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domingo, 19 de fevereiro de 2017

DELICIAS DE MINAS



 TILÁPIA COM CACHAÇA

Uma dose de boa prosa
O toque final desta viagem repleta de bons sabores não poderia ser mais mineiro. É em Amarantina, a 23 quilômetros de Ouro Preto, que o arremate das Gerais está a todo vapor. Há 14 anos, o químico Sérgio Bambirra montou, em uma área repleta de verde e muita beleza, um alambique para produção de cachaça artesanal, em meio a muita tecnologia. “Foi um projeto para agregar procedimentos operacionais a processos artesanais”, explica. Ali, tudo que envolve a fabricação da branquinha é reaproveitado. “Os resíduos não são desperdiçados, pois temos grande preocupação ambiental. Há até uma pequena destilaria, onde o álcool se torna combustível para veículos.” O cuidado com a natureza, em meio à tecnologia e ao inconfundível sabor das Gerais, resultou na cachaça Gota de Minas, uma “marvada” que dá o que falar no Brasil inteiro, tamanha a qualidade. O que era um lugar de experimentos foi atraindo estudantes, engenheiros, químicos e curiosos, o que levou Sérgio a construir uma pousada com oito chalés. O hóspede, além de desfrutar da bela paisagem e conhecer o processo de produção, tem o prazer de degustar delícias como a tilápia com cachaça. Combinação perfeita. O peixe é do criatório da própria pousada. “É o turismo da cachaça agregando o ecoturismo, turismo rural e boa comida”, afirma. Destinos certos para quem quer conhecer de perto esse roteiro completo que é Ouro Preto. 
Como fazer Tilápia com cachaça
O peixe
Temperar os filés com sal e pimenta. Colocá-los em um refratário untado com margarina ou azeite e levar ao forno por cinco minutos, até que a carne fique bem macia.

O molho
Dourar a cebola na manteiga, pôr o suco de limão e deixar secar. Pôr a cachaça, riscar um fósforo por cima (para flambar), para que o álcool evapore. Despejar o creme de leite e a pimenta-do-reino. Deixar levantar fervura. Desligar o fogo, coar a mistura em uma peneira e temperar com sal. Voltar com o molho para o fogo e pôr a manteiga congelada. Misturar bem, até que ela derreta.

A montagem
Em um prato, pôr os filés e despejar por cima o molho. Decorar com folhas de alface e flores comestíveis.
Receita fornecida por Sérgio Bambirra,
de Amarantina: (31) 9953-8149

PELAS TRIA E ISTRADINHAS DE MINAS


História

A capela de Bom Jesus dos Perdões, ao redor da qual se formou o arraial dos Perdões, foi edificada por iniciativa do alferes português Romão Fagundes do Amaral e de Rubens Airão, na época da colonização, no século XVIII. Conta a tradição que Romão Fagundes, fugitivo da justiça, ofereceu a D. Maria I, em troca do seu perdão, um cacho de bananas todo em ouro maciço, originando-se, desse fato, a denominação de Perdões. O arraial de Bom Jesus dos Perdões figurava, em 1802, entre o termo da vila de São José, sendo elevado à categoria de freguesia em 1855, com o nome reduzido para Perdões. Passa a ser município em 1911, desmembrando-se de Lavras. Inspirando poetas e compositores, Perdões, situada entre vales e colinas.

Turismo

Pontos turísticos

Igreja Matriz - A igreja é um ótimo local para oração e participar das mais diversas atividades desenvolvidas, situada na Praça da Matriz, em um dos pontos mais altos da cidade de Perdões. No finais de semana a praça da igreja fica repleta de jovens.
Igreja do Rosário - Em 3 de agosto de 1770, Romão Fagundes recebeu promissão canônica, para a bênção dessa Igreja de Lavras, que era sede paroquial, então conservamos essa Igreja como sinal de berço de nosso município. Desde o início dedicada ao Senhor Bom Jesus essa Igreja é a primitiva capela do Senhor dos Perdões e depois dedicada a Nossa Senhora do Rosário, quando construiu a Igreja Matriz. No antigo altar estava o lugar onde se encaixava a cruz da imagem do Crucificado, Senhor dos Perdões; não foi possível conservar esta tábua sem nenhuma pintura, apenas com ‘guaque’. O senhor Bom Jesus e sua Mãe Santíssima tem abençoado essa terra há 223 anos. Na construção, tudo tão difícil, o fundador de nosso município erguia a capela na Serra do Senhor Bom Jesus. Como consta nos documentos antigos, a Serra do Senhor Bom Jesus a sua Capela custou tanto trabalho, forças e dedicação de escravos naquele tempo.
Não sabemos contar quantos passos subiram esses degraus; não sabemos contar quantas pessoas passaram nesta Igreja, lançando olhar de esperança e quanto olhar de ressurreição. Acompanhavam também os seus ao cemitério, nem sabemos quantos foram sepultados dentro da Igreja, primeiro cemitério de nossa paróquia. Aqui, dentro da Igreja, está sepultado o fundador de nosso Município, Romão Fagundes do Amaral. Esta Igreja serviu de escola, durante muitos anos, várias pessoas estudaram nela e fazendo do corpo da Igreja como salas de aulas, e durante algum tempo foi utilizada como Igreja Matriz do município.
Retirado do Museu da Município de Perdões


GABRIEL GUEDES

Neto do "chorão" Godofredo Guedes e filho do cantor e compositor Beto Guedes, do Clube da Esquina, Gabriel compõe clã criativo.

Depois de Choros de Godofredo, no qual passeia pela obra do avô “chorão”, Gabriel traz à tona a produção autoral, dando-se ao luxo de reunir os principais artífices do Clube da Esquina na faixa Estrela cadente. Além do pai, Beto Guedes, estão nos vocais da canção Milton Nascimento, Lô Borges, Flávio Venturini, Toninho Horta e Tavinho Moura. “O disco inteiro é uma homenagem ao clube”, avisa, dizendo-se “desaforado” ao cantar com um time de estrelas fazendo coro para ele.

A música chegou cedo na vida do filho de Beto Guedes. “As primeiras lembranças que tenho são de meus pais ouvindo Beatles e Clube da Esquina, quando eu tinha 7 anos”, recorda. Já naquela fase, gostava de dedilhar um cuatro venezuelano, instrumento de cordas semelhante ao cavaquinho. Aos 10 anos, Gabriel começou a se interessar pelo violão. O contrarregra de seu pai, Patu Hendrix, ensinou-lhe os primeiros acordes. Atraído pelo rock, três anos depois, ele passou a integrar, como guitarrista, uma banda cover dos Ramones, fazendo o primeiro show na antiga Capitão Caverna, na Savassi.

Aos 18 anos, diz ter sido atingido por “um raio”, ao ouvir pela primeira vez o Brandenburg concerto nº 3, de Johann Sebastian Bach. “Comecei a atinar para a pesquisa da música de orquestra”, que acabaria por chegar a bandas de rock como Yes e Genesis, com a qual mais se identificou. Aos 21 anos, nada mais óbvio, portanto, que criasse a banda Limbo, de rock progressivo, com a qual fez longa temporada na noite (extinto Mister Beef) belo-horizontina. “Naquele período, além da guitarra, estudava piano, saxofone e flauta em casa, estava começando a descobrir os instrumentos”, diz.

Despertar para a música do avô seria o próximo passo de Gabriel, que, ao descobrir partituras de Godofredo Guedes, trocou o violão de 12 cordas pelo bandolim. Montou um trio para tocar na noite. “Foi uma escola”, reconhece. No fundo, ele se acha um “oportunista vagabundo”. “Era para estudar mais arranjos de corda”, confessa.

