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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

MESTRE DERCIO MARQUES - FULEJO - 1983


namorada do cangaço
mineirinha
fulejo
malambo
pinhão na amarração
cantiga da serra
brasil caboclo
riacho de areia
serra da boa esperança
você vai gostar
ranchinho brasileiro
lua sertaneja
flores do vale
disco voador
 
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sábado, 14 de dezembro de 2013

MESTRE DERCIO MARQUES - CANTO FORTE


Canto Forte - Coro da Primavera
Dércio Marques - 1979
                                
                                "UMA OBRA PRIMA DA MUSICA BRASILEIRA"

                                                                CAPA DE 1979
                                                 CAPA DE 2001 (RELANÇAMENTO)
                            
                                    

01 - Vim de longe
Paco Bandeira
02 - Raso de Luz
Carlos Pita
03 - Era uma vez
José Agostin Guyticoli - Dércio Marques
04 - Cantiga de Embalar
José Afonso
05 - Que força é essa
Sérgio Godinho
06 - Acontecer
Paco Bandeira - José Maria Ridrigues
07 - Companheiro
Folclore recolhido por Chico Alves da Silva de Ubatuba
08 - Pobre do Cantor
Silvio Rodrigues - Adap. Dércio Marques
09 - Decisão
Manuel Bezerra - Dércio Marques
10 - Leito do Gavião (Introdução de "Chula no Terreiro" de Elomar)
Alberto Moreira
11 - Arrumação
Elomar Figueira de Melo
12 - Natureza
Dino Franco
13 - Relvas
Claudio Murilo - Dércio Marques
14 - Sabiá
João do Vale - Luis di França - José Candido

Participação especial
Irene Portela cantando em "Sabiá"
Zé Eduardo na percussão e Orquestra de violeiros de Osasco em "Natureza"
Paulinho Pedra Azul em "Raso de Luz"

Músicos
Dércio Marques - Maria Déia - Heraldo do Monte - Briamonte - Benito - Osvaldinho - Cláudio Versiani - Toninho Carrasqueira - Marco Pereira - Jamil Maluf - José Reyes - Pedro Chavarria - Alberto - Chico Moreira - Doroty - Zé Gomes

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Aqui está um LP com uma canção mais linda que a outra. O título diz tudo: Canto Forte!
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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

GRANDE MESTRE DERCIO MARQUES - TERRA VENTO E CAMINHO

Dercio Marques (Uberaba, Brasil, 1947 - Salvador, Brasil, 26 de junho de 2012) violeiro, cantor, intérprete e compositor nascido em Uberaba, Minas Gerais. Pesquisador das raízes musicais brasileiras e iberoamericanas (seu pai é uruguaio) tem em sua irmã Doroty Marques uma das principais parceiras de atuação e produção. Participa na produção musical de dezenas de discos de colegas músicos. Defensor da natureza e da cultura popular do Brasil, do bioma cerrado de sua infância em especial, que evoca em diversas de suas canções, acordes, toadas e parcerias.
Seu primeiro disco "Terra, vento, caminho." foi lançado pelo selo Discos Marcus Pereira, obra em que interpreta canções e poemas de Atahualpa Yupanqui, na ocasião praticamente inédito no Brasil, "As Curvas do rio", composição do hoje célebre violeiro da Bahia, Elomar, à época pouco conhecido.
Em 1979, lançou pelo selo Copacabana o disco "Canto forte-Coro da primavera", com produção de Doroty Marques e a participação de Irene Portela, Toninho Carrasqueira, Zé Gomes, Marco Pereira, Paulinho Pedra Azul, Orquestra de violas de Osasco (54 violas), Oswaldinho do Acordeon, Heraldo, ex-integrante do Quarteto Novo e regência do Maestro Briamonte.
Lançou "Fulejo" que é um disco inspirado na tradição das congadas de Minas Gerais e veio trazendo ao público músicas brasileiras tais como "Riacho de Areia" (Vale do Jequitinhonha), "Serra da Boa Esperança" (Lamartine Babo), "Disco Voador" (Palmeira Guimarães), "Casinha Branca" e "Ranchinho Brasileiro" (Elpídio dos Santos), "Mineirinha" (Raul Torres) e "Flores do Vale" parceria com o poeta João Bá.
Ainda dentre seus parceiros ou companheiros de shows destacam-se João do Vale, Paulinho Pedra Azul, Luis Di França, Pereira da Viola, Fernando Guimarães, Dani Lasalvia, Xangai, Guru Martins, Hilton Accioly, Carlos Pita, Milton Edilberto, Luiz Perequê e Diana Pequeno.
Depois da bem sucedida gravação de um disco infantil "Anjos da Terra", em homenagem a sua filha Mariana e a todas as crianças, foi indicado em 1996 para o prêmio Sharp de melhor disco infantil com "Monjolear", gravado em Uberlândia em longo processo de oficinas de música com sua irmã Dorothy e a participação de 240 crianças.
Em seu disco "Folias do Brasil" de 2000, ano de comemoração dos +500 anos, registra aspectos desta secular tradição da folia de Reis e folia do Divino que teve origem em Portugal no século XIII (segundo o prof. Agostinho da Silva), foi banida pela Igreja Católica no tempo da Inquisição, migrou para ilhas dos Açores, chegando ao Brasil com esse povo açoreano e espalhando-de por todas as regiões do país, principalmente Santa Catarina, Minas Gerais, Goiás e Rio de Janeiro.


Esse é o primeiro disco do violeiro, cantador, intérprete e compositor Dércio Marques. Nascido em Uberaba, sempre gostou de viajar. Na década de 70, viajou por toda  América Latina, inclusive por regiões do Brasil, onde pesquisou e assimilou diversos gêneros de música regional brasileira e latino-americana. 

Esse disco, lançado pela Marcus Pereira, contém composições suas e de compositores que, até então, eram desconhecidos do público brasileiro. Um deles é Elomar, que, anos mais tarde, tornou-se nacionalmente conhecido. Outro é o argentino Atahualpa Yupanqui (pseudônimo de Héctor Roberto Chavero), escritor, compositor, violonista e cantor. Atahualpa teve enorme importância na Argentina por ser divulgador da cultura popular daquele país. Suas composições foram cantadas por reconhecidos intérpretes, como Mercedes Sosa, Alfredo Zitarrosa, Víctor Jara, Ángel Parra, Marie Laforêt e Elis Regina. Nesse disco, Dércio interpreta duas de suas canções, sendo que uma (El Niño) é cantada em português, e, no meio dela, ele declama um belíssimo poema sobre a infância.  


1977 -  Terra, vento, caminho
Lado A                                                                                    



1 – Tributo (volta em si)                                                                   
 (Claiton Negreiro)                                                         

2 – Sexta feira
 (José Maria Giroldo)

3 – Le tengo Rabia al silencio
 (Atahualpa Yupanqui)

4 – Gloria de Sá
 (Dercio Marques)

5 - O menino – (El niño)
  (Atahualpa Yupanqui, adaptação de Dercio Marques)

Lado B

1- As curvas do Rio 
   (Elomar Figueira )

2 – Malambo – Dança criolla – Criação (improviso)
     (Ricardo Zenoin Morel e Dercio Marques)

3 – Folia do divino – folclore brasileiro
      (Laruê –Saulo Pinto Muniz – Heitor Henrique)

4 – A quién nos justifica
  (Antonio Machado – Décio Marques)

5 -  Árvore
  (Chico Gáudio – Décio Marques)

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domingo, 8 de dezembro de 2013

GRUPO AGRESTE - CHEGANÇA

Grupo Agreste - Chegança - 1982 [vinil]


Faixas:

01 - Quebra de Milho - Manoelito e Tom
02 - Cachoeirinha - Pedro e Braúna
03 - Razante - Brauna e Sérgio
04 - Ave de Arribação - Gútia, Pedro e MAnoelito
05 - Lamento Agreste - Tom e Manoelito
06 - A Lenda do Arco Íris - Braúna e Pedro
07 - A Praça da Matriz - Pedro e Braúna
08 - Ana Bela - Teo Azevedo
09 - Messias Latino - Gútia e Braúna
10 - Cantiga de Roda - Manoelito
11 - Chegança - Gútia


Release (na contracapa do LP)
Grupo Agreste Nasceu no dia 07 de janeiro de 1977 após a realização do I Festival Universitário da Canção Popular (FUCAP) em Montes Claros. Até chegar ao seu primeiro disco percorreu vários caminhos em cantilena. Exatamente 3 anos após a sua criação, em 07/01/1980, tornou-se conhecido do poeta e cantador Teo Azevedo, que na oportunidade fundava em Montes Claros a Associação dos Repentistas e Poetas Populares do Norte de Minas Gerais (ARPPNM). Teo trouxe o grupo para São Paulo e o apresentou à Bandeirantes Discos, que não exitou em gravar o seu primeiro LP, do qual doram incluídas 2 músicas na trilha sonora da novela "Rosa Baiana" (Zumbi e Jaíba). Seus componentes são todos nascidos nas quebradas do São Francisco. Trazem dentro d'alma o canto agrestino da chapada, da caatinga, dos gerais, do tabuleiro e do cerrado. Cantam histórias do sofrido povo norte-miineiro, que sustenta na sua maneira de cantar a sobrevivência do chão São franciscano. Foto da capa: do arquivo de Teo Azevedo. Penitência contra a seca, na praça de Matriz de Montes Claros, em 1904


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 CANTO SAGRADO

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

COLEÇÃO MUSICA DO VALE JEQUITINHONHA


A Música do Jequitinhonha: Sons do Brasil

 

Jóias do Jequitinhonha

Coletânea resgata a música do Vale em seis discos. Projeto integra o programa de desenvolvimento sociocultural da região

Uma idéia imaginada, há alguns anos, pelo cantor e compositor Rubinho do Vale, a de fazer o mapeamento da música do Vale do Jequitinhonha, uma das mais ricas e criativas regiões do país, começa a ser coroada agora, com o lançamento da coletânea A Música do Jequitinhonha, com seis CDs: Cantigas do Vale, de Geovane Figueiredo; Frei Chico–Lira Marques, com Dona Generosa e Corais de Araçuaí; Queremos navegar, com o Coral Nossa Senhora do Rosário; Um trovador do Vale, de Pinaco, além de dois discos de Rubinho, Forró e Vida, Verso e Viola. Esse é um dos oito projetos que integraram o primeiro ano do Viva o Vale! – Programa de Desenvolvimento Sóciocultural do Vale do Jequitinhonha, patrocinado pela Avon do Brasil, com recursos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. A festa de apresentação dos discos, com a presença da maioria dos participantes, foi realizada sexta-feira no Music Hall, onde o forró, as cantigas de folia e outras manifestações culturais rolaram até altas horas.

Mineiro de Rubim, de onde saiu na década de 1970, Rubinho do Vale conta que está feliz com o resultado obtido. “Há tempos eu queria registrar, como ocorreu agora, o trabalho de alguns artistas populares do Vale, como Pinaco, de Rubim; Geovane Figueiredo, de Jordânia; Newton Oliveira, e outros, que são ótimos, mas ainda não haviam tido oportunidade de ver sua arte documentada em um disco”, diz o cantor. Com o pé na estrada, e muita disposição para levar adiante seu projeto, Rubinho foi ao encontro desses artistas do povo, alguns deles já mais velhos, como o excelente poeta popular Geovane Figueiredo, cuja obra estava inexplicavelmente inédita até agora. O CD com composições suas, Cantigas do Vale, do qual participam Wilson Dias, Carlos Farias, Tau Brasil, Nen Viana, Lucinho Cruz, Helena Santos, Newton Oliveira e outros, é um dos pontos altos da coleção. Ela traz, ainda, a arte de Pinaco, que, aos 88 anos, vive em Rubim, canta e conta no disco, além de “causos” engraçados, outros com algum apelo social.

A artesã Lira Marques e o lendário Frei Chico,, “um holandês mais brasileiro do que muitos brasileiros”, segundo Rubinho do Vale, também mostram que são bons de música no CD Frei Chico – Lira Marques, com Dona Generosa e Corais de Araçuaí. Rezas, folias de reis, benditos, canções para pedir que venha chuva, além de batuques, misturam-se nas cantigas, nas quais se percebe a essência musical do Vale do Jequitinhonha, onde a religiosidade sempre foi traço forte. O disco conta, ainda, com a participação especial dos corais Trovadores do Vale, Nossa Senhora do Rosário, do Arraial dos Crioulos de Araçuaí e do Arara Grandes.

Pela primeira vez Rubinho grava um disco só de forró. “À primeira vista, a música do Vale do Jequitinhonha parece ser melancólica e triste. Mas quis mostrar também nosso lado alegre e dançante nesse trabalho”, conta o cantor. O CD vem com participações de Margareth, Noeme, Gláucia, Déa Trancoso e do Trio Bodocó, da Paraíba, além de Bruno, de apenas 13 anos, e ainda de Wilson Dias e Carlos Farias. No outro disco, Vida, verso e viola, esse menestrel do Jequitinhonha – que diz ter sido influenciado no início da carreira pelo grupo Raízes, criado no início dos anos de 1970 pelos montes-clarenses Charles e Tino Gomes – canta e fala da sua vida, desde a infância, em Rubim, até a chegada a Belo Horizonte, onde sedimentou sua carreira musical. As capas dos discos, que lembram os trabalhos de alguns dos muralistas mexicanos, foram feitas pela artista plástica Marina Jardim.

Portal www.uai.com.br

Segue coleção A Música do Jequitinhonha: Sons do Brasil. Clique nas capas para baixar.





                                                      


                                                       Cd Bônus (não pertence à coleção)


quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

MARA DO NASCIMENTO - INSTRUMENTAL

Excelente álbum dessa mineira boa de serviço, lançado em 1982 álbum que já é cotado como raridade, violinista de primeira, ela conta com um timaço de instrumentista que contribui para esse belíssimo trabalho.

01 - De Mim  (Mara do Nascimento)
02 - Até Que Enfim (Mara do Nascimento)
03 - Sujeito a Mudança (Mara do Nascimento)
04 - Sai Que Lá Vai (Mara do Nascimento)
05 - Meus Meninos (Mara do Nascimento)
06 - De volta pra casa (Mara do Nascimento)
07 - Nós todos (Mara do Nascimento)
08 - Baião dos doidos (Mara do Nascimento)
09 - Conversa (Mara do Nascimento - Carlos Munhoz)
10 - Momento (Mara do Nascimento)
11 - Aqui entre nós (Mara do Nascimento)
 
Arranjos: Flávio Fontenelle
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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

ARION

ARION - Arion - 2001






Mais uma vez me orgulho de ter uma banda progressiva vinda de minha querida Minas Gerais.

A banda foi formada na cidade universtária de Viçosa em 1993 com o nome de Magma e em 1997 após a entrada da excelente vocalista Tânia Braz o grupo passou a usar o nome Arion. Em 2001 lançam  seu primeiro cd muito aclamado pela crítica de países da Europa e Ásia.
 No Brasil a banda foi premiada como "Melhor Album de Progressivo" pelo site Rock Progressivo Brasil.

Esse álbum é um verdadeiro colírio para os fãs do progressivo sinfônico, a harmonia da banda se torna contagiante no decorrer das faixas. A leveza da voz de Tânia Braz faz nos lembrar da tão querida e importante Annie Haslam. Seus músicos são de extrema competência e dedicação a cada minuto do disco. 
Certas influências de bandas como Yes, Renaissance e Marillion são nítidas e se mesclam com passagens da música erudita, um pouco de jazz e até mesmo alguma coisa da música brasileira.
Vale ressaltar que o Arion abriu shows de bandas de extrema importância do cenário progressivo mundial tais como Focus, Caravan, Quidam e a francesa Xang.
Aguardo com muita expectativa por um novo album porque tenho plena certeza de que virá coisa muito boa por aí.
Parabéns a banda por sua paixão incondicional pelo progressivo e pela competência com que o executam!


Line Up:

Tânia Braz – Vocal
Sérgio Paolucci – Teclados
Luciano Soares – Guitarra
Carlos Linhares - Baixo
Nelson Rosa - Bateria
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TRACKS:

1. Eyes of Time (14:11)
2. Daybreak Child (8:54)
3. True Love (5:16)
4. Land of Dreams (10:01)
5. Cosmic Touch (7:29)
6. Everyway (8:39)
7. Natureza Mistica (8:40)

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