Grupo formado por Lemão (bateria, percussão e voz), Jairo
Lara (guitarra, voz, violão e flauta), Kiko (baixo, violoncelo e
cavaquinho), Lou Petrus (violão, violino e voz) na cidade de
Divinópolis (MG), no início da década de 1970. Conterrâneos e amigos de
Túlio Mourão, integrante da terceira formação dos Mutantes, eram
constantemente convidados para acompanhar o grupo em festivais de música
alternativa ao longo da década de 1970, obtendo assim certo prestígio
junto ao público de rock. No ano de 1982 o grupo lançou o LP "Ad Canto"
pela gravadora RCA, logo depos encerrou as atividades.
"Alma de musico" é um hino, quem nunca cantou "canção morena", (só resta muita saudade)
Um disco único, primordial que fez parte de uma geração (anos 80) "recomendadíssimo!!!!"
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CANTO SAGRADO
"SOU DA TERRA DO OURO, DAS SERRAS AZUIS,DOS CAMPOS GERAIS, SOU DO MUNDO, SOU MINAS GERAIS"
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segunda-feira, 11 de novembro de 2013
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
SOM IMAGINARIO - 1970
Som Imaginário - Som Imaginário [1970]
Das mais radicais das bandas do Clube da Esquina ( movimento musical
mineiro do começo dos anos 70 fortemente influenciado por Beatles), o
Som Imaginário com seu disco de estréia demonstra uma riqueza musical
poucas vezes vista no cenário brasileiro, com uma mistura de Rock
Progressivo, Psicodelismo e MPB que até hoje causa fascínio nos olhos
dos colecionadores de raridades de todo o mundo, sendo que o LP original
vale algumas centenas de dólares o que o torna praticamente impossível
de se encontrar.
Uma banda que já contou com a participação de nomes mais do que consagrados como Marco Antônio Araújo, Naná Vasconcellos ,Toninho Horta, Wagner Tiso, Tavito e José Rodrix não podia fazer um disco que ficasse abaixo desse nível.
A audição começa surpreendendo com riffs bem interessantes na música
“Morse”. O vocal é de Rodrix, que predomina na maior parte das músicas.
“Super-God” com seu vocal distorcido e guitarras ácidas chega a assustar
ouvidos despreparados , o que lhe valeu o posto de representar o Brasil
juntamente com "Lem-ed-Êcalg" do Módulo 1000 na coletânea “Love, Peace
& Poetry - Latin American Psychedelic Music”, lançada pelo selo
alemão Q.D.K Media. “Tema dos Deuses” , música de Milton Nascimento (que
na época era apoiado pela banda) tem um clima sombrio, sendo a única
música instrumental do disco. “Make Believe Waltz” talvez seja a mais
dissonante das músicas, não tendo muito a ver com o material em questão.
“Pantera” e “Sábado” são boas músicas com seu lado mais popular, sem
deixar de exercer sua atração. “Nepal” tem uma introdução bem
psicodélica , mas posteriormente revela ser mais um ponto fraco no
disco, logo compensado pela primeira versão de “Feira Moderna” com a
letra original “Meu coração é velho/Meu coração é morto” que depois foi
modificada na versão do Beto Guedes. “Hey, Man” é mais um ponto alto da
audição e fechamos com “Poison” composta por José Rodrix e ninguém menos
do que Marco Antônio Araújo [que 10 anos mais tarde lançaria seu
primeiro álbum “Influências”, e outros clássicos do Progressivo que o
fariam ser conhecido como “Gismonti dos 80” , alusão a Egberto Gismonti,
outro nome que não obteve o reconhecimento merecido no Brasil], mas
nada tendo a ver com seu trabalho solo.
Esse álbum representa mais uma pérola obscura na discografia do rock
nacional dos anos 70. Após a saída de José Rodrix para a formação do
trio Sá, Rodrix & Guarabyra a banda perdeu força mas ainda resistiu e
fizeram mais 2 discos, que foram relançados conjuntamente em CD em 1997
,mas infelizmente hoje a caixa está fora de catálogo, já que boa parte
das 5000 cópias foi vendida para colecionadores estrangeiros. Um disco
ao nível dos melhores discos tropicalistas .