Hoje, Gabriel sabe muito bem o que quer da música, que não é nada mirabolante ou espetacular. “O disco que estou lançando é a síntese de todo o trabalho”, acredita o músico, que, além de cantar, toca piano, guitarras, baixo, marimba, moog, rhoads, violão 12, órgão e bateria e outros instrumentos. Trata-se, de acordo com ele, do produto de mais de uma década de trabalho de composição.

Longe de se considerar um autor, Gabriel crê que a herança musical foi uma árvore que frutificou naturalmente em sua vida. “O Clube da Esquina é a referência”, assume o artista, dizendo que fez o novo disco para ele mesmo escutar, tomando vinho. “Não tenho pretensão de ser uma promessa do Clube, que sempre foi e será minha referência maior.”
*por Ailton Magioli - EM Cultura


01 – Rumbha – Gabriel Guedes
02 – Valsa Mineira – Gabriel Guedes
03 – Vinheta 2 – Gabriel Guedes
04 – Para as Águas – Gabriel Guedes
05 – Júlia – Gabriel Guedes
06 – Lira – Gabriel Guedes
07 – Nina – Gabriel Guedes
08 – Vinheta Meninas – Gabriel Guedes
09 – Estrela Cadente – Gabriel Guedes
10 – Bituquebach – Gabriel Guedes
11 – Vinheta 1 – Gabriel Guedes
12 – Poente – Gabriel Guedes 
13 – Countless Days – Gabriel Guedes e Jasmin Godoy
14 – Veraneiro – Gabriel Guedes e Daniel Romano
15 – Prelúdio em G – J. S. Bach


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CANTO SAGRADO

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

LÔ BORGES - DISCOGRAFIA PARTE IV



INTIMIDADE - AO VIVO - (AUDIO DVD) - 2008

Menino prodígio da MPB, Lô Borges viu aos 17 anos a sua composição Para Lennon e McCartney virar um hino brasileiro na voz de Milton Nascimento. Pouco mais tarde, vieram as parcerias com os amigos do Clube da Esquina e o legendário disco que os lançou. “Você na cabeça” é um dos versos de Trem Azul (com Ronaldo Bastos). Um dos principais sucessos de Lô, a canção foi não só gravada por Elis Regina, como nomeou o último show da cantora e o álbum do espetáculo, lançado em 1982, pela Som Livre. Os dois sucessos são relembrados na voz do seu criador no DVD e no CD Lô Borges Intimidade, no qual o artista revisita, para um público selecionado, atuais e antigas composições. Um breve olhar pelo repertório, que inclui músicas que se tornaram clássicos: Um girassol da cor do seu cabelo, Feira moderna, Paisagem da janela, Clube da Esquina, revelam porque Lô nunca saiu da cabeça de várias gerações.
Mineiro, o vocalista do Skank Samuel Rosa é um dos herdeiros da sonoridade do Clube. No DVD, o cantor reverencia Lô Borges ao dividir o palco nas canções Clube da Esquina nº 2 e Dois Rios – esta composta por Lô e Samuel com Nando Reis e gravada pela banda no álbum Cosmotron, de 2003. A partir dos anos 2000, Lô compôs e fez mais de 30 shows com Samuel Rosa, além de outras músicas em parceria com Tom Zé, Nando Reis, Arnaldo Antunes, demonstrando grande capacidade de transitar por gerações e estéticas diferentes da que o lançou. No DVD Lô Borges Intimidade, o artista também apresenta outra parceria da nova safra. Fecha a apresentação, a faixa Sem não, que Lô compôs com Caetano Veloso – gravação do álbum “Meu filme”, lançado em 1996, pelo mineiro. A linda Quem sabe isso quer dizer amor foi feita com seu irmão Márcio, e esteve no repertório de Pietá – show e DVD de Milton Nascimento de 2006.
O DVD Lô Borges Intimidade é uma realização Canal Brasil em parceria com a gravadora Som Livre. Acompanha o cantor e compositor a banda formada por importantes músicos e amigos de longa data do artista, como Giuliano Fernandes (guitarras e vocais), Renato Valente (baixo), Robinson Matos (bateria) e Gerson Barral (teclados e synths).
Intimidade – A série Intimidade promove shows intimistas que fogem do formato tradicional de gravar espetáculos em auditórios, com o músico no palco e uma grande platéia. A idéia é realizar uma espécie de ensaio filmado, em que cada artista esteja em seu ambiente de trabalho, cercado de amigos e poucos fãs. A série já lançou os DVDs Guilherme Arantes Intimidade e Oswaldo Montenegro Intimidade.

