universo da música de uma forma ainda mais incisiva. Foi
contratado para trabalhar como músico da banda de Paulinho Pedra Azul,
com quem permaneceu por quatro anos até passar para a banda de um gênio
da música de Minas Gerais: Lô Borges. Mais quatro anos se passaram até
Cláudio pudesse então dar início à sua mais duradoura parceria, que
perdura até hoje: a de músico, arranjador e produtor de Beto Guedes. Nas
horas vagas, Cláudio nunca deixou de compor, arranjar e até mesmo se
apresentar com inúmeros artistas espalhados pelo país, que tinham a ver
com sua visão do que era a boa música. Dentre eles, estão Paulo Santos
(Uakti), Marcus Vianna, Juarez Moreira e Leila Pinheiro, com quem
Cláudio imediatamente estabeleceu uma inspirada parceria. Isso tudo sem
falar na banda “Noivo da Lu”, que Cláudio integrou durante os anos 1990 e
2000 e com quem gravou dois discos e no disco em parceria com a própria
Cláudia Cimbleris, “Os Sete Raios”, lançado em 2005.
Mas faltava algo. Faltava a
Cláudio uma união ainda mais simbiótica entre sua vida e sua arte. O
pontapé inicial veio quando Flávio Venturini o convidou para integrar o
cast de seu selo “Trilhos.Arte” e gravar seu primeiro disco solo. Flávio
já havia gravado uma música sua (“Sob o Sol do Rio”) e o convite acabou
surgindo naturalmente. Assim, Cláudio iniciou sua carreira-solo em 2009
com o CD “O Som do Sol”. Uma produção caseira, gravado literalmente em
sua casa, com a contribuição valiosa de alguns amigos que Cláudio foi
fazendo ao longo dos anos de militância no meio musical. Dentre eles, o
baterista Neném e o baixista Adriano Campagnani, além do próprio Flávio
Venturini, que canta na faixa título, composta em parceria com o poeta
Murilo Antunes e de Beto Guedes, que empresta sua voz para abrilhantar
“Ana”.
Vida e arte. Sempre se
confundindo e se influenciando, mudando os rumos da vida do artista.
Pouco depois do lançamento de “O Som do Sol”, Cláudio perderia seu pai e
seus planos sofreriam uma mudança de rumos, desistindo de promover o
disco. Ironicamente seria uma outra doença na família que o levaria a
fazer o contrário: conceber mais um trabalho e registrá-lo para a
posteridade.
Alguns anos se passaram desde “O
Som do Sol” e Cláudio foi mais uma vez obrigado a diminuir seu ritmo:
sua mãe, Maria Simim Faria, mais conhecida como “Mariinha” adoeceu e
Cláudio passou a permanecer mais tempo em casa, perto dela, que
inspirava muitos cuidados. Com o tempo, foi aprendendo a conviver com a
doença e até mesmo arrumar tempo para se dedicar à música, compondo e
arranjando as canções que fariam parte deste segundo disco. Com sua fã
número 1 ao seu lado, Cláudio se motivava ainda mais na medida em que as
canções iam tomando forma e prenunciando um álbum mais orgânico, de
canções, que pudessem causar algum tipo de reação nas pessoas, nem que
fosse um simples elogio por sua beleza.
Infelizmente,
Mariinha faleceu três anos depois, sucumbindo à doença degenerativa. E
Cláudio, ao contrário do primeiro disco, quando não teve forças para
divulgá-lo, desta vez encontrou a energia necessária para registrá-lo,
até mesmo para homenagear sua mãe, que participou de todo o processo,
opinando e dando seu aval às canções. “O Que Ninguém Ensina” começou
então a ganhar forma no Estúdio Ultra, o escolhido por Cláudio para o
registro. A seu lado, alguns colaboradores bem especiais, músicos que
não apenas serviram como força braçal, mas também contribuíram para o
clima geral do trabalho, como o baterista Robinson Matos, o baixista
Adriano Campagnani e um quarteto de cordas formado por Mateus Freire,
Rodolfo Toffolo, João Carlos Ferreira e Sérgio Rabello, executando os
arranjos de Cláudio.
Das 11 canções
de “O Que Ninguém Ensina”, oito são de autoria de Cláudio. Uma delas, a
faixa-título, é uma parceria com Rodolfo Mendes e traz o verso que deu o
tom geral do trabalho e praticamente se colocou como o título do álbum:
“Até quando a gente vai viver / Pra aprender o que ninguém ensina”. Já
“Meu Porto” é uma parceria bem especial de Cláudio com Leila Pinheiro e
surgiu após uma sessão na casa de Leila, com Cláudio tocando piano.
Leila também participa do disco emprestando sua voz inconfundível para a
regravação de “Sob o Sol do Rio”. Completando a lista, “Tudo em Você”,
de Beto Guedes e Ronaldo Bastos, que Cláudio executou inúmeras vezes ao
longo dos anos, pelos palcos do Brasil.
Ainda no quesito
participações especiais, duas chamam a atenção, logo na primeira música
do disco, “Simples Canção”: a cantora Vanessa Falabella, que se
apaixonou pelo trabalho de Cláudio e fez questão de estar no disco; e o
veterano músico Célio Balona, que toca acordeon. A produção musical de
“O Que Ninguém Ensina” ficou a cargo do próprio Cláudio, com o auxílio
precioso do engenheiro de gravação e mixagem Henrique Soares. As fotos
que compõem o projeto gráfico são do arquivo de Cláudio e da fotógrafa e
designer Shirley Fráguas. Tudo feito com um amor supremo pela arte,
pela música e de uma maneira despretensiosa, como tinha que ser.
O disco:
Na busca do intangível (que não está
relacionado com a realidade percebida pelos sentidos e cuja a existência
se efetiva tendo em conta a abstração) nada como recorrer ao chamado
"mar de sonhos" (a face oculta da lua) para tentar explicar a realidade
que só existe no contexto da imaginação e que não pode ser representadas
por fatos.
O amor é assim, a amizade é
assim e assim também é a música. Nessa "paisagem lunar" não se pode
dispensar o é primordial e essencial.
Na busca das coisas que o
olho não vê, o coração (o nosso "sexto sentido") talvez seja o único
caminho para se desvendar o abstrato da vida, aquilo que não se pega e
que para entender tem que necessariamente sentir.
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sábado, 24 de setembro de 2016
TELO BORGES
Marcelo Wilson Fragoso Borges, o Telo, nasceu em 22 de janeiro de 1958,
na capital mineira, filho de Salomão Magalhães Borges, jornalista
autodidata, e Maria Fragoso Borges, professora primária. Seu primeiro
contato com a música aconteceu por meio dos seus irmãos, Marilton e Lô
Borges, que já eram músicos profissionais. Com 13 anos, começou a
estudar piano, mas logo desinteressou-se. Com 14 anos, compôs a música
“Voa Bicho” em parceria com o irmão Márcio Borges. Na adolescência,
passava férias na casa de Milton Nascimento no Rio de Janeiro, onde
aconteceu sua primeira experiência em estúdio ao participar da gravação
do disco “Milagre dos Peixes”. Com 17 anos, se apaixonou e compôs “Vento
de Maio”, que é gravada por Lô Borges e Elis Regina. Em seguida, saiu
em turnê com o irmão Lô, participando do Projeto Pixinguinha. Participou
da gravação do disco “Os Borges”. A partir do álbum “Sol de Primavera”,
passou a integrar a banda de Beto Guedes. Em 2003, recebeu o Grammy
Awards pela música intitulada “Tristesse” em parceria com Milton
Nascimento.
Harmonias ricas, criatividade e inovação marcam o CD Coletânea Telo Borges.
Um disco muito bom de ser ouvido e degustado, a canção que eu mais gosto " voa bicho" ficou linda com novos arranjos.
Enfim o disco tem pedigree.
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CANTO SAGRADO
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Harmonias ricas, criatividade e inovação marcam o CD Coletânea Telo Borges.
Um disco muito bom de ser ouvido e degustado, a canção que eu mais gosto " voa bicho" ficou linda com novos arranjos.
Enfim o disco tem pedigree.
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domingo, 18 de setembro de 2016
CHICO LOBO- VIOLA DE MUTIRÃO - DO SERTÃO AO MUNDO (EXCLUSIVIDADE CANTO SAGRADO)
"Novo e aguardado projeto do cantor, compositor e violeiro Chico Lobo, o álbum Viola de Mutirão - Do Sertão Ao Mundo, é o 16º trabalho da carreira de mais de 30 anos do músico mineiro. O álbum que apresenta vários convidados, grande produção e arranjos, é inspirado nas festas de mutirão e mergulha nas manifestações coletivas das festividades, nas expressões de religiosidade, de amizade, de fé e alegria. A viola caipira, instrumento que melhor reflete a alma do Brasil raiz comanda 13 canções e repertório que mistura regravações com músicas inéditas do artista além de participações especiais. A cantora Maria Bethânia é a convidada mais esperada do disco e interpreta Maria, melodia criada por Chico Lobo em sua homenagem. O músico Renato Teixeira faz dueto com o violeiro em Meu Chão e o Quinteto Violado participa na melodia Acorde Brasileiro com seus vocais e arranjos elegantes. O compositor Paulinho Pedra Azul empresta a voz na faixa Tempo de Colher e o violeiro João Araújo divide a releitura de Asa Branca, hino de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira com Chico Lobo. No repertório do CD que sai pela gravadora Kuarup destaque para a regravação de Disparada, um clássico da música popular brasileira criado por Geraldo Vandré e Théo de Barros. O disco que tem elogiado projeto gráfico e ilustrações da designer Fernanda Ribeiro Ferreira foi mixado e masterizado por Ricardo Carvalheira com produção do músico Ricardo Gomes."
Chico Lobo apresenta na rádio Inconfidência FM 100,9 (on line) de Belo Horizonte as 7hs da manhã um ótimo programa de viola raiz, ouço todos os domingos.
Discaço, uma verdadeira obra de arte !!!!!!!
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