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SOM IMAGINARIO - MATANÇA DO PORCO
SOM IMAGINÁRIO - MATANÇA DO PORCO (1973)
1. Armina (Wagner Tiso) 5:43
2. A 3 (Tiso) 3:11
3. Armina [vinheta 1] (Tiso) 0:47
4. A n°2 (Tiso) 6:37
5. A Matança do Porco (Tiso, Nivaldo Ornelas) 11:03
6. Armina [vinheta 2] (Tiso) 0:36
7. Bolero (Tiso, Tavito, Luiz Alves, Robertinho Silva) 3:10
8. Mar Azul (Tiso, Alves) 3:45
9. Armina [vinheta 3] (Tiso) 0:46
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segunda-feira, 4 de novembro de 2013
SOM IMAGINARIO - 1971

01. Cenouras
02. Você Tem Que Saber
03. Gogó (O Alívio Rococó)
04. Ascenso
05. Salvação Pela Macrobiótica
06. Ue
07. Xmas Blues
08. A Nova Estrela
O que você apostaria numa banda psicodélica formada por membros do grupo que acompanhava Milton Nascimento no fim dos anos 60? Pode apostar alto: os três únicos discos lançados pelo Som Imaginário (cujos músicos também acompanharam Lô Borges, Beto Guedes, Erasmo Carlos, Gonzaguinha e outros) são good trips garantidas. O primeiro, em especial, trazia um som mais pop, que misturava Beatles, psicodelia, rock progressivo, hippismo explícito e praticamente nada de MPB - destacando a criatividade de Frederyko, um dos melhores e menos reconhecidos guitarristas do Brasil, hoje sumido da mídia.
A formação que gravou Som Imaginário foi surgindo aos poucos, no fim dos anos 60. Wagner Tiso, que acompanhava Milton Nascimento desde o início de carreira (chegaram a montar, na adolescência, um conjunto de jazz chamado W Boys, graças à predominância na banda de rapazes com a inicial W no nome - Milton, que era o baixista, chegou a trocar seu nome para Wilton) se juntou a alguns músicos que tocavam com ele na noite carioca, como o baterista Robertinho Silva e o baixista Luiz Alves, e acabaram formando uma banda para tocar com o cantor mineiro. Antes disso, boa parte da formação do Som Imaginário podia ser encontrada no grupo de bailes Impacto 8, que tinha, entre outros, Robertinho e Frederyko. A banda não deu muito certo - Raul de Souza, trombonista e, em tese, líder do Impacto 8, desistiu do grupo após um show num Clube Militar em que todos os músicos simplesmente "esqueceram" de animar o baile para improvisar, solar e soltar os bichos no palco.
Já contando com Wagner Tiso, Luiz Alves e Robertinho Silva, o Som Imaginário logo admitiria Frederyko, o percussionista Laudir de Oliveira (que não ficaria na banda) e mais uma dupla de compositores que também se destacaria no álbum de estréia: Zé Rodrix (órgão) e Tavito (guitarra-base e violão de 12 cordas). O grupo gravaria o LP de 1970 de Milton Nascimento e logo entraria em estúdio para registrar Som Imaginário, um dos mais interessantes lançamentos da música psicodélica brasileira. O disco tinha muito menos influências de MPB do que o pedigree dos músicos poderia fazer supor - mas havia a presença de Milton, fazendo alguns vocais (não creditados) e cedendo o instrumental prog mineiro "Tema dos deuses", sem contar a latinidade que aparecia em algumas canções assinadas por Zé Rodrix, como a ruidosa "Morse" e a doidaralhaça "Super-God", com sua letra psicodélica e contra-cultural. Todas as faixas eram preenchidas pela fuzz-guitar de Frederyko, que ainda contribuiu com dois dos momentos mais hippies do disco, a bela "Sábado" (gravada nos anos 80 pelo - veja só - Roupa Nova) e a balada anarquista "Nepal", gravada em clima de zoação no estúdio.
