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quinta-feira, 26 de agosto de 2021

CACÁUDIO - MANTIQUEIRA

 

Luiz Cláudio Ribeiro, natural da cidade de Santos Dumont - MG é professor universitário e músico. 

Luiz Cláudio Ribeiro, conhecido artisticamente como Cacáudio, é engenheiro civil formado pela UFJF e professor da instituição há mais de 30 anos, lecionando atualmente no departamento de Estatística do Instituto de Ciências Exatas. 

Começou seu interesse pela música ainda na infância, sob a influência dos pais e do irmão. Lançou recentemente o álbum “Mantiqueira”, pela Lei Murilo Mendes, trabalho que conta com composições autorais. Além disso, também é membro da Orquestra de Jazz regida pelo maestro Sylvio Gomes, e acompanha músicos em diversas apresentações pela cidade de Juiz de Fora.

Entrevista cedida a Daniela Aragão -  https://www.acessa.com/- click aqui

Se vc gostar compre o original valorize a obra do artista.

Recomendo !!

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CANTO SAGRADO 

quarta-feira, 18 de agosto de 2021

RAFAEL SENRA - CANÇÕES DE SÃO PATRICIO

 


Muito tempo que não ouço um disco tão lindo, disco de se ouvir todos os dias. 

Orgulho da minha cidade natal Congonhas.

Chegando para somar a música celta no Brasil, Rafael Senra lançou seu primeiro disco solo, intitulado “Canções de São Patrício”, e no qual o mineiro se enveredou pelo estilo, realizando onze versões com letras em português para músicas celtas de domínio público (feitas entre os séculos XVIII e XIX).

O repertório vai de músicas mais conhecidas, como “How Can I Keep from Singing?” (interpretada por Enya, Pete Seeger e outras) e “Down By the Sally Gardens” até algumas menos conhecidas, como “The Green Fields of Gaoth Dobhair” e “Three Ravens”. Nas versões, elas se tornaram, respectivamente: “Seus Poemas”, “O Jardim”, “Colinas de Del Rei” e “Três Corvos”.

Quando iniciou as versões, em 2014, Rafael estava na metade de seu Doutorado em Letras (na UFJF, que foi concluído em 2016). Antes disso, no Mestrado, ele pesquisou a obra de Milton Nascimento e do Clube da Esquina, um trabalho que acabou virando o livro “Dois Lados da Mesma Viagem”, prefaciado por Fernando Brant. Assim, sua experiência musical transita tanto pela pesquisa acadêmica quanto pela prática – ele compõe há mais de vinte anos.

A paixão pela música celta, nascida no ambiente bucólico da cidade de São João del Rei, onde morou por 13 anos, acabou gerando esse trabalho, nascido de forma despretenciosa. Algumas versões, como “A Menina de Lá” (“The Pretty Maid”) – acho que a minha favorita no trabalho – buscaram ser bem fiéis à canção original, enquanto outras assumiram caminhos mais inusitados.

“Embarcanações”, por exemplo, é uma versão de “Mhorag’s Na Horo Gheallaidh”, conhecida do repertório de grupos irlandeses como Altan e Clannad. A letra original, cantada por trabalhadores de moinhos e engenhos no Canadá e na Espanha (séc.XVIII) se referia ao Rei Charles e às rebeliões jacobitas. Mas na versão de Senra, a letra fala da expansão marítima europeia e da chegada dos portugueses no Brasil.

Uma das versões é digna de nota, envolvendo uma mistura (ou “mash-up”) de duas obras diferentes: a melodia da canção celta “Coinleach Ghlas An Fhómair” e dois poemas (cançonetas) do poeta arcadista Claudio Manoel da Costa (Glauceste Saturnio), que, ao lado de Tiradentes e Tomás Antônio Gonzaga, foi um dos grandes nomes da Inconfidência Mineira. Ao identificar que tanto os trovadores celtas quanto Claudio tinham influências comuns na lírica camoniana e no Trovadorismo, Rafael arriscou a mistura, percebendo que a métrica de “Coinleach…” era idêntica a algumas obras do Inconfidente (como “À Lira Desprezo” e “À Lira Palinódia”), e provavelmente letra e música tem a mesma idade (meados do século XVIII). No disco, a versão se chama “À Lira”, e o clima pastoril e melancólico do poema pareceu muito confortável nesta melodia.

