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domingo, 26 de julho de 2015

SERGIO SANTOS - RIMANCEIRO - 2013- EXCLUS. CSDT



          Mineiro de Varginha, sul de Minas Sergio Santos  é hoje considerado um dos grandes nomes           da musica brasileira com mais de vinte anos de estrada confira sua trajetória.
  • 1982 –  Sérgio Santos começa sua carreira participando do espetáculo “Missa dos Quilombos” de Milton Nascimento.
  • 1983 –  Participa do LP de Milton que registrou o mesmo espetáculo.
  • 1991 – Conhece o poeta Paulo César Pinheiro que vem a se tornar o seu grande parceiro.Com ele compõe mais de 200 músicas, obra cantada por artistas como Leila Pinheiro, Alcione, Fátima Guedes, Lenine, Joyce, Dori Caymmi, Francis Hime, Olívia Hime e Milton Nascimento.
  • 1995 – Lança seu primeiro CD “ABOIO”, com participações de Sivuca e do violonista Raphael Rabello, indicado ao 9º Prêmio Sharp. No mesmo ano “Aboio” é lançado pela gravadora francesa Buda Musique, e distribuído em toda a Europa, EUA e Japão.
  • 1998 – Faz uma turnê percorrendo 8 capitais espanholas e lança pela gravadora Pau-Brasil, (nos EUA, pela gravadora Blue Jackel, na Espanha pela Musimedi e na Alemanha pela Exil Musik), o CD “MULATO”.
  • 1999  – Se apresenta em Los Angeles, no Hollywood Bowl, um dos templos sagrados da música americana e um dos mais importantes palcos do mundo, espetáculo elogiadíssimo pela crítica americana.  Em julho se apresenta em San Francisco, no Herbst Theater.
  • 2000 – Participa no Teatro Municipal, como cantor convidado, da Sinfonia do Rio de Janeiro, de Francis Hime, trabalho registrado em DVD lançado pela gravadora Biscoito Fino. Em 2001 se apresenta no VIII Festival Internacional de Jazz de Lérida, Espanha.
  • 2002 – É contratado pela gravadora Biscoito Fino e lança seu terceiro CD, “ÁFRICO”, com participações do Grupo Uakti, Joyce e Lenine, trabalho que recebeu o Prêmio Rival-BR como o melhor CD do ano.
  • 2003 – Recebe o Troféu Pró-Música, em Belo Horizonte, na categoria melhor compositor. É também o segundo colocado no Prêmio Visa, Edição Compositores, em São Paulo.
  • 2004 – Lança o seu quarto CD, “SÉRGIO SANTOS”, com participações de Francis Hime e Leila Pinheiro.
  • 2005 – participa juntamente com a cantora Joyce do Projeto Pixinguinha, com uma turnê por 8 capitais nordestinas. Também se apresenta em Paris, na sede da UNESCO, como intérprete da Sinfonia do Rio de Janeiro, de Francis Hime, no encerramento do Ano do Brasil na França.
  • 2006 – Se apresenta em Charleston, South Carolina, EUA, no Spoleto USA Festival, um dos mais importantes festivais americanos de música.
  • 2007 – Lança seu quinto CD “IÔ SÔ”, inspirado no congado, com participações de Joyce e Dori Caymmi.
  • 2008 – Faz turnê de 6 shows com grande sucesso por capitais argentinas. Neste mesmo ano, apresenta-se em Punta Del Este, no Uruguai, e na cidade de Torino, na Itália.
  • 2010 – Lança seu sexto CD, “Litoral e Interior”, com participação de Mônica Salmaso. A música que dá nome ao trabalho é indicada ao Grammy Latino como melhor canção brasileira.
  • 2011 – Se apresenta no Japão, no Blue Note Tokyo e no Cotton Club, em uma temporada de 10 shows ao lado da cantora Joyce.
  • 2012 – Prepara o lançamento de seu sétimo CD.
  • 2013 - Lança Rimanceiro







