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sábado, 20 de setembro de 2014

MESTRE RENATO ANDRADE - A FANTÁSTICA VIOLA DE RENATO ANDRADE - 1977


01) Seriema no Campo - Renato Andrade
02) Prelúdio da Inhuma - Renato Andrade
03) Literatura do Cordel - Renato Andrade
04) Sagarana - Renato Andrade
05) Bailado Catrumano - Renato Andrade
06) Sinhá e o Diabo - Renato Andrade
07) Relógio da Fazenda - Renato Andrade
08) Viola e Suas Variações - Renato Andrade
09) Folia de Reis - Renato Andrade
10) O Jeca na Estrada - Renato Andrade
11) Mutirão - Renato Andrade
12) Casamento na Roça - Renato Andrade
13) Amor Caipira - Renato Andrade
14) Corpo Fechado - Renato Andrade

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terça-feira, 16 de setembro de 2014

MESTRE RENATO ANDRADE - VIOLA DE QUELUZ - 1979

01) Viola de Cego - Renato Andrade
02) Ballet na Roça - Renato Andrade
03) O Capangueiro - Renato Andrade
04) Tristeza do Jeca - Angelino de Oliveira
05) Viola de Queluz - Renato Andrade
06) Veredas Mortas - Renato Andrade e Tupi
07) Moto Perpétuo Caipira - Renato Andrade
08) Luar do Sertão - João Pernambuco e Catulo da Paixão Cearense
09) Urupês - Renato Andrade
10) Senhores da Terra - Renato Andrade
11) Paineiras - Renato Andrade
12) Raízes Ibéricas - Renato Andrade

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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

MESTRE RENATO ANDRADE - O MAIOR

“Sertão, o senhor querendo procurar, nunca encontra.
De repente, por si,
quando a gente não espera,
o sertão vem”.
(Guimarães Rosa)