Os arranjos seguiram o mesmo caminho das letras. Uns foram bastante inspirados por diversas harmonias convencionalizadas em várias versões, enquanto outros exigiram doses maiores de inventividade. Trata-se de um disco enxuto instrumentalmente, contando apenas com voz e violão de aço, tudo interpretado por Rafael.

Depois de três anos de elaboração do trabalho, Senra o gravou em março de 2017, enquanto a pós-produção (mix e master) foi feita por Renato Lopes e Cleiton Lupe no Ômega Studio (Congonhas – MG) sua cidade natal.

Conheça mais sobre o trabalho de Rafael Senra no site oficial do músico!

Se vc gostar compre o original valorize a obra do artista.

Recomendadíssimo !!!!

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CANTO SAGRADO 

NÁDIA CAMPOS - LUZ PEREGRINA

 


Com canções autorais e parcerias inéditas, a artista mineira lançou, no dia 29 de junho, seu disco nas plataformas digitais juntamente com o mini documentário Luz Peregrina sobre o processo de criação do recente trabalho.

O disco Luz Peregrina da compositora Nádia Campos ( Violeta Parra de Minas) nasceu a partir de suas vivências culturais pelos lugares que passou e das trocas com as pessoas que encontrou em seu caminho. As 14 faixas trazem as ancestralidades da cantadeira, um encontro lusófono com influência moura, africana e indígena. O pulsar das culturas, instrumentos e melodias da América Latina, se misturam nas veias de Nádia em busca da sua própria identidade. Como resultado desta peregrinação ela comenta: “Quando se caminha em um território, em uma paisagem, também existe um movimento interno da consciência e do espírito que manifesta de forma atemporal o que somos“.

O trabalho é uma costura de canções que afloram o pertencimento à América Latina. Os instrumentos são muitos: violões, violas, charango, cabacítara, cora, tampura, guitarra portuguesa, cuatro venezuelano, baixolão, sopros e percussões. Os ritmos também variados: guarânia, uma mistura de samba-choro com lundu, tonada, uma mistura de morna com cumbia, folia, bumba-meu-boi. Com destaque, a interpretação da folia Bendita Caminhada de Fernando Guimarães e André Luís; Chakana, o tema andino de Guilherme Melo e a releitura de Urrou do Boi do mestre Coxinho junto com Mimoso de Ronald Pinheiro.

O disco está disponível gratuitamente nas plataformas digitais de Nádia Campos (Google Play, You Tube, Deezer, Apple Musica, Spotify e Soundcloud) e também o minidocumentário pelo canal do You Tube da cantora (www.youtube.com/NadiaCamposMusica). Até o mês de agosto o público receberá várias surpresas musicais, lançamento de videoclipes e lives que serão divulgadas nas redes sociais da artista.

DISCO LUZ PEREGRINA

Nas plataformas digitais de Nádia Campos: Google Play, You Tube, Deezer, Apple Musica, Spotify e Soundcloud

MINIDOCUMENTÁRIO LUZ PEREGRINA

Canal do You Tube: https://www.youtube.com/c/NadiaCamposMusica

Nádia Campos nas redes:

https://www.instagram.com/nadiacamposmusica/

https://www.facebook.com/nadiacamposmusica

https://www.youtube.com/c/NadiaCamposMusica

www.nadiacampos.com.br

Simplesmente Lindo !!!!
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CANTO SAGRADO

terça-feira, 17 de agosto de 2021

RUBINHO DO VALE - VIVA O POVO BRASILEIRO - AO VIVO

 


 
  •  Direção geral e arranjos: Rubinho do Vale 
  • Direção musical: Waldir Cunha Participação especial: Davi Botelho
  •  Músicos: Waldir Cunha (baixo) Fernando Rodrigues (Guitarra e violão aço) Zeca Magrão (Percussão) Pedrinho Moreira (Bateria) Fabiano Zan (Sax e flauta) Emerson Oliveira (Teclado) Mônica Horta (Vocal) Regina Mori (Vocal) Os arranjos finais foram coletivos. 
  • O show para gravação do DVD “Viva o Povo Brasileiro” teve o patrocínio da Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais. Realizado em parceria com o VALEMAIS – Instituto Sociocultural do Vale do Jequitinhonha.
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  •  Se vc gostar compre o original valorize a obra do artista.
  •  Magnifico !!!!!
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SERGIO PERERÊ - CORAÇÃO DE MARUJO

 

O multi instrumentista  Sérgio Pererê tem um trabalho de fortes influencias afro-brasileiras, a partir de duas vertentes. A primeira delas é a conexão de Minas Gerais com a herança negra. “Essa cultura popular da congada, da folia de reis, com tambores e traços africanos, é meu foco”.