“Rimanceiro” deságua na poesia Roseana


Apenas ela, nua como veio ao mundo: a canção. E apenas dois violões e uma voz para trazê-la à vida. É o suficiente para atestar-lhe a existência. Ela é o grande motivo, aquilo que nos sacia a criação. A ela nos dedicamos nos últimos 20 anos, eu e meu parceiro Paulo César Pinheiro. É um tempo redondo, que justifica ser marcado. Aqui há a nossa primeira música e há também a mais recente, além de uma boa parte do que aconteceu entre uma e outra. O caminho principal da escolha desse repertório, o assunto recorrente, é o mato. O jagunço, a onça, o buritizeiro, a corredeira, a aroeira, o camaleão na cara do curumim. Assim como nos faz sentido continuar a beber da água limpa da canção, também nos move saber que ainda há fora do urbano uma fonte generosa, que é farta para quem quiser buscar mais no fundo, onde há manancial perene, transbordante e cristalino. Esse trabalho, nossa coleção de sons e rimas, é nossa forma de dizer que por todo esse tempo quem nos matou a sede da alma foi ela: a canção brasileira.

http://www.sergiosantos.mus.br

Duas décadas de música e poesia são celebradas em “Rimanceiro” (Biscoito Fino), sétimo álbum do cantor mineiro Sergio Santos que tem suas melodias emolduradas pela poesia do mito Paulo César Pinheiro. O CD apresenta 14 canções, sendo12 inéditas. Totalmente acústico e produzido por Gabriel Pinheiro, Santos divide com Silvio D'Amico os violões.
            Aqui, a fauna, a flora e as águas do sertão de Guimarães Rosa ganham vida e nos fazem trilhar por suas veredas. Em tempos da mutilação da música e poesia por mídias excludentes, ouvir Rimanceiro é ter a certeza de que um outro Brasil, à música de verdade, sobrevive. Vamos juntos nos embrenhar nas melodias poéticas desse grande sertão brasileiro, começando por “Aço e Seda”. Os cheiros, sabores e aromas da Chapada Diamantina vêm através dos dois mestres citados: Paulinho Pedra Azul e Saulo Laranjeira. A segunda canção me remete aos mestres Dominguinhos, Sivuca e Luiz “Lua” Gonzaga, o singular baião “Cabeça Chata”. Ouço nessa pisada o som dos seus foles.
            A poesia da bela canção “Bandeira” é dedicada às cores e à raça de um povo. “Bandeira verde e amarela/Azul e branca bandeira/Raça de cravo e canela/De nome feito em madeira”. Quem de nós já não sofreu por amor? Quantos corações dilacerados encontramos nas sendas da vida. É com uma chuva de lirismo que a música “Coração do Mato” descreve as mágoas de amor, mas, aqui, temperadas de esperança. O convite agora é para mergulhar na pureza da melodia interiorana: o poeta foi buscar nas suas nascentes as palavras certas para acariciar nossos ouvidos em “Canto da Água”. Doze anos se passaram da primeira gravação de “Ganga-Zumbi” no CD Áfrico (Biscoito Fino) e, a cada interpretação, a música ganha mais corpo. Lindo demais...
            A canção que da título a esta obra de arte, “Rimanceiro”, define bem a comunhão de 20 anos entre música e poesia. Nela, o poeta diz: “Tenho muitos versos/Basta me pedires/Sei de um pote cheio/No fim do arco-íris”. Para o nosso bem, que outros 20 sejam comemorados! Uma das músicas que me comovem é “Jagunço”. Ela defende ser o amor capaz de habitar até o mais rude dos homens. Aqui, Santos e Pinheiro desvendam a braveza delicada do homem quem se embrenha na poesia do mato. A África é lembrada mais uma vez em “Kêkêrêkê”, gravada anteriormente em Áfrico, de 2002. Saindo um pouco do sertão Roseano, o artista celebra as tradições indígenas em “Putirum”.
            Foram duas décadas de espera para ser gravada a primeira composição entre Sergio Santos e Paulo César Pinheiro, “Onça Pintada”. Isso nos prova que tudo tem sua hora. As vozes do sertão se ouvem em “Voz da Noite, Voz do Dia”. Quem mora em grandes metrópoles pouco consegue ver as constelações que brilham no céu. Em “Quatro Estrelas” a música nos apresenta as do norte, a cadente, a do sul e a do mar, permitindo-nos viajar a cada nota.
            “Chama-se tempo esse menino forte/E a costureira, pois, chama-se Morte/E o velho cego, então, chama-se Deus” – trecho da poética “Vidência”, que fecha em grande estilo essa audição.
            A dupla já totaliza mais de 250 canções. Sergio, Paulo, música e poesia. Para Sempre.

domingo, 19 de julho de 2015

Siba e Roberto Corrêa - Violas de Bronze [2009]

O disco Violas de bronze traz composições dos músicos Roberto Corrêa e Siba, interpretadas nas violas caipira, de cocho e nordestina, e na rabeca. Além de ser uma fusão dos estilos dos instrumentistas e compositores, o disco é também uma reunião de dois poetas populares que buscam uma possível síntese de suas tradições. O encontro dos dois artistas foi selecionado para patrocínio pelo Programa Petrobras Cultural, e, como resultado, eles apresentam este CD, com canções e músicas instrumentais.