O maior sucesso do disco acabou sendo "Feira moderna", parceria de Beto Guedes, Lô Borges e Fernando Brant, gravada pela banda numa versão crua, cheia de riffs de órgão - é aquela mesma música que você conhece da versão de Beto Guedes no disco Amor de índio, de 1978 (e regravada também pelos Paralamas do Sucesso nos anos 90). Zé Rodrix, que praticamente liderava o grupo no disco e fazia quase todos os vocais, prosseguia sua viagem pop e lisérgica em faixas como "Make believe waltz" (mesclando valsa, rock e country), a agressiva "Hey man" (espalhando brasa para a Copa de 70 e a ditadura nos versos: "você precisava da taça de ouro/você precisava beber nessa taça/que você pagou com o sangue que nela derreteu.../só que nesse instante você foi feliz/você é feliz quando deixam") e o hino psicodélico "Poison", com letra lembrando Timothy Leary e os Beatles de "Tomorrow never knows" ("I always get the poison that I need to be alive, to see and sing/so poison me to get my mind way out/my mind way in").
Formado por músicos bastante requisitados - até hoje, aliás - o Som Imaginário se dividia entre a banda e vários trabalhos para outros artistas. Com o tempo o grupo foi perdendo integrantes. Zé Rodrix logo sairia da banda para se juntar a Sá & Guarabyra e gravar dois discos não menos clássicos, além do solo 1º acto, de 1973 (também pela Odeon). O segundo disco do Som Imaginário (1971), também homônimo, trazia Frederyko na liderança, compondo uma série de faixas anárquicas (como "Cenouras" e a engraçada "Salvação pela macrobiótica"), além do tema "A nova estrela", dele e de Wagner Tiso. E é a sonoridade de Wagner que domina Matança do porco, disco de 1972 da banda, mais chegado ao estilo que marcaria os trabalhos solo do tecladista. Com três discos bastante diferentes uns dos outros - Milagre dos peixes ao vivo, disco de Milton Nascimento lançado em 1975, pode ser considerado o quarto LP do grupo, por ter sido creditado a eles e ao cantor - o Som Imaginário chegou a um resultado que não permitia comparações com praticamente nenhuma banda nacional ou internacional. Pena que tenha durado tão pouco.
Texto de Ricardo Schott, publicado no site discotecabasica.com.
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IVAN E PRISCILA - HORTELÃ
01. Pérola
02. Bem
03. Mana
04. Colar de Carolina
05. Em Trilhos
06. Lua Quebrada
07. Minas
08. Vida Maneira
09. Sul das Gerais
10. Mandu
Ainda garoto Ivan Vilela ganhou de seu pai um violão e aos 11 anos começou a compor. Sua identificação com o universo popular o manteve, desde cedo, em contato com festas tradicionais do sul de Minas Gerais, sua região natal. O envolvimento com a cultura popular revelou-se em todos os seus trabalhos, desde o grupo Pedra (1979), e do grupo Água Doce (1982/83), cujas composições primavam pela pesquisa das raízes da música sul mineira.
Em 1984, iniciou um duo de voz e violão com a cantora Pricila Stephan, Ivan e Pricila, buscando resgatar o lirismo das canções mineiras. Foi quando aconteceu seu primeiro registro musical com o LP Hortelã (1985). Neste LP são de Ivan todas as concepções de arranjos instrumentais e vocais. O trabalho conta com composições de vários poetas sul mineiros, entre eles Gildes Bezerra e Fernando D’Andrea. Durante este período Ivan Vilela viajou pelo Brasil participando de inúmeros festivais, tão em voga na época; em todos atuando como compositor, arranjador, instrumentista e cantor.
Em 1989 ingressou no curso de Composição da Unicamp, quando freqüentou diversos seminários de Musicologia, Música Contemporânea e Música Brasileira. Estudou violão com Éverton Gloeden, Paulo Bellinati e Ulisses Rocha e na Unicamp, foi aluno de Almeida Prado.
Com bacharelado e mestrado em Composição, vem trabalhando com a fusão de linguagens musicais, aparentemente distintas, compondo uma Ópera Caipira, Cheiro de Mato e de Chão, baseada no libreto do poeta Jehovah Amaral.
Durante a graduação, em 1991, montou o trio de câmara Trem de Corda (violino, violoncelo e violão) que unia a música de concerto à música popular. Com um repertório calcado na música popular brasileira, em especial o choro. Com intervenções de música barroca, o Trem de Corda conseguiu fazer uma ponte entre os conceitos musicais erudito e popular. O trabalho do Trem de Corda foi registrado no CD Trilhas (1994), com duas indicações ao Prêmio Sharp (94/95). Atualmente o trio prepara a confecção de seu primeiro CD individual, intitulado A Cor das Cordas.
Em 1992 foi convidado a ingressar no grupo Anima, que interpretava música medieval e renascentista, e junto com sua viola começou a levar um pouco do universo de suas pesquisas para o grupo. Com a fusão da música folclórica com a música medieval, desde então vem realizando o trabalho de unir os universos erudito e popular, medieval e folclórico. Trabalho este registrado no CD Espiral do Tempo (1998), agraciado com os prêmios Movimento (1997/1998) e APCA (1998). Ivan atuou como compositor, arranjador e instrumentista do Anima de 1992 a 1999.
Em 1995, Ivan assumiu a viola caipira como instrumento solista. Iniciou então uma série de apresentações e foi se consagrando como um dos maiores expoentes da viola moderna. Desde então tem sido um dos responsáveis pelo trânsito da viola caipira a outros segmentos musicais.
Em 1998, registrou suas composições para viola no CD Paisagens, um trabalho instrumental que tem a viola caipira como base. Com este trabalho recebeu uma indicação para o Prêmio Sharp (98/99) na categoria Revelação Instrumental.
Profissionalmente, além da composição e execução, Ivan Vilela atua como diretor e arranjador da Oficina de Viola Caipira de Campinas e, como professor, ministra cursos de viola caipira pelo Brasil afora.
É diretor e arranjador da Orquestra Filarmônica de Violas de Campinas-SP e idealizador da ONG Núcleo da Cultura Caipira.
Ivan Vilela é professor da USP (Universidade de São Paulo), em Ribeirão Preto, onde é responsável pelo Bacharelado de Viola Caipira, curso inédito no país e no mundo. O curso, além de criar uma literatura para a viola caipira, incentiva a criação e lançamento de novos trabalhos dos alunos.
Recentemente lançou seu novo CD Dez Cordas, que traz arranjos diversos para viola caipira, de Tião Carreiro a Almir Sater, Chico Buarque e Beatles.
Texto publicado originalmente na Revista Viola Caipira
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domingo, 3 de novembro de 2013
MARCUS VIANA III
“Poemas
Místicos do Oriente” é uma seleção de poemas de três grandes filósofos
orientais: o libanês Khalil Gibran e os persas e sufis Omar Khayyam e
Rumi. “Poemas Místicos do Oriente” é um tratado sobre Transcendência.
Tanto música quanto poesia, insistem e apontam para a fugacidade dos
sonhos humanos e os valores permanentes do Espírito. O resultado final
para o ouvinte atento é uma grande transformação de consciência. Os
poemas são recitados por Letícia Sabatella e a música é de Marcus Viana.
01 - Rubaiyat I
02 - Rubaiyat II
03 - A Lua de Tabriz
04 - Na Floresta
05 - Artista
06 - O Destino do Coração
07 - Rubaiyat III
08 - O que Não Somos
09 - O Mundo Além das Palavras
10 - Estou Partindo / Fica
11 - Talaa Al Badru Aalaina
12 - Sama III / IV
13 - A Hora da União
14 - Mundos Infinitos
15 - Do Amor
02 - Rubaiyat II
03 - A Lua de Tabriz
04 - Na Floresta
05 - Artista
06 - O Destino do Coração
07 - Rubaiyat III
08 - O que Não Somos
09 - O Mundo Além das Palavras
10 - Estou Partindo / Fica
11 - Talaa Al Badru Aalaina
12 - Sama III / IV
13 - A Hora da União
14 - Mundos Infinitos
15 - Do Amor
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CANTO SAGRADO
Trilha
sonora da internacionalmente conhecida novela "O Clone". Maktub mescla
as intensas composições sinfônicas de Marcus Viana à sonoridade do
Egito, Marrocos, Turquia e Síria, em uma mágica tapeçaria musical. Traz
também as mais importantes canções criadas pelo compositor para a
novela. Inclui o sucesso "A Miragem".
