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"SOU DA TERRA DO OURO, DAS SERRAS AZUIS,DOS CAMPOS GERAIS, SOU DO MUNDO, SOU MINAS GERAIS"
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terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
domingo, 1 de fevereiro de 2015
PAISAGENS MINEIRAS
DEPOIS DE MUITOS PEDIDOS PARA MOSTRAR AQUI NO BLOG O QUE MINAS TEM, RESOLVI POSTAR AOS DOMINGOS PAISAGENS DA TERRA SAGRADA, ENTÃO VAMOS COMEÇAR COM CARRANCAS, CIDADE PEQUENA E COM UM POTENCIAL TURÍSTICO ENORME.
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WALTER DIAS - SETEMBRO
Walter Dias é o novo nome da música mineira revelado pelo Festivale maior festival de cultura popular em diversidade do Brasil.
Walter Dias é Cantor e Compositor mineiro nascido em Araçuaí no Vale do Jequitinhonha, uma das regiões de maior riqueza cultural do nosso País. E graças a qualidade do seu trabalho, o músico se desponta como um dos grandes nomes da música mineira revelado pelo Festivale - maior festival de cultura popular de Minas Gerais.
Expoente do atual cenário musical de Minas Gerais, vem se consagrando como um cantor original, dono de uma voz privilegiada, e como um exímio compositor. Sua música é sofisticada, e suas letras exalam verdade, essência e poesia.
Walter Dias tem em sua personalidade musical um encantamento que seduz, fator que faz as pessoas se identificarem com a sua música. Isto acontece tanto devido a presença do lúdico quanto a existência e expressão da verdade na forma com que ele se relaciona com a música. “A relação que estabeleço com a música, é a de uma parceria em que confiança, verdade e amor se entrelaçam formando letras e melodias que em seguida, ganham vidas e transmitem verdades. Acredito que é isto que faz com que haja uma aproximação e identificação com as pessoas”. E mais que isto, suas músicas tem alma e vida própria.
Após muitas andanças, o músico que viveu parte da infância em Araçuaí e outra no interior de Goiás, radicou-se em Belo Horizonte em 79, e hoje, através da sua música tem conhecido vários estados do País o que o torna um artista ainda mais diferenciado, conhecedor das linguagens regionais e um tanto diversificadas de outros estados.
É músico profissional pela OMB (Ordem dos Músicos do Brasil/MG) desde 89. Em 85 venceu o 1º Festival de música em que participou em BHTE e de lá pra cá, são mais de 100 festivais nacionais, sendo premiado em vários deles. Atualmente é o músico mais premiado do FESTIVALE (9 prêmios). Suas participações são sempre muito originais e suas letras expressam com muita clareza a história dos fatos que o compositor se propõe a contar. Alguns dos festivais em que participou:
Tatuí / SP- com a Orquestra Sinfônica de Tatuí;
Fest Sinhá- Tumbiara / GO
Tangará da Serra / MT
Fercapo- Festival da Canção Popular- Cascavel / PR
Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira / SP
TV Alterosa- SBT / MG
Festin-Festival de Inverno em Toledo / PR
Festur- Festival de Turmalina / MG
Festi-Afro-Festival Nacional da música negra em Limeira / SP
Festival Nacional de Boa Esperança / MG
Além da intensa relação que Walter Dias possui com os festivais ele já esteve em palcos que grandes nomes da música brasileira estiveram. Entre eles: Olodum, Lô Borges, Toninho Horta, Tadeu Franco, Vander Lee, Tambolelê, Maurício Tizumba e outros.
Em 2001 gravou o CD “Turmalinda”, um single que homenageia a cidade de Turmalina e o Festur (Festival da Canção). O CD contém 4 composições próprias.
Com influência dos grandes ícones da MPB, e com um timbre singular, Walter Dias vem despertando a atenção da crítica por onde tem passado e só agora, depois de 20 anos se sente pronto para gravar o seu 1º CD, intitulado Setembro, que consolida toda a sua trajetória. O CD conta com a participação de Paulinho Pedra Azul, Vander Lee, Jairo de lara, e o músico Toninho Horta.
E se Setembro, é o mês da Primavera, tempo das transformações, das mudanças, tempo das flores, tempo em que a natureza se enche de verde e de vida, eis que Walter Dias chega para propagar a vida que habita em suas letras e melodias e assim, espalhar as mudanças de um tempo bom.