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 HARMONIA - 2009
“Harmonia” é o cd mais recente do músico e vem com canções inéditas. Descrito como popular, erudito, inovador, musical e pessoal, o cd é fruto de um desafio que o próprio Lô Borges se propôs: inserir a orquestração de cordas em canções populares. “Harmonia” surgiu e foi concebido quando Lô Borges, depois de decretar o fim dos trabalhos de “Bhanda”, disco lançado em 2007, começou a compor alguns temas musicais que poderiam ser registrados com o auxílio das cordas. Assim, o músico e compositor entra em uma nova fase. O resultado final foi melhor do que se imaginava. “Foi realmente um desafio fazer este disco com cordas, mas não me trouxe nenhum stress. O projeto foi incomum, mas às vezes necessitamos de projetos incomuns em nossas vidas”, disse. Ao juntar o pop e o erudito em “Harmonia”, Lô Borges comprova sua teoria de que a música é mesmo universal e está “por aí”, pronta para ser captada por antenas parabólicas musicais.

  1. Caminho (Lô Borges/ Márcio Borges)
  2. Chegado (Lô Borges/ Márcio Borges)
  3. Cordão de ouro (Lô Borges/ Márcio Borges)
  4. Transparente (Lô Borges/ Márcio Borges)
  5. Onde a gente está (Lô Borges/ Márcio Borges)
  6. Feita de luz (Lô Borges/ Márcio Borges)
  7. Viva (Lô Borges)
  8. Imaginária (Lô Borges/ Márcio Borges)
  9. Toda essa água (Lô Borges)
  10. Tudo de novo (Lô Borges/ Márcio Borges)
  11. Vinheta 78 (Lô Borges)
  12. Fronteira (Lô Borges/ Márcio Borges)
  13. Suite Imaginária (Lô Borges)
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LÔ BORGES CONVIDA MILTON NASCIMENTO - AO VIVO - 2009
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HORIZONTE VERTICAL - 2011
O grande melodista Lô Borges exibe grande forma em Horizonte Vertical. Retoma seus caminhos num disco solar, dedicado à geração de seu filho, Luca. Gravado em oito meses de trabalho intenso, reflete bem a tática que Lô Borges resolveu adotar nos anos 2000. 'Descobri que tinha poucos discos de inéditas', contabiliza. Decidi deixar um pouco a estrada e investir na composição'. Nas letras, parceiros tradicionais, como Márcio Borges, Ronaldo Bastos e Nando Reis. Mas a principal foi Patricia Maês, escritora e musicista, que em apenas dois dias compôs cinco letras. E acabou definindo o tom do disco: uma coleção memorável de canções de amor!

  1. De Mais Ninguém Lô Borges / Ronaldo Bastos)
  2. On Venus (Lô Borges / Ronaldo Bastos) Convidado: Fernanda Takai
  3. Antes do Sol (Lô Borges / Márcio Borges) Convidado: Fernanda Takai
  4. O Seu Olhar (Lô Borges / Patricia Maês)
  5. Horizonte Vertical (Lô Borges / Samuel Rosa / Nando Reis) Convidado: Samuel Rosa
  6. Xananã (Lô Borges / Patricia Maês) Convidado: Fernanda Takai
  7. Da Nossa Criação (Lô Borges / Patricia Maês) Convidado: Milton Nascimento
  8. Nenhum Segredo (Lô Borges / Samuel Rosa / Patricia Maês) Convidado: Samuel Rosa
  9. Mantra Bituca (Lô Borges) Convidado: Milton Nascimento
  10. Quem Me Chama (Lô Borges / Márcio Borges) Convidado: Fernanda Takai
  11. Você e Eu (Lô Borges)
  12. Canção Mais Além (Lô Borges / Patricia Maês)
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SAMUEL ROSA E lÕ BORGES - AO VIVO - 2016
 16 anos após a última reunião, os mineiros Samuel Rosa e Lô Borges sobem ao palco para celebrar repertórios que se tornaram clássicos da música nacional. Interpretando grandes sucessos do Skank e do Clube da Esquina, os artistas contam com as participações especiais de Fernanda Takai e Milton Nascimento. O CD Samuel Rosa & Lô Borges ao vivo no Cine Theatro Brasil conta com duas faixas inéditas gravadas em estúdio: “Lampejo” e “Dupla Chama”.
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domingo, 12 de fevereiro de 2017