01 - Maktub I
02 - A Miragem
03 - Oração da Manhã
04 - Kyrie
05 - Areias
06 - O Espelho
07 - Sete Véus
08 - Entre 2 Mundos
09 - Maktub II
10 - Jornada da Alma
11 - Espiritual
12 - Ísis
13 - A Viagem Pelo Rio Sagrado
14 - Kheops
15 - Hino ao Sol
16 - Kana Maktuben
17 - Danças Sagradas de Ísis
18 - O Espírito do Deserto
19 - A Barca de Rá
20 - Maktub III
21 - Sob o Sol
02 - A Miragem
03 - Oração da Manhã
04 - Kyrie
05 - Areias
06 - O Espelho
07 - Sete Véus
08 - Entre 2 Mundos
09 - Maktub II
10 - Jornada da Alma
11 - Espiritual
12 - Ísis
13 - A Viagem Pelo Rio Sagrado
14 - Kheops
15 - Hino ao Sol
16 - Kana Maktuben
17 - Danças Sagradas de Ísis
18 - O Espírito do Deserto
19 - A Barca de Rá
20 - Maktub III
21 - Sob o Sol
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quarta-feira, 30 de outubro de 2013
MARCUS VIANA - MUSICA DAS ESFERAS
*Se vc gostar de algum dos discos na serie adquiri o original, valorize a obra do artista.
Música das Esferas é uma série dedicada à utilização da música como elemento de cura, relaxamento e meditação. Todas as composições desta série são gravadas no ato de sua criação, sem nenhuma interferência racional, em estúdios digitais montados em santuários da natureza. Canções do Éden, além de criar atmosferas sonoras de paz e beleza, relembra ainda a tradição da música sagrada de diversas culturas e épocas.
01 - As Baleias e Nós
02 - No Templo Invisível
03 - Quando um Anjo nos Toca
04 - A Borboleta Dourada
05 - Lux Aeterna
06 - Jardins de Shiva
07 - Contemplação
08 - Fragmentos
09 - Canções do Éden
10 - Adágio da Rosa
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CANTO SAGRADO
Música das Esferas é uma série dedicada à utilização da música como elemento de cura, relaxamento e meditação. Todas as composições desta série são gravadas no ato de sua criação, sem nenhuma interferência racional, em estúdios digitais montados em santuários da natureza. Canções do Éden, além de criar atmosferas sonoras de paz e beleza, relembra ainda a tradição da música sagrada de diversas culturas e épocas.
01 - As Baleias e Nós
02 - No Templo Invisível
03 - Quando um Anjo nos Toca
04 - A Borboleta Dourada
05 - Lux Aeterna
06 - Jardins de Shiva
07 - Contemplação
08 - Fragmentos
09 - Canções do Éden
10 - Adágio da Rosa
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CANTO SAGRADO
O
segundo volume desta série, dedicada à terapias de cura, meditação e
práticas devocionais. Quase todas as gravações foram realizadas
digitalmente junto a uma bela nascente d'água. As vozes e os solos
instrumentais foram acrescentados posteriormente no estúdio Sonhos e
Sons. As obras deste volume são de fato, improvisações; um registro do
instante puro do ato criador. Tocar o universo intuitivo, fonte de toda
razão humana é fluir na corrente que leva ao oceano da música das
esferas.