 Com intenso diálogo com a cultura popular, Sérgio Pererê lançou em 2020 Coração de Marujo buscando a integração entre o pessoal e o público, reencenando a sua ancestralidade, criando laços entre o eu e o nós. De construção espiralar, o eu xamânico de Pererê parte dos Reinados de Minas Gerais, passando pela cultura iorubá, para alcançar o político, que é próprio do nós e realizando, ao mesmo tempo, o caminho inverso: a comunidade também é o que ajuda a construir o eu-artista. Esse encontro se realiza de maneira especial na ligação entre os temas abordados com a escolha materializada musical.

Excelente disco !! 

Se vc gostar compre o original, valorize o trabalho do artista.

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CANTO SAGRADO

sexta-feira, 23 de abril de 2021

LECI STRADA - CAIPIRAS CANTIGAS - 1998

 

Excelente disco enviado por um seguidor do blog, Samuel lá do sur das Gerais.

Samuel fica meus agradecimentos pela contribuição e que esteja a vontade, a casa é sua e de todos.

Cantor, Instrumentista e Compositor voando com gaiola e tudo

 Nascido em Brumadinho Minas Gerais, a sua formação profissional se deu na prática artística, cantando em bandas de bailes e casas noturnas de Belo Horizonte começando bem jovem em 1967, logo após partiu para além das montanhas de Minas, mostrando sua boa música no nordeste do país e logo após retornando ao sudeste tendo brindado o público do Rio de Janeiro e São Paulo.

Em 1980 gravou seu primeiro disco através do Festival Nacional MPB Shell da Rede Globo com a música VOAR COM GAIOLA E TUDO – em parceria com Serginho Sá que foi lançando pela RGE, foi o primeiro compacto, mas logo em seguida saiu o primeiro LP que teve como grande sucesso a musica CANTO DE LOUVOR mais uma composição dele e de Serginho Sá, que em virtude do sucesso virou clipe para um Programa de Televisão, tornando-o conhecido em todo Brasil lançou a música Seu Moço de sua autoria, tema na novela JERÔNIMO do SBT em 1982.

Com sua alma cabocla fez a letra de BOBOCA E BOBÃO que Serginho Sá musicou e a dupla César e Paulinho eternizou no meio sertanejo.

MENINA de sua autoria vou gravada por Sergio Reis e Selma Reis .

DESÁGUA dele e Serginho Sá que ainda hoje é sucesso entre os românticos.

Leci em sua biografia lançada eBook.

Ao longo de meus 70 anos de vida e 50 de música, gravei onze discos, nos vários formatos, compus trilhas de novelas como
Seu Moço, apareci com Canto de Louvor, viajei o Brasil inteiro cantando Voar com gaiola e tudo nas melhores
casas do ramo, virei estátua em Inhotim...enfim, fiz sucesso.
As três músicas que acabo de lembrar são irmãs de numerosas outras que me deram o sabor de sentir-me um verdadeiro
“cantautor”, como os espanhóis simpaticamente se referem aos cantores que são autores de suas canções.
Mas também morei de favor em bordéis, dormi na rua, senti frio, vendi cartões psicodélicos para comer, passei fome a ponto de
ver meu espírito sair do meu corpo, sobrevivi a um câncer... enfim, experimentei o verso e o reverso nas trilhas do mundo.
Somando os dois lados, como diria o poeta, confesso que vivi. E agora resolvi celebrar a VIDA, rememorando um pouco do que já fiz, mas muito mais que isso, fazer um trabalho de novo , pois aprendi que a vida se renova a toda hora, que a vida é movimento e ação e que é preciso adquirir sempre novos conhecimentos para amadurecer, senão nós apenas ficamos velhos.
Este é o sentido deste trabalho comemorativo: ele rememora minha história de vida e de cantador, o que fiz
e as experiências pelas quais passei para chegar até aqui...

por Leci Strada (Autor), Manoel Magalhães (Autor), Beto Ferris (Editor)

Grande poeta e cantador!!!!!

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CANTO SAGRADO 

LECI STRADA - SONHOS E VISÕES EP (REPOST A PEDIDO)

 

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CANTO SAGRADO