PELAS TRIA E ISTRADINHAS DE MINAS


Pelas trias e istradinhas de Minas conheça alguns lugares onde o sossego predomina como todo mineiro gosta.



sábado, 11 de fevereiro de 2017

DELICIAS DE MINAS


Caldo de banana


Ingredientes
6 bananas verdes picadas
1 peito de frango cozido e desfiado
Salsinha e cebolinha
100grs de bacon
1 colher de sopa de tempero de alho e sal
2 colheres de sopa de óleo ou azeite de oliva
2 a 4 copos de água
1 colher de chá de colorau ou açafrão da terra
Pimenta-malagueta a gosto
Preparo
Esquente bem o óleo, ponha o tempero, o colorau o bacon e a banana. Refogue e junte água suficiente para derreter toda a banana. Quando o caldo estiver pronto, acrescente o frango, salsinha , cebolinha e pimenta a gosto.

LÔ BORGES - DISCOGRAFIA PARTE III


MEU FILME 1996
Quase dez anos separam o anterior deste “Meu Filme”, o disco que o próprio Lô considera como o mais emblemático de sua carreira, ao lado do “disco do tênis”. E não é para menos. O disco foi gravado quase todo com voz, violão e percussão a cargo do mestre Marcos Suzano e do aclamado grupo instrumental Uakti. É claro, as participações especiais dão um charme a mais ao disco: o velho amigo Milton toca sanfona em “Alô”, parceria dos dois; Caetano Veloso assina a letra de “Sem Não” enquanto Chico Amaral, principal letrista do Skank, assina a faixa-título com Lô. É neste disco que Lô Borges inaugura sua bem sucedida parceria com Samuel Rosa (Skank), de quem regravaria “Te Ver”.


  1. Meu filme (Chico Amaral, Lô Borges)
  2. Pura paisagem (Márcio Borges, Lô Borges)
  3. Sem não (Caetano Veloso, Lô Borges)
  4. Solto no mundo (Lô Borges)
  5. Alô (Lô Borges, Milton Nascimento)
  6. A cara do sol (Lô Borges, Ronaldo Bastos)
  7. Vertigem (Márcio Borges, Lô Borges)
  8. Vai vai vai (Lô Borges)
  9. Blue Girl (Lô Borges, Ronaldo Bastos)
  10. Te ver (Chico Amaral, Lelo Zaneti, Samuel Rosa)

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FEIRA MODERNA  - 2001
 “Feira Moderna” (2001) é uma coletânea com regravações de alguns de seus maiores sucessos. Com exceção da faixa-título, que foi a primeira gravação de Lô para a parceria sua com Beto Guedes e Fernando Brant, motivado após ouvir a versão acústica dos Paralamas. As participações especiais deste disco vão de Edgard Scandurra – um velho fã da música de Lô – a Samuel Rosa. Um disco para antigos fãs relembrarem e novos terem seu primeiro contato com a música de um gênio sempre precoce chamado carinhosamente de Lô.