Retirado de Paragon Brasil
Considerado por muitos o melhor violeiro instrumental do mundo, Renato Andrade,
nasceu no dia 28 de agosto de 1932, na cidade de Abaeté (MG) 28/8/1932 Abaeté, e foi para o Rio de Janeiro na década de 1970, iniciando a carreira artística já com 36 anos de idade quando musicou e participou como codjuvante do filme “Corpo fechado”, de Schubert Magalhães. Apresentou-se interpretando concertos de Edino Krieger, Guerra-Peixe e Francisco Mignone. Em 1977, lançou seu primeiro disco solo “A fantástica viola de Renato Andrade”, no qual interpretou, de sua autoria, as obras “Seriema no campo”, “Prelúdio da inhuma”, “Literatura do cordel”, “Sagarana”, “Bailado catrumano”, “Sinhá e o diabo”, “Relógio da fazenda”, “Viola e suas variações”, “Folia de Reis”, “O jeca na estrada”, “Mutirão”, “Casamento na roça”, “Amor caipira”, e “Corpo fechado”.
Sua técnica dominava diferentes afinações da viola caipira, como o cebolão (a mais comum), a rio abaixo e a de guitarra. Apresentou-se em shows em todo o Brasil e também realizou diversas turnês em outros países. Em 1979, lançou o LP “Viola de Queluz”, que assim como o primeiro disco, também saiu pela Chantecler. Nesse LP, interpretou “Viola de cego”, “Ballet na roça”, “O capangueiro”, “Viola de Queluz”, “Moto perpétuo caipira”, ” Urupês”, “Senhores da terra”, e “Raízes ibéricas”, todas de sua autoria, além de “Veredas mortas”, com Tupy, e as clássicas “Tristezas do jeca”, de Angelino de Oliveira, e “Luar do sertão”, de Catullo da Paixão Cearense. São diversos os projetos culturais e musicais de que participou, como o “Instrumental no CCBB”, que foi registrado em CD e outros, pelo SESC, como o “Violeiros do Brasil”, em que se apresentou em diversas cidades brasileiras, ao lado de Roberto Corrêa, Almir Sater, Braz da Viola, entre outros.
Em 1984, lançou pelo selo Bemol o LP “O violeiro e o grande sertão: A viola que vi e ouvi” no qual interpretou 13 composições de sua autoria: “Fogueiras”, “Cabaré do João Baixinho”, “Sinhô violeiro”, “Canto da inhuma”, “Quatragem”, “Idéias de matuto”, “Tutameia”, “Noite de São João”, “Terno de dançantes”, “O demônio e a donzela”, “Grande sertão”, “O lenhador”, e “Juquinha meu cumpadre”, além de “A viola e sua origem”, de domínio público. Em 1987, de volta a Chantecler lançou o LP “A magia da viola”, no qual interpretou as obras “Reizados e congadas”, “Viola de beira de fogo”, “Sarapalha”, “Meu abraço a Portugal”, “Brincando com os harmônicos”, “Ponteado caipira”, “Sertões”, “Retirada da inhuma”, “Viola bem temperada”, “Sapateado”, e “O vôo da perdiz”, todas de sua autoria, além de “Raízes fronteiriças”, parceria com Tupy. Em 1993, gravou ao vivo, no CCBB, com Roberto Correia, o disco “Instrumental no CCBB” no qual foram interpretadas obras suas como “Meu abraço a Portugal”, “Folias de rei”, “Mariazinha foi-se embora”, “Viola bruja”, “Lembrando Tião Carreiro”, “Batata doce”, “Zabaleta no sertão”, “Mãos independentes”, e “Amor cigano”, de sua autoria com Arlindo Pinto, além de obras de Roberto Corrêa como “Peleja de siriema com cobra”, “Jararaca chateadeira”, “Baião do pé rachado”, “Antiqüera”, “Mazurca pantaneira”, e “Araponga isprivitada”, e também clássicos da música sertaneja como “Chalana”, de Mário Zan, “Saudade de Matão”, de A. Silva, J. Galati e Raul Torres, e “Pagode em Brasília”, de Teddy Vieira e Lourival dos Santos, além de “Luar do sertão”, de Catullo da Paixão Cearense, “Prenda minha”, de domínio público, “Asa branca”, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, e “Trenzinho do caipira”, de Villa Lobos.
Participou do CD “Violeiros do Brasil, com a faixa “O canto da siriema”, de sua autoria. O disco foi gravado ao vivo no Teatro do Sesc Pompéia, entre agosto e setembro de 1997 e lançado em junho de 1998, pelo SESC-Núcleo Contemporâneo. Em outubro de 2004, o CD foi relançado. A edição apresenta importantes artistas da viola caipira das várias regiões do Brasil, entre os quais, Almir Sater, Zé Gomes, Renato Andrade, Roberto Corrêa, Paulo Freire, Ivan Vilela, Pereira da Viola, Josias Dos Santos, Angelino de Oliveira, Renato Andrade, Tavinho Moura, Heitor Villa-lobos, Zé Mulato e Cassiano e Zé Coco do Riachão. O projeto foi idealizado pela produtora Myriam Taubkin e a gravação do disco foi sugerida pelo músico e produtor Benjamim Taubkin. Em 1999, lançou aquele que seria seu penúltimo disco solo, o CD “A viola e minha gente” no qual interpretou de sua autoria as canções “Renato e o Satanás”, “Ponta porã”, “Mané pelado”, “Música do coronel”, “Cabras e caatingas”, “Capiau “Beira-Córgo”, “Rojão da Pracidina”, “Açores”, “Inhuma do sertão”, “Casebre”, “Violinha de bambu”, “Sentado no pilão”, “Dia de reis”, “Bordel de povoado”, “Minha gente”, e “Viola para meditação”, além de “Cerrados”, parceria com João José da Silva.