Roberto Corrêa nasceu em 1957, em Campina Verde – MG. Mudou para para Brasília para estudar física e descobriu seu destino: a música.
Fascinado pela viola caipira e pela viola de cocho, dedicou-se a explorar seus mistérios e a expandir seus limites.
Hoje é um dos mais importantes violeiros do Brasil. Sua atuação foi fundamental para o desenvolvimento do potencial de solista da viola. Instrumentista virtuose, compositor e pesquisador, Roberto Corrêa é reconhecido por seu talento e dedicação.
Como instrumentista e estudioso, traz em sua música referências do Centro-Oeste e do Sudeste brasileiro. O pernambucano Siba, compositor, músico e letrista dos mais brilhantes em atividade no País, um dos criadores do grupo Mestre Ambrósio, encontrou seu eixo na região da Zona da Mata. Com as bases na tradição e as antenas captando ondas universais, ambos vêm construindo obras fundamentais, de reconhecimento internacional.

Siba e Roberto Corrêa - Violas de Bronze [2009]

01 Cara de Bronze (Roberto Corrêa e Siba)
02 Big Brother Mental (Siba)
03 Caninana do Papo Amarelo (Roberto Corrêa)
04 Jararaca Chateadeira (Roberto Corrêa)
05 Lume (Beto Villares e Siba)
06 Nos Gerais (oberto Corrêa e Néviton Ferreira)
07 Procissão da Chuvada (Siba)
08 Extremosa-Rosa (Roberto Corrêa)
09 Casa de Reza (Siba)
10 Trela dos Cachorros: O Espadilha e o Zape (Roberto Corrêa)
11 Boi Tristeza (Roberto Corrêa)
12 Da Espera (Siba)

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DISCOGRAFIA MILTON NASCIMENTO PARTE VIII

MILTON NASCIMENTO - ANOS 2000




Habitualmente generoso quando convidado para gravar participações em projetos coletivos e em discos de colegas, Milton Nascimento tem 19 gravações avulsas reunidas na ótima coletânea Anos 2000, editada pelo selo Discobertas em 2011. O título alude ao fato de que os registros fonográficos foram feitos entre 2001 e 2002. O cuidadoso encarte reproduz as fichas técnicas das gravações e as capas dos CDs do qual foram extraídos os fonogramas. Eis o (interessante) repertório de Milton Nascimento Anos 2000, compilação avalizada pelo artista:

1. Imagine (John Lennon) - com Gilberto Gil
Fonograma de 2001 incluído do álbum Mr. Lennon (2010)
2. Coisa nº 8 (Navegação) (Mike Mine Blue) (Moacir Santos, Regina Werneck e Nei Lopes)
Fonograma do álbum Ouro Negro (2001)
3. Luar do Sertão (Catulo da Paixão Cearense) - com Luiz Gonzaga
Fonograma do álbum Duetos com Mestre Lua (2001)
4. Angelus (Milton Nascimento) - com Leonardo Bretas
Fonograma do CD com a trilha sonora da novela Coração de Estudante (2002)
5. Sino, Claro Sino (Capiba e Carlos Penna Filho)
Fonograma do CD Mestre Capiba (2002)
6. Milagre dos Peixes (Milton Nascimento e Fernando Brant)
Fonograma de 2002 lançado no álbum Casa de Oceano (2003), de Simone Guimarães
7. Caça à Raposa (João Bosco e Aldir Blanc)
Fonograma do CD Songbook João Bosco Vol. 1 (2002)
8. Enfim S.O.S. (Sérgio Godinho) - com Sérgio Godinho
Fonograma do CD O Irmão do Meio (2002), de Sérgio Godinho
9. Encontros e Despedidas (Milton Nascimento e Fernando Brant) - com Simone
Fonograma do CD Simone ao Vivo (2005)
10. Cigarra (Milton Nascimento e Fernando Brant) - com Simone
Fonograma do CD Simone ao Vivo (2005)
11. Trem do Horizonte (Christiaan Oyens) - com Christiaan Oyens
Fonograma de 2005 lançado no CD Adeus Paraíso (2006), de Christiaan Oyens
12. Luamar (Gustavo Carvalho) - com Gustavo Carvalho
Fonograma do CD Arquipélago (2006), de Gustavo Carvalho
13. Raça (Milton Nascimento e Fernando Brant) - com Fafá de Belém
Fonograma da trilha sonora da novela Caminhos do Coração (2007)
14. Emoções (Roberto Carlos e Erasmo Carlos) - com Erasmo Carlos
Fonograma do CD Erasmo Carlos Convida Volume II (2007)
15. Discovery (Lula Queiroga) - com Marina Machado
Fonograma do CD Tempo Quente (2007), de Marina Machado
16. Planeta Sonho (Vermelho, Flávio Venturini e Márcio Borges)
Fonograma da trilha sonora da novela Os Mutantes - Caminhos do Coração (2008)
17. Há de Ser (Jorge Vercillo) - com Jorge Vercillo
Fonograma do CD D.N.A. (2010), de Jorge Vercillo
18. Circo Marimbondo (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos) - com Pedro Bernardo
Fonograma do CD Pedrinho do Cavaco (2010), de Pedro Bernardo
19. I'd Have You Anytime (George Harrison e Bob Dylan)
Fonograma do CD George Harrison - Tudo Passa (2010)
* Bonus Canto sagrado
20- Musica - com Flavio venturini
Fonograma do CD de Flavio Venturini - Não se apague essa noite - (2010)

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TRAVESSIA 50 ANOS DE CARREIRA - AO VIVO
 MILTON NASCIMENTO - Uma Travessia – 50 anos de Carreira, gravado ao vivo no dia 25 de novembro de 2.012,  na casa de espetáculos VIVA RIO, no Rio de Janeiro, comemorando os 50 anos deste extraordinário artista, percorre essa rica e sensível história pessoal e profissional de forma emocionante.  Na faixa  Canção da América, (da pra marejar os olhos, haja coração) Milton, pede que a própria plateia a cante para ele, como a reclamar nitidamente um afago ou um carinho a esse público que lhe foi fiel durante tantos anos. E o coro que vem do auditório, surpreendentemente afinado (os mais acabam arrastando os menos)  e acompanhado pelos músicos e arranjadores do  cantor,  dá conta da popularidade da música, cuja letra é recitada, de cor e salteado, como se dizia antigamente,   e do compositor amado e respeitado /Amigo é coisa para se guardar/No lado esquerdo do peito/mesmo que o tempo e a distância, digam não/mesmo esquecendo a canção/O que importa é ouvir a voz que vem do coração/Pois, seja o que vier/venha o que vier/Qualquer dia amigo eu volto a te encontrar/Qualquer dia amigo, a gente vai se encontrar.” Os arranjos são magníficos. Destaque para os músicos extraordinários que acompanham Milton: Gastão Vileroy, no baixo, Kiko Continentino no piano e teclado, Widor Santiago nos sopros, Lincoln Cheib na bateria e  Wilson Lopes, no violão e guitarra. Experimente ouvi-los fechando os olhos e você vai verificar como são ricos e empolgantes em cada acorde, em canta toque, em cada batida da bateria, em cada som extraído das cordas do violão ou das teclas do piano.   De Canção do Sal, música de trabalho feita em homenagem aos trabalhadores das salinas de Niterói, a Travessia, segundo lugar, em 1.967, na 2a. edição  do extinto e saudoso  Festival  Internacional da Canção do Rio de Janeiro. De Clube da Esquina a Maria Maria e Morro Velho, Milton é, sem qualquer divergência, um dos mais talentosos e importantes cantores e compositores do que se convencionou chamar de música popular brasileira, em todos os tempos. O CD/DVD homenagem é ilustrativo dessa trajetória e deve ser adquirido, assistido e guardado por todos os que apreciam a música de indiscutível qualidade  que se fazia e ainda se faz neste país por poucos!