Mais informações:
Dayanne Timóteo:
01 – Bons Tempos – Walter Dias
02 – Palma – Júlio Haab
03 – A Nós Mesmos – Walter Dias
04 – Setembro – Walter Dias
05 – Solta – Walter Dias - participação de Jairo de Lara
06 – Dor de Mim – Walter Dias
07 – Eterno Amor – Walter Dias
08 – Valsa do Desencanto – Paulinho Pedra Azul - participação Paulinho Pedra Azul
09 – Rio de Histórias – Walter Dias - participação de Jairo de Lara
10 – Meu Jardim Brasileiro – Walter Dias - participação de Toninho Horta
11 – Meu Ninho – Walter Dias e Dayanne Timóteo - participação de Toninho Horta
12 – Manifesto H2O – Walter Dias - participação de Jairo de Lara
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RICARDO VIGNINI E ZE HELDER - MODA DE ROCK - VIOLA EXTREMA
Em 2007, dois violeiros nascidos em 1973 e membros da banda Matuto Moderno, se
juntaram para tocar e adaptar clássicos do rock para viola caipira. A ideia inicial de
Ricardo Vignini e Zé Helder era mostrar a potencialidade do instrumento para seus
alunos e lembrar-se das diversões da adolescência que tinham essa música como
trilha sonora. O lançamento do CD “Moda de Rock & Viola Extrema” em 2011 se tornou um sucesso de mídia, vendas e de shows realizados em diversas regiões do Brasil e nos EUA. Transformando “In the Flesh do Pink Floyd em uma singela valsinha, Aces High do Iron Maiden e Master of Puppets do Metallica ganharam uma levada de pagode de viola. Além destas, o CD conta com faixas de Led Zeppelin, Beatles, Jimi Hendrix, Megadeth, Sepultura, Nirvana, Jethro Tull e Ozzy Osbourne executadas apenas com duas violas de forma instrumental. A faixa Aqualung, Jethro Tull, tem a
participação do também violeiro Renato Caetano e Kaiowas, Sepultura, tem o
palmeado e sapateado de catira de Edson Fontes dos grupos Os Favoritos da Catira e
Matuto Moderno.
O CD foi masterizado no Abbey Road Studios em Londres, estúdio que gravou 90% da
obra dos Beatles, Pink Floyd, Foo Fighters, Green Day. Produzido por Ricardo Vignini,
lançado pelo selo Folguedo, que é exclusivamente dedicado a música de viola “Moda
de Rock” tem a distribuição da Tratore.
Em 2012 foi o lançamento do primeiro DVD do “Moda de Rock” com as participações de Pepeu Gomes, Kiko Loureiro e Os Favoritos da Catira, as gravações aconteceram nos SESCs Pinheiros e Pompéia. E também a primeira turnê pela Europa.
É
um dos violeiros mais atuantes do Brasil, produtor e pesquisador de
cultura popular do sudeste, ao lado da banda Matuto Moderno gravou
quatro CD´s, lançou em 2010 o CD solo instrumental “Na Zoada do Arame” e
participou dos principais eventos sobre a viola no Brasil. Dono do
selo Folguedo dedicado a música caipira.
Foi um dos palestrantes no "Primeiro Seminário Nacional de Viola Caipira" - 2008, realizado em Belo Horizonte/MG". Dividiu o palco com os artistas americanos Bob Brozman em turnê brasileira em 2003 e Woody Mann em 2006 e 2008, em 2006 também tocou com Christiaan Oyens e o gaitista Sérgio Duarte.
Acompanha as cantoras Kátya Teixeira e Maria Dapaz. Leciona viola caipira e guitarra há 18 anos e produz CD´s de vários artistas há 12 anos. Produziu três CDs e um DVD do Índio Cachoeira. Tocou e gravou também com: Socorro Lira, Pena Branca, Levi Ramiro, Pereira da Viola, Os Favoritos da Catira, Ivan Vilela, Paulo Simões, Paulo Freire, Roberto Correa, Renato Teixeira, Almir Sater.

Zé Helder tem dois CDs solos: “A Montanha” (Pedralva - 2004) e “No Oco do Bambu” (São Paulo – 2009), com participações especiais de Ivan Vilela, Dani Lasalvia, Índio Cachoeira, Guca Domenico.
Gravou também com o grupo Orelha de Pau (2002), além de participações em CDs de diversos artistas, entre eles Levi Ramiro e o CD Caminho da Fé, da Cantora Walgra Maria, produzido por Dércio Marques.
Acompanhou a cantora Ceumar.Também tem algumas composições gravadas por artistas do sul de Minas. Em 2010, passou a integrar o grupo Matuto Moderno, onde assumiu a viola (junto com Ricardo Vignini) e os vocais (junto com Edson Fontes).
Formado em Licenciatura Plena em Música, criou o curso de viola caipira no Conservatório de Pouso Alegre (CEMPA), e atualmente leciona o instrumento no Conservatório Municipal de Arte de Guarulhos. Ricardo Vignini é Zé Helder são endorsee da D'addario e Terra Brasil da Tagima.
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juntaram para tocar e adaptar clássicos do rock para viola caipira. A ideia inicial de
Ricardo Vignini e Zé Helder era mostrar a potencialidade do instrumento para seus
alunos e lembrar-se das diversões da adolescência que tinham essa música como
trilha sonora. O lançamento do CD “Moda de Rock & Viola Extrema” em 2011 se tornou um sucesso de mídia, vendas e de shows realizados em diversas regiões do Brasil e nos EUA. Transformando “In the Flesh do Pink Floyd em uma singela valsinha, Aces High do Iron Maiden e Master of Puppets do Metallica ganharam uma levada de pagode de viola. Além destas, o CD conta com faixas de Led Zeppelin, Beatles, Jimi Hendrix, Megadeth, Sepultura, Nirvana, Jethro Tull e Ozzy Osbourne executadas apenas com duas violas de forma instrumental. A faixa Aqualung, Jethro Tull, tem a
participação do também violeiro Renato Caetano e Kaiowas, Sepultura, tem o
palmeado e sapateado de catira de Edson Fontes dos grupos Os Favoritos da Catira e
Matuto Moderno.
O CD foi masterizado no Abbey Road Studios em Londres, estúdio que gravou 90% da
obra dos Beatles, Pink Floyd, Foo Fighters, Green Day. Produzido por Ricardo Vignini,
lançado pelo selo Folguedo, que é exclusivamente dedicado a música de viola “Moda
de Rock” tem a distribuição da Tratore.
Em 2012 foi o lançamento do primeiro DVD do “Moda de Rock” com as participações de Pepeu Gomes, Kiko Loureiro e Os Favoritos da Catira, as gravações aconteceram nos SESCs Pinheiros e Pompéia. E também a primeira turnê pela Europa.
Ricardo Vignini - São Paulo
Foi um dos palestrantes no "Primeiro Seminário Nacional de Viola Caipira" - 2008, realizado em Belo Horizonte/MG". Dividiu o palco com os artistas americanos Bob Brozman em turnê brasileira em 2003 e Woody Mann em 2006 e 2008, em 2006 também tocou com Christiaan Oyens e o gaitista Sérgio Duarte.
Acompanha as cantoras Kátya Teixeira e Maria Dapaz. Leciona viola caipira e guitarra há 18 anos e produz CD´s de vários artistas há 12 anos. Produziu três CDs e um DVD do Índio Cachoeira. Tocou e gravou também com: Socorro Lira, Pena Branca, Levi Ramiro, Pereira da Viola, Os Favoritos da Catira, Ivan Vilela, Paulo Simões, Paulo Freire, Roberto Correa, Renato Teixeira, Almir Sater.
Zé Helder - Cachoeira de Minas - MG
Zé Helder tem dois CDs solos: “A Montanha” (Pedralva - 2004) e “No Oco do Bambu” (São Paulo – 2009), com participações especiais de Ivan Vilela, Dani Lasalvia, Índio Cachoeira, Guca Domenico.
Gravou também com o grupo Orelha de Pau (2002), além de participações em CDs de diversos artistas, entre eles Levi Ramiro e o CD Caminho da Fé, da Cantora Walgra Maria, produzido por Dércio Marques.
Acompanhou a cantora Ceumar.Também tem algumas composições gravadas por artistas do sul de Minas. Em 2010, passou a integrar o grupo Matuto Moderno, onde assumiu a viola (junto com Ricardo Vignini) e os vocais (junto com Edson Fontes).
Formado em Licenciatura Plena em Música, criou o curso de viola caipira no Conservatório de Pouso Alegre (CEMPA), e atualmente leciona o instrumento no Conservatório Municipal de Arte de Guarulhos. Ricardo Vignini é Zé Helder são endorsee da D'addario e Terra Brasil da Tagima.
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DELICIAS DAS GERAIS
Bolinho de Mandioca com Carne Moída
O verão taí e uma cervejinha gelada é sempre bem-vinda, acompanhada de um bom tira gosto é ainda melhor. Nossa sugestão é esta receita mineira de bolinho de mandioca, uma delícia. Mas não se esqueça: beba com moderação.
- PARA A MASSA:
- 2 colheres (sopa) de manteiga
- 2 tabletes de caldo de carne
- 1 litro de leite
- 1 kg. de mandioca cozida e batida com água do cozimento
- 1 colher (sopa) de salsinha picada
- sal a gosto
- 700 g. de farinha de trigo
2. PARA O RECHEIO:
- 1 kg. de carne bovina (patinho0 moída)
- 4 dentes de alho picados
- 4 colheres (sopa) de pimentão vermelho picado
- 4 colheres (sopa) de cheiro-verde picado
- 1 colher (sopa) de tempero caseiro
- pimentas-malagueita amassadas a gosto
- 1 copo de requeijão
- 3 colheres (sopa) de colorau
- 1 cebola picada
- leite
- farinha de rosca
- óleo para fritar
COMO FAZER:
Para o recheio, refogar, no óleo, a cebola, o alho, o tempero, o colorau, o pimentão, as pimentas e a carne. Quando a carne estiver pronta, pôr o requeijão e assim que misturar por completo, retirar do fogo.
Para a massa, misturar a mandioca batida com os demais ingredients, exceto a farinha e levar ao fogo. Quando começar a ferver, pôr, aos poucos,a farinha e mexer. Retirar do fogo quando começar a desgrudar da panela.
Quando a massa estiver morna, retirar com uma colher (sopa) e abrir na mão. Pôr o recheio e fechar as extremidades, como um quibe, porém mais achatado. Repetir o processo com toda a massa.
Passar os bolinhos no leite, e, em seguida, na farinha de rosca. Fritar em óleo quente, suficiente para cobrir os bolinhos.
FONTE:
Sabores de Minas v. 65. Suplemento do jornal "Estado de Minas".
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