Em 2002, lançou seu último disco solo, “Enfia a viola no saco”. Participou em 2004, da coletânea “Os bambas da viola”, lançada pela Kuarup, que reuniu num CD 6 renomados violeiros, para representar a viola das regiões do Brasil, além dele, o CD traz Roberto Corrêa, Almir Sater, Helena Meirelles, Haroldo do Monte e Chico Lobo. Nesse disco, interporetou tocando viola com João José da Silva ao violão as músicas “Música do coronel” e “Ponta Porã”, e tocando viola com Roberto Dimatus ao violão, a composição “Os ciganos”, de sua autoria. Ainda no final de 2004, participou do projeto Violas do Brasil, apresentando-se no Teatro II do CCBB, em alternância com outros quatro mestres do instrumento: Pena Branca, Chico Lobo, Almir Sater e Roberto Corrêa. Foi professor de nomes como Milton Nascimento, Fafá de Belém e Flávio Venturini. Uma de suas últimas apresentações foi nos shows de encerramento da eliminatória do Prêmio Syngenta de Música em Belo Horizonte.
Considerado como “O Guimarães Rosa da viola”, faleceu de câncer no pulmão aos 73 anos de idade deixando uma vasta e admirada obra. Desde muito cedo, dedicou-se à musica, indo para Belo Horizonte , estudar violino com o mestre Flausino Rodrigues Vale. Mais tarde, de volta à sua cidade natal, ao entrar em contato mais atento com a viola caipira, tornou-se fascinado pela sua sonoridade. Deixando o violino de lado, passou a se dedicar integralmente à viola, desenvolvendo apurada técnica e tornando-se um virtuose do instrumento. Sendo excelente intérprete de compositores eruditos, ficou conhecido como o instrumentista que levou a viola para a sala de concertos.
Seu virtuosismo e seu vasto conhecimento técnico e musical mesclavam-se à simplicidade da sonoridade da roça às melodias simples, fazendo surgir verdadeiras sinfonias caipiras. É considerado por muitos um dos maiores mestres da Viola Caipira instrumental do mundo.
Faleceu no dia 30 de dezembro de 2005 em Abaete, junto de seus familiares.
OBRAS
Açores • Amor caipira • Amor cigano (c/ Arlindo Pinto) • Bailado catrumano • Ballet na roça • Batata doce • Bordel de povoado • Brincando com os harmônicos • Cabaré do João Baixinho • Cabras e caatingas • Canto da inhuma • Capiau “Beira-Córgo” • Casamento na roça • Casebre • Cerrados (c/ João José da Silva) • Corpo fechado • Dia de reis • Fogueiras • Folia de Reis • Grande sertão • Idéias de matuto • Inhuma do sertão • Juquinha meu cumpadre • Lembrando Tião Carreiro • Literatura do cordel • Mané pelado • Mãos independentes • Mariazinha foi-se embora • Meu abraço a Portugal • Minha gente • Moto perpétuo caipira • Música do coronel • Mutirão • Noite de São João • O capangueiro • O demônio e a donzela • O jeca na estrada • O lenhador • O vôo da perdiz • Os ciganos • Paineiras • Ponta porã • Ponteado caipira • Prelúdio da inhuma • Quatragem • Raízes fronteiriças (c/ Tupi) • Raízes ibéricas • Reizados e congadas • Relógio da fazenda • Renato e o Satanás • Retirada da inhuma • Rojão da Pracidina • Sagarana • Sapateado • Sarapalha • Senhores da terra • Sentado no pilão • Seriema no campo • Sertões • Sinhá e o diabo • Sinhô violeiro • Terno de dançantes • Tutameia • Urupês • Veredas mortas (c/ Tupy) • Viola bem temperada • Viola bruja • Viola de beira de fogo • Viola de cego • Viola de Queluz • Viola e suas variações • Viola para meditação • Violinha de bambu • Zabaleta no sertão
DISCOGRAFIA
• A Fantástica viola de Renato Andrade (1977) Chantecler LP
• Viola de Queluz (1979) Chantecler LP
• O Violeiro e o Grande Sertão (1984) Bemol LP
• A magia da viola (1987) Chantecler LP
• Instrumental no CCBB- Renato Andrade e Roberto Corrêa (1993) Tom Brasil CD
• Violeiros do Brasil (1998) SESC-Núcleo Contemprâneo CD
• A viola e a minha gente (1999) Lapa Discos CD
• Enfia a viola no saco (2002) CD
• Violeiros do Brasil (2004) CD
• Os Bambas da Viola (2004) Kuarup CD