01 - Santuário das Águas
02 - Romance
03 - O Anjo
04 - Mare Serenum
05 - O Poeta e o Rouxinol
06 - Na Corrente da Vida
07 - Náides e Ondinas
08 - Mantran
09 - Sonho de Pescador
10 - Dançando com os Deuses da Chuva o Santo Caminho das Águas
11 - O Rio
12 - O Oceano
13 - A Fonte
14 - O Lago
Download02 - Romance
03 - O Anjo
04 - Mare Serenum
05 - O Poeta e o Rouxinol
06 - Na Corrente da Vida
07 - Náides e Ondinas
08 - Mantran
09 - Sonho de Pescador
10 - Dançando com os Deuses da Chuva o Santo Caminho das Águas
11 - O Rio
12 - O Oceano
13 - A Fonte
14 - O Lago
CANTO SAGRADO
No terceiro CD da série "Música das Esferas", Marcus Viana retrata o elemento terra, incorporando novos instrumentos como tablas, flautas indígena e indiana, violoncelo e percussão, além dos tradicionais violinos acústicos e elétricos, marca característica do compositor. A música aqui flui livre de rótulos e definições, transitando do clássico às influências étnicas com grande unidade, mantendo o espírito de paz e leveza.
01 - O Hoje e a Eternidade
02 - No Pulsar de Gaya
03 - Aves do Paraíso
04 - Bella
05 - Madrigal
06 - Dríades
07 - O Espírito das Flores
08 - Raga da Terra
09 - As Pegadas do Mestre
10 - Agnus Dei
11 - Adágio para a Terra Mãe
12 - Viagem pela Serra Encantada
Download02 - No Pulsar de Gaya
03 - Aves do Paraíso
04 - Bella
05 - Madrigal
06 - Dríades
07 - O Espírito das Flores
08 - Raga da Terra
09 - As Pegadas do Mestre
10 - Agnus Dei
11 - Adágio para a Terra Mãe
12 - Viagem pela Serra Encantada
CANTO SAGRADO
AERE é o quarto volume da tetralogia composta por Marcus Viana que descreve os elementos da Natureza, criando ambientes sonoros propícios à oração, práticas devocionais, terapias de cura, relaxamento e meditação. Os CDs AERE, TERRA, ACQUA e IGNIS formam uma tetralogia sobre os quatro elementos da natureza e sua correlação com o mundo sutil e invisível do planeta.
01 - Recordando a Cidade Dourada
02 - Portal do Tempo
03 - Boddhisatwa das Nuvens
04 - Aere
05 - Devas e Pirilampos
06 - Senhor do Amanhecer
07 - Olhos da Alma
08 - Pastoral
09 - Contemplação do Azul
10 - Catedral Eólica
11 - Avis Migrans
12 - Vento do Deserto
13 - Silfos e Sílfides
14 - Espiritual
Download02 - Portal do Tempo
03 - Boddhisatwa das Nuvens
04 - Aere
05 - Devas e Pirilampos
06 - Senhor do Amanhecer
07 - Olhos da Alma
08 - Pastoral
09 - Contemplação do Azul
10 - Catedral Eólica
11 - Avis Migrans
12 - Vento do Deserto
13 - Silfos e Sílfides
14 - Espiritual
CANTO SAGRADO
Completando a tetralogia musical dos elementos IGNIS de Marcus Viana enfoca o elemento fogo, utilizando mais instrumentos percussivos e vozes do que nos CDs anteriores da série Música das Esferas. O resultado é uma música vibrante e ao mesmo tempo relaxante e profunda.
01 - Shiva - Shakti
02 - O Amor que Move o Sol e as Estrelas
03 - Fohat
04 - O Deva das Salamandras
05 - Vulcano
06 - Fogo (do amor e da guerra)
07 - Anjos Solares
08 - No Jardim da Rosa Branca
09 - Kundalini
10 - Prana
11 - Lux Aeterna
12 - O Grande Sol Vermelho
13 - Dança de Agni
14 - Ignis Eternis
02 - O Amor que Move o Sol e as Estrelas
03 - Fohat
04 - O Deva das Salamandras
05 - Vulcano
06 - Fogo (do amor e da guerra)
07 - Anjos Solares
08 - No Jardim da Rosa Branca
09 - Kundalini
10 - Prana
11 - Lux Aeterna
12 - O Grande Sol Vermelho
13 - Dança de Agni
14 - Ignis Eternis
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