Translate

sábado, 24 de setembro de 2016

TELO BORGES

Marcelo Wilson Fragoso Borges, o Telo, nasceu em 22 de janeiro de 1958, na capital mineira, filho de Salomão Magalhães Borges, jornalista autodidata, e Maria Fragoso Borges, professora primária. Seu primeiro contato com a música aconteceu por meio dos seus irmãos, Marilton e Lô Borges, que já eram músicos profissionais. Com 13 anos, começou a estudar piano, mas logo desinteressou-se. Com 14 anos, compôs a música “Voa Bicho” em parceria com o irmão Márcio Borges. Na adolescência, passava férias na casa de Milton Nascimento no Rio de Janeiro, onde aconteceu sua primeira experiência em estúdio ao participar da gravação do disco “Milagre dos Peixes”. Com 17 anos, se apaixonou e compôs “Vento de Maio”, que é gravada por Lô Borges e Elis Regina. Em seguida, saiu em turnê com o irmão Lô, participando do Projeto Pixinguinha. Participou da gravação do disco “Os Borges”. A partir do álbum “Sol de Primavera”, passou a integrar a banda de Beto Guedes. Em 2003, recebeu o Grammy Awards pela música intitulada “Tristesse” em parceria com Milton Nascimento.

Harmonias ricas, criatividade e inovação marcam o CD Coletânea Telo Borges.
Um disco muito bom de ser ouvido e degustado, a canção que eu mais gosto " voa bicho" ficou linda com novos arranjos.
Enfim o disco tem pedigree.

Se vc gostou adquiri o original, valorize a obra do artista.
Download
CANTO SAGRADO
senha/password
cantosagrado

domingo, 18 de setembro de 2016

CHICO LOBO- VIOLA DE MUTIRÃO - DO SERTÃO AO MUNDO (EXCLUSIVIDADE CANTO SAGRADO)


"Novo e aguardado projeto do cantor, compositor e violeiro Chico Lobo, o álbum Viola de Mutirão - Do Sertão Ao Mundo, é o 16º trabalho da carreira de mais de 30 anos do músico mineiro. O álbum que apresenta vários convidados, grande produção e arranjos, é inspirado nas festas de mutirão e mergulha nas manifestações coletivas das festividades, nas expressões de religiosidade, de amizade, de fé e alegria. A viola caipira, instrumento que melhor reflete a alma do Brasil raiz comanda 13 canções e repertório que mistura regravações com músicas inéditas do artista além de participações especiais. A cantora Maria Bethânia é a convidada mais esperada do disco e interpreta Maria, melodia criada por Chico Lobo em sua homenagem. O músico Renato Teixeira faz dueto com o violeiro em Meu Chão e o Quinteto Violado participa na melodia Acorde Brