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segunda-feira, 25 de julho de 2016

A QUATRO VOZES - FELICIDADE GUERREIRA




O grupo mineiro de Guaxupé - MG atualmente A Quatro Vozes em trio apresenta a diversidade musical do nosso país. É uma das grandes referências entre os atuais grupos vocais dedicados à MPB. O trabalho se destaca pelos arranjos vocais elaborados e escolha do repertório, baseado em pesquisas sobre as raízes da música popular brasileira.
A maior influencia musical do trio vem da mãe quando elas eram crianças quando acompanhava a mãe na colheita do café, entoando velhas cantigas.
Formado por três irmãs mineiras, Dora, Jurema e Jussara, o grupo existe há 22 anos e é referência entre os atuais conjuntos vocais dedicados à MPB. 
“Nosso principal objetivo é resgatar e valorizar os ritmos brasileiros e a nossa cultura, por meio das músicas. Em nossos shows apresentamos também elementos da cultura africana, que está relacionada a nossas origens”.
 Filhos de músicos, A Quatro Vozes era formado por quatro cantoras até o ano passado. “Uma integrante saiu, mas continuamos com o mesmo nome. Costumamos dizer que a quarta voz do nosso grupo é de Deus, do coração ou do público”, explica.

A quatro Vozes é acompanhadas por um trio de instrumentistas, com 4 cds lançados (esse é o terceiro postado no blog) o grupo foi finalista do prêmio Tim – melhor grupo Mpb e vem ao longo dos anos se apresentado em diversos espaços do Brasil e do mundo.
Em seu primeiro CD solo “FELICIDADE GUERREIRA” o grupo apresenta uma interessante trama de sons e ritmos mostrando a pluralidade musical da Terra Brasilis. Um passeio pela diversidade de estilos, como a balada, o calango, a bossa, o samba mostrando a cultura brasileira originária das mesclas do branco, do negro e do índio.

Com quatro CDs e um livro sobre folia de reis, o grupo é envolvido em projetos sociais e utiliza de leis de incentivo à cultura ou editais governamentais para realizar estudos e desenvolver o resgate cultural. Elas conciliam a carreira com profissões paralelas. As três atuam também na área da saúde e educação. Em 2015, elas participaram de um projeto no Uruguai. O grupo estudou o ‘candombe’, ritmo originado da África presente em Minas e no Uruguai. É uma espécie de samba uruguaio. “Foi uma experiência muito bacana. Nós temos esse costume de viajar por aí, conhecendo culturas e fazendo um pouco de sociologia e antropologia.

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domingo, 24 de julho de 2016

PELAS TRILHAS E ISTRADINHAS DE MINAS


Essas serras, esse frio e esse jeitinho naturalmente acolhedor do estado mineiro multiplicam os destinos propícios à paixão.








DELICIAS DE MINAS








Queijo Minas Gourmet (Frango recheado)

Ingredientes

4 peitos de frango
500 g de queijo Minas ralado
200 g de brócolis picadinho
1 copo de 500 ml de suco de laranja
1/2 cebola cortada em cubinhos
2 colheres de sopa de manteiga
200 g creme de leite
100 g tomate seco
Noz moscada, vinho branco, pimenta do reino, sal (a gosto)

Preparo

Peito de frango recheado:
Fure o peito de frango de modo a recheá-lo. Misture 200 gr do queijo Minas ralado com os brócolis, recheie o peito com essa mistura e tempere com sal, pimenta do reino e vinho branco a gosto.

Em uma panela grande, coloque a manteiga. Após derreter, coloque os peitos de frango, virando-os até dourar, refogue acrescentando o suco de laranja aos poucos. Reserve.

Molho de queijo:
Em uma frigideira, coloque a manteiga, a cebola e o queijo Minas ralado. Deixe o queijo derreter. Junte um pouco de noz moscada ralada e acrescente o tomate seco e um pouco de vinho branco. Adicione o creme de leite até ferver e retire do fogo.

Monte no prato o peito de frango com o molho de queijo por cima e salpique um pouco de queijo Minas ralado. Levar para gratinar e servir.

Esse prato pode ser acompanhado por arroz branco, purê de batatas e salada de alface.

RENATO ROSA



Nascido em uma pequena cidade do litoral paraense e mineiro de Belo Horizonte desde 1994, Renato Rosa é compositor, músico e cantor, com trabalhos expressivos em Minas Gerais. Durante anos, foi vocalista e compositor do grupo Chapéu Panamá e, desde 2009, trabalha com o músico e arranjador Flávio Medeiros para a criação do seu primeiro trabalho solo: um disco autoral homônimo. O show será o primeiro de sua turnê de divulgação do disco e será executado por uma formação reduzida da banda, que o acompanhou no registro da obra.
SOBRE RENATO ROSA
Nascido em Bragança, pequena cidade do litoral paraense, Renato Rosa reside em Belo Horizonte desde 1994, após viver um período em Belém-PA e no Rio de Janeiro -RJ adotou Minas Gerais como sua casa devido a grande influencia da musica mineira em sua vida. Essa pluralidade de ambientes em que viveu foi fundamental para definir a forma como sua arte se desenvolveu. O músico estuda violão desde os seis anos de idade, de forma autodidata, ou através das lições de alguns músicos e professores. É essencialmente um compositor. Por isso, sua formação musical é mais expressiva no processo de pesquisa e composição que deu início a partir dos seus 10 anos de idade, o que lhe rende um acervo de mais de músicas, sendo nove gravadas, por diferentes artistas e 20 em processo de gravação.
Atualmente, reúne uma série de composições que refletem sua relação madura e carinhosa com o estado de Minas Gerais e suas riquíssimas influências musicais. A força de movimentos culturais mineiros, como o "Clube da Esquina", se alia de forma ímpar com a cultura amazônica do músico, garantindo um trabalho de composição realmente original.
O trabalho mais recente de Renato Rosa foi como vocalista, compositor e músico do grupo Chapéu Panamá, de Belo Horizonte. Trabalhou desde 2005 para a construção de um grupo com a sonoridade brasileira do samba, mas com a originalidade possível através da delicada seleção de um repertório autoral. Esse trabalho rendeu um cd, intitulado “Ao vivo na biblioteca”, que foi recentemente lançado. As oito músicas de sua autoria no disco têm sido muito bem recebidas, contando inclusive com seleções e premiações em festivais de música como o Festival de Música de Belo Horizonte, Festival de Itabira e a Mostra de Música Cidade Canção – FEMUCIC de Maringá-PR. Cultiva parcerias com Bruno Cunha (PA), Matheus Brant (MG), Ronaldo Coisa Nossa (MG), Carlos Bolão (MG), Fernando Brant (MG), entre outros. Conta, também, com músicas gravadas no primeiro disco do músico Mauro Zockratto, intitulado "Pelo espaço de um compasso", do qual participou também como cantor.
imprensa@sescmg.com.br

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segunda-feira, 18 de julho de 2016

DEH MUSSULINI - VARANDA ABERTA


Casa aberta, gente bamba, violões nervosos a rasgar a noite carregando em sua sela o canto de alguém madrugada adentro. São famosas as noitadas regadas a sambas e choros nas noites quentes em décadas passadas. Noites que tinham gente como Vinícius de Moraes como anfitrião. Hoje, quem abre a varanda, não de uma casa, mas de seu próprio ser, é uma cantora e compositora da cada vez mais brilhante Minas Gerais.
“Varanda Aberta” é o primeiro disco de Deh Mussulini, moça de voz potente que depois de passar por alguns projetos e grupos oferece ao mundo um espetáculo de lirismo e técnica, acompanhada apenas do ao mesmo tempo técnico e emocionalmente temperado violão de Lucas Telles. Se por um lado o formato parece um tanto saudosista em meio a tantas programações, ruídos e distorções que formam hoje o hype da música brasileira (nada contra, que fique claro), por outro o resultado mostra a coragem e competência de quem assumiu a responsabilidade de tal empreitada.
Com uma forte ligação com o feminismo, Deh Mussulini, é idealizadora, junto com Irene Bertachini, do coletivo A.N.A., que reúne compositoras e cantoras de Belo Horizonte. Ela aparece luminosa, armada de canto e bravura, peito aberto a revelar a nudez da canção, seu corpo, sua derme. Honrar a canção-mulher, repleta de fibra e de graça: é praticamente disso que trata o disco.
A voz da intérprete é na maior parte do tempo firme, intencionalmente forte, quase petulante em alguns momentos, destacando a intrepidez da condição feminina, prodigiosa em meio ao risco do mundo. Há também ternura, suavidade e muito gingado. Lucas Telles aparece impecável, com violão matreiro, cheio das artimanhas de encantamento. O timbre do instrumento é limpo, claro e cada nota ressoa completa graças ao esmero da produção fina, atenta e preocupada de Leandro César – outro medalhão da música nacional. Passeando pelo baião, valsa e afro-samba, Lucas faz desfilar sonoramente no palco do ouvido a história do violão popular brasileiro, de Garoto a Baden Powell.
Os três (Deh, Lucas e Leandro) fazem parte de uma geração de músicos mineiros altamente preocupados com a qualidade de suas produções, com a relevância estética e desenvolvimento de seus trabalhos. Além de possuírem sólida formação acadêmica, são engajados com a canção, com a história e com seu desenvolvimento. Sensíveis, mas sem nunca abrir mão do primor técnico. Do mesmo nível são os parceiros que dividem a autoria das composições do disco com Deh (ente eles estão suas parceiras de A.N.A. Michelle Andreazzi, Irene Bertachini, Luana Aires e Leonora Weissmann).
Músicas como “Varanda Aberta” “Memórias” e “Noite Veraz” certamente irão encantar quem gosta de suavidade, interpretação e técnica violinística. Já para aqueles que preferem energia e pujança, “Pé no Chão” e “Do Alto do Salto”, têm a medida certa.
Ouvir “Varanda Aberta” é participar, é estar presente na comunhão de duas pessoas musicalmente avassaladoras. É ouvir de perto o tempo assoviar suas mais belas melodias e ser transportado direto para um lugar que não se encontra em cartografia convencional.
Jocê Rodrigues/ Escritor, jornalista e editor. Responsável pela curadoria de conteúdo do Jardim Elétrico
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quinta-feira, 14 de julho de 2016

ALINE CALIXTO - FLOR MORENA


Para quem for sábado 16/07 a Igarapé para saborear as delicias da culinária mineira no Festival Igarapé Bem Temperado irá prestigiar um belo show da carioca/mineira Aline Calixto com o repertório de samba carioca com tempero mineiro.
Aline Calixto, carioca que se mudou para Minas Gerais ainda criança, lançou seu primeiro disco em 2009 (Warner Music) e, desde então, chama a atenção do público e da mídia especializada. Logo no álbum de estreia, intitulado Aline Calixto, a artista ganhou o prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) na categoria ‘melhor disco do ano‘, além de concorrer ao PMB (Prêmio da Música Brasileira) nas categorias ‘melhor cantora de samba’ e ‘melhor cantora voto popular’. Em 2011, é novamente indicada ao PMB na categoria ‘melhor cantora de samba’ com seu segundo álbum, Flor Morena (Warner Music), além de ganhar notoriedade nacional quando a música que batiza o disco entra na trilha sonora da novela das 21h (Fina Estampa/TV Globo).  Em 2014 estreou seu bloco de carnaval Bloco da Calixto, que em 2016 arrastou cerca de 80 mil pessoas pelas ruas da capital mineira.
Participou de vários projetos especiais, com destaque para: CD e DVD Sambabook Dona Ivone Lara, CD e DVD Samba Social Clube, CD “Martinho da Vila Canta Noel.
Já dividiu palco com artistas das mais variadas gerações e estilos, como Milton Nascimento, João Donato, Casuarina, Beth Carvalho, Diogo Nogueira, Toninho Horta, Velha Guarda da Portela, entre outros.
Já se apresentou em várias cidades de todo o Brasil.
Em 2011 realizou sua primeira turnê internacional para Austrália. Depois foi a França, Espanha, Portugal e Argentina.
Desde fevereiro de 2016 Aline produz e apresenta o programa Papo de Samba, na rádio Inconfidência 100,9 FM. Nele ela explora todo o universo musical do gênero, dá dicas de leitura e também entrevistas.

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terça-feira, 12 de julho de 2016

DANDÔ CIRCUITO DE MUSICA DERCIO MARQUES - NÁDIA CAMPOS

 “Dandô” é uma caravana musical, idealizada pela cantora Kátya Teixeira, teve início em 2013, com shows em 07 cidades em 05 estados. Em 2014, chega a marca de 23 cidades e tem cerca de 70 pontos cadastrados pra receber o circuito. O projeto tem, em seu nome, uma homenagem a Dércio Marques (falecido em 2012), que foi um dos cantadores que mais fez pela arte nos “Brasis” que estão fora do eixo de mídia de massa, unindo artistas de toda parte, de várias gerações, estilos, culturas.

Nádia Campos é cantadeira, música, compositora, pesquisadora, educadora. Canta desde os seis anos de idade. Sua voz não tem fronteiras. Caminha com seu violão aprendendo e soltando trovas de muitas partes. Nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais. O amor pelas coisas simples lhe conduziu pelas raízes brasileiras e latinas. Percorreu diversos rincões pesquisando ritmos, cantos e tradições.
Estudou em algumas escolas de música e fez da própria vida sua principal escola.
Aos nove anos participou do disco infantil “Enrola Bola” do músico mineiro Rubinho do Vale. Participou de diversos trabalhos como: Andejo de Joaci Ornelas; Cantilenas de Jardim de Fernando Guimarães; Umamakaia – espírito do vento de Sotero Sol; Cavaleiro Macunaíma de João Bá; da coletânia O Jardim de Todos, poemas musicados de Carlos Rodrigues Brandão.
Participou e se apresentou em diversos espaços, encontros, seminários. Dividiu palco com muitos músicos como Dércio Marques, Doroty Marques, João Bá, Pena Branca, Katya Teixeira, Pereira da Viola, Fernando Guimarães, João Arruda, Levi Ramiro, Joaci Ornelas, Carlinhos Antunes, dentre outros. Tem a voz como seu principal instrumento junto com as cordas e percussão. Sua arte é a busca da comunhão com a natureza, com o todo!

Amanhã aqui em Para de minas - mg  iremos ter o grande prazer de assistir mais um grande show do circuito Dandô de musica Dercio Marques com a participação de Nádia Campos com um belíssimo show de cantoria.

Agenda

13 JUL
Pará de Minas Àtrio Casa da Cultura 
15 JUL
Vale do Sereno - Nova Lima Instituto Lam Rim - 20:30 hs 
16 JUL
Casa Branca Pousada Verde Folhas