RENATO ANDRADE A MAGIA DA VIOLA 1987


1) Reizados e congadas
2) Viola de beira de fogo
3) Sarapalha
4) Raízes fronteiriças
5) Meu abraço a Portugal
6) Brincando com os harmônicos
7) Ponteado caipira
8) Sertões
9) Retirada da inhuma
10) Viola bem temperada
11) Sapateado
12) O vôo da perdiz 
 
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domingo, 14 de setembro de 2014

AIRON - 2001 (REPOST A PEDIDOS)

Arion - Arion - 2001 - Brasil 

 

 

A banda mineira Arion de rock progressivo iniciou suas atividades na cidade universitária de Viçosa - MG . Surgiu do embrião da banda Magma, fundada em 1993, cujos integrantes Thyaga (voz), Luciano Soares (guitarras), Sergio Paolucci (teclados), Carlos Linhares (baixo) e Nelson Rosa (bateria) faziam músicas próprias com influências da música regional, da MPB e do rock progressivo.4 Com a entrada em 1997 da cantora Tânia Braz,Thyaga seguiu seus projetos de teatro e música regional, e o grupo redirecionou seu foco para o que era a idéia inicial da banda, ou seja, o rock progressivo. Assim a banda foi rebatizada com o novo e atual nome Arion. Em outubro de 2001 a banda lançou seu primeiro CD homônimo intitulado "Arion". Esse CD, que foi originalmente lançado pela Progressive Rock Worldwide e depois relançado pela Rock Symphony no Brasil e pela gravadora francesa Musea na Europa, foi muito bem recebido pela critica nacional5 e internacional3 1 2 e rendeu ao grupo o prêmio de melhor álbum de rock progressivo brasileiro de 2001 pelo portal Rock Progressivo Brasil.6
Hoje a banda aguarda a volta do tecladista ítalo-brasileiro Sérgio Paolucci, que mora na Itália, onde trabalha e estuda música, para dar continuidade ao trabalho de gravação do segundo álbum, bem como a realizações de novas apresentações ao vivo.

Apresentações

O grupo realizou shows importantes apresentando-se em concertos e festivais internacionais como o festival Minas Prog, onde dividiu o palco com as bandas Quidam (Polônia), Tryo (Chile) e Xang (França). Em 2002 abriu o primeiro show na América do Sul para a lendária banda neerlandesa Focus,7 transmitido para todo o Brasil pela Rede Minas de Televisão. Foi também convidado para abrir o show do grupo setentista inglês Caravan na 9ª edição do Rio ArtRock Festival - RARF, que é referência no circuito progressivo internacional realizado todos os anos no Rio de Janeiro.

Integrantes

  • Tânia Braz: Voz e violão
  • Luciano Soares: Guitarra (mega guitarrista)
  • Sergio Paolucci: Teclados
  • Carlos Linhares: Baixo e violão
  • Nelson Rosa: Bateria

Ex-Integrantes

  • Thyaga: Voz e violão

Discografia

  • 2001 - Arion
Excelente trabalho da banda de Viçosa - minas gerais, executam um rock progressivo extremamente bem arranjado, com ênfase nas guitarras (lindíssimas) e teclados, tudo isso mesclado a um vocal feminino e belíssimas passagens acústicas.
Uma obra prima do rock progressivo mineiro!!!!!!!!!!!!!!!! 
 https://pt-br.facebook.com/ArionProg
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terça-feira, 2 de setembro de 2014

IVONIL DO CARMO - EXCLUSIVIDADE CANTO SAGRADO

 Ivonil do Carmo natural de Varginha, Sul de Minas Gerais, nasceu em 14 de setembro de 1966. Participante ativo de movimentos em Igrejas de sua cidade e no Brasil, destacou-se aos 11 anos participando de celebrações e festivais de música cristã, como compositor, cantor e violonista, despertando seus interesses cada vez maiores em composições e arranjos musicais. Filho de Pai Baiano e Mãe Mineira. Venceu seu primeiro Festival aos 14 anos, conquistando 1° e 3° lugares e ainda se destacando como intérprete e multi-instrumentista. Integrou-se ao Grupo de Artes O.P.A ( Oração Pela Arte ), fundado pelo Pe. Irala (Paraguai), em encontros por todo o Brasil, exprimindo a arte em forma de oração, escrevendo assim sua carreira e seu interesse pela a MPB.
Iniciou seus estudos de música em 1985, com o professor de violão Marcelino Diogo Leite da Escola de Música Lorenzzo Fernandez, e mais tarde veio a ser também professor de violão clássico no Conservatório Estadual de Música ( Maestro Marceliano Braga VG. Concretizando seu talento e vocação para a carreira musical, chegando em 1986 a deixar sua profissão e formação de Enfermeiro formado pelo HRSM (Minas Gerais).
( ivonilcaio@hotmail.com )

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CANTO SAGRADO

PATRIA MINAS


segunda-feira, 1 de setembro de 2014

CELSO ADOLFO - DISCOGRAFIA PARTE III


ESTRADA REAL DE VILLA RICA 2008

                                        
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  CANTO SAGRADO


A ARTE DE CANTAR DE CELSO ADOLFO - 2013
(coletanea exclusiva do canto sagrado)
             
                               


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