CD 01
01 Cais
02 Vera Cruz – Part. Wagner Tiso
03 Canção Do Sal
04 Clube Da Esquina Nº2 – Part. Lo Borges
05 Nuvem Cigana
06 Lília
07 Anima
08 Lágrimas Do Sul
09 Amor De Índio
10 Promessas Do Sol
11 Morro Velho

CD 02
01 Raça
02 Maria Maria
03 Nos Bailes Da Vida
04 Nada Será Como Antes – Part. Lo Borges
05 Para Lennon E McCartney – Part. Lo Borges
06 O Trem Azul
07 Um Girassol Da Cor Do Seu Cabelo
08 Sofro Calado
09 Canções E Momentos
10 Canção Da América
11 Coração De Estudante – Part. Wagner Tiso
12 Travessia
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 MIL TOM - TRIBUTO
 Dividido em dois volumes com 15 faixas cada, o tributo “Mil Tom” conta com a participação de 32 nomes da nova geração e a assinatura do produtor mineiro Pedro Ferreira. A masterização foi feita por Eduardo Kusdra no Arte Master Home Studio (Araras – SP) e Luyse Costa assina a bela arte.
 Há mais de cinco décadas, Milton Nascimento, ou Bituca para os “íntimos”, encanta a todos com sua obra repleta de poesia e riqueza melódica, e “Mil Tom” é uma forma de retribuir este encanto com novas versões de um grupo de canções clássicas recriadas por artistas de 11 estados brasileiros: Acre, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Das 30 canções do tributo, os dois volumes do “Clube da Esquina” dominam a preferencia dos interpretes: nove canções do “Clube da Esquina” (1972) e seis do “Clube da Esquina 2” (1978) marcam presença no tributo, que ainda destaca o grande álbum “Minas”, de 1975, presente em “Mil Tom” com quatro canções. Do mítico disco de estreia de 1967, “Travessia”, saíram duas canções, assim como de “Caçador de Mim”, álbum de 1981.

A canção mais recente do tributo é “Sereia”, parceria de Milton com Caetano Veloso, presente na trilha sonora do filme “O Coronel e o Lobisomem”, de 2005. Há ainda faixas dos álbuns “Courage” (1968), “Milton” (1970) “Encontros e Despedidas” (1985), “A Barca dos Amantes” (1986), “Milton Nascimento” (1997) além de “Caxangá”, registrada no “Ao Vivo” de 1983, mas gravada primeiramente por Elis Regina no álbum “Elis”, de 1977. Abaixo, quem fez o que:

- “Ponta de Areia”, A Banda Mais Bonita da Cidade (PR)
- “Saudade Dos Aviões da Panair” (Conversando No Bar)”, Aláfia (SP)
- “Vera Cruz”, Aline Calixto (MG)
- “Cais”, Ana Larousse (PR)
- “E Daí?”, Baleia (RJ)
- “Maria Maria”, Banda Tereza (RJ)
- “Beijo Partido”, Blubell (SP)
- “San Vicente”, Bruno Souto (part. Banda Chá de Pólvora) (PE – SP)
- “Paisagem na Janela”, Dani Black (SP)
- “Credo”, Dom Pepo (MG)
- “Cravo e Canela”, Felipe Cordeiro (PA)
- “Para Lennon e McCartney”, Fernando Temporão (RJ)
- “Canoa, Canoa”, Filarmônica de Pasárgada (SP)
- “Nos Bailes da Vida”, Gisele De Santi (RS)
- “O Rouxinol”, Karol Conka (PR)
- “Sereia”, Letuce (RJ)
- “Nada Será Como Antes”, Los Porongas (AC)
- “Caxangá”, Orquestra Contemporânea de Olinda (PE)
- “Travessia”, Pedro Morais (MG)
- “Paula e Bebeto”, Pélico & Bárbara Eugênia (SP – RJ)
- “Paixão e Fé”, Phill Veras (MA)
- “Tudo Que Você Podia Ser”, Rashid (SP)
- “Nuvem Cigana”, Selvagens à Procura de Lei (CE)
- “Caçador de Mim”, Simonami (PR)
- “Amor de Índio”, Thaís Gulin (PR)
- “O Trem Azul”, The Outs (RJ)
- “Canção Amiga”, Tiberio Azul (PE)
- “Lágrima do Sul”, Tono (RJ)
- “Clube da Esquina n° 2”, Vanguart (MT)
- “Canção do Sal”, Verônica Ferriani (SP)

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PELAS ISTRADINHAS DE MINAS

Localizado a 20 km de Belo Horizonte, São Sebastião das Águas Claras, também conhecido como Macacos, é um distrito de Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte, com aproximadamente 3 mil habitantes. A vila é muito visitada por ficar entre rios e belas montanhas e oferecer diversão e tranquilidade ao mesmo tempo.
Uma de suas primeiras construções é a Igreja de São Sebastião, construída em 1718, era utilizada para as festas religiosas do lugar. A igreja foi reformada em 1801 e depois, passou por outros reparos, sendo restaurada recentemente.
O povoamento do distrito de Macacos iniciou-se logo no início do século XVIII com a descoberta do ouro na região. Diversas histórias justificam o nome Macacos.
Segundo funcionários do departamento de turismo de Nova Lima, “os bandeirantes portugueses chamavam de macacos os contrabandistas de ouro que usavam as trilhas da região para contrabandear o metal, com isso, a região ficou conhecida como região dos Macacos”.
Com o passar do tempo, Macacos foi se formando, alicerçada, nas atividades de pequena agricultura e comércio de gêneros de primeira necessidade. A extração do ouro durou até meados do século XIX, quando o metal tornou-se escasso e sua extração mais difícil, e isso fez com que a região ficasse esquecida. Entretanto, nas últimas décadas, Macacos teve esse quadro mudado pelo turismo de aventura, o turismo gastronômico e principalmente o ecoturismo.
Envolta por rios e montanhas, os turistas encontram em Macacos, condomínios, pousadas, hotéis de luxo, restaurantes que variam desde a tradicional comida mineira ao mais saboroso prato mediterrâneo.

Saiba mais:
Portal Macacos


DELICIAS DE MINAS

Broinha

 



Ingredientes

2 xícaras de chá de leite
2 colheres de sopa de açúcar
1 pitada de sal
1 colher de café de erva-doce
3 colheres de sopa de margarina
2 xícaras de chá de fubá
3 ovos
1 colher de sopa de farinha de trigo
1 colher de café de fermento em pó
margarina para untar.

Modo de Preparo

Ferva o leite com o açúcar, o sal, a erva-doce e a margarina. Despeje a mistura sobre o fubá, numa tigela. Deixe esfriar e junte os ovos, um a um, mexendo muito bem. Por último acrescente a farinha de trigo peneirada com o femento. Misture tudo muito bem e separe a massa em 10 partes, arredondando-as. Ponha no fundo de uma xícara de chá um pouco de farinha de trigo, coloque dentro dela uma das partes da massa e chacoalhe-a para ficar bem enfarinhada. Depois achate-a um pouco com as mãos. Faça o mesmo com as outras partes. Leve-as ao forno preaquecido por cerca de 30 minutos ou até que as broinhas estejam coradas.
Agora é só saborear esta gostosa, simples e fácil !

domingo, 12 de julho de 2015

DELICIAS DE MINAS

Bambá de couve

 


Ingredientes

2 colheres (de sopa) de fubá
250g de lingüiça cortada em pedacinhos e torresmo frito
4 a 5 folhas grandes de couve manteiga
1/2 xícara (chá) de água fria
1 litro de caldo de Carne
1 ovo inteiro

Modo de Preparo

Coloque o fubá numa frigideira de ferro grossa e torre-o rapidamente. Reserve. Aproveite a frigideira e frite as lingüiças. Tire o talo da couve, rasgue as folhas em pedaços médios e refogue-a também na frigideira, aproveitando parte da gordura da lingüiça. Dissolva o fubá na meia xícara de água e junte-o ao caldo de carne fervente, mexendo para não encaroçar. Bate ligeiramente o ovo e junte-o ao fubá, mexendo sempre até talhar. Por fim, adicione a lingüiça a couve e o torresmo frito. Sirva bem quente.
Agora é só saborear esta gostosa, simples e fácil Receita de Bambá de couve.

MILTON NASCIMENTO - DISCOGRAFIA PARTE VII

MILTON NASCIMENTO E BELMONDO - 2009
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MILTON NASCIMENTO E LÔ BORGES AO VIVO EM RECIFE - 2009

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PARTE 1
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PARTE 2
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MILTON NASCIMENTO - TRILHA PARA BALLET - GRUPO CORPO 1976/2002

MARIA MARIA
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