  1. Feira moderna (Beto Guedes, Lô Borges, Fernando Brant)
  2. Trem de doido (Márcio Borges, Lô Borges)
  3. Fé cega, faca amolada (Milton Nascimento, Ronaldo Bastos)
  4. Equatorial (Márcio Borges, Beto Guedes, Lô Borges)
  5. A página do relâmpago elétrico (Beto Guedes, Ronaldo Bastos)
  6. Um girassol da cor do seu cabelo (Márcio Borges, Lô Borges)
  7. Nuvem cigana (Lô Borges, Ronaldo Bastos)
  8. O trem azul (Lô Borges, Ronaldo Bastos)
  9. Vento de maio (Telo Borges, Márcio Borges)
  10. Para Lennon & McCartney (Márcio Borges, Lô Borges, Fernando Brant)
  11. Clube da esquina nº 2 (Márcio Borges, Lô Borges, Milton Nascimento)
  12. Paisagem da janela (Lô Borges, Fernando Brant)
  13. Ela (Márcio Borges, Lô Borges)
  14. Sonho real (Lô Borges, Ronaldo Bastos)
  15. Tudo que você podia ser (Márcio Borges, Lô Borges)
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UM DIA E MEIO - 2003
 Mais um hiato de sete anos sem gravar nada inédito, Lô Borges lança, no final de 2003 e de maneira totalmente independente, “Um Dia e Meio”, álbum que não só o recoloca no alto do panteão dos grandes gênios da música, como o aproxima das novas gerações através de seu som – mais moderno e atual. São ao todo 12 faixas, composta por Lô em parceria com alguns dos maiores nomes da MPB, de hoje e de sempre. Da geração “Clube da Esquina”, estão presentes no disco Márcio Borges e Ronaldo Bastos, enquanto Chico Amaral e César Maurício representam a geração que aprendeu muito de seu ofício ao beber na fonte do Clube. Além deles, dois grandes nomes da música brasileira fizeram questão de contribuir para o disco: Arnaldo Antunes e Tom Zé.


  1. Tudo em Cores pra Você (Lô Borges / César Maurício)
  2. Quem Sabe Isso Quer Dizer Amor (Lô Borges / Márcio Borges)
  3. Qualquer Lugar (Lô Borges / César Maurício)
  4. Até Amanhecer (Lô Borges / Márcio Borges)
  5. Chega Pra Ficar (Lô Borges / Ronaldo Bastos)
  6. Açúcar Sugar (Lô Borges / Tom Zé)
  7. Porque Não? (Lô Borges / Arnaldo Antunes)
  8. Sonho Novo (Lô Borges / Márcio Borges)
  9. Topo do Mundo (Lô Borges / Márcio Borges)
  10. Um Dia e Meio (Lô Borges / Chico Amaral)
  11. Olá Como Vai (Lô Borges / César Maurício)
  12. Tão Bom (Lô Borges)
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BHANDA - 2006

 BHANDA, o mais novo disco de canções inéditas do cantor e compositor Lô Borges, constituindo-se o 11º álbum lançado, ao longo de quase 35 anos de contribuição à Música Popular Brasileira. Concebido e produzido coletivamente com os músicos que Lô arregimentou para o projeto, BHANDA foi integralmente gravado e mixado em Belo Horizonte, no compasso de uma faixa por mês, entre Maio/2005 e Junho/2006, quando foi finalizado no Sterling Sound Studios (NYC).


  1. Segundas Mornas Intenções (Lô Borges / Chico Amaral)
  2. Pode Esquecer (César Maurício / Barral)
  3. O Tempo É Esse (Lô Borges / Chico Amaral)
  4. Universo Paralelo (Lô Borges / Márcio Borges)
  5. Gira (Lô Borges / Márcio Borges)
  6. Bicho de Plástico (Lô Borges / César Maurício)
  7. Nossa Mágica (Lô Borges / Márcio Borges)
  8. Carnaval de Cor (Lô Borges / Márcio Borges)
  9. Trem das Coisas (Lô Borges / Márcio Borges)
  10. O Som das Estrelas (Lô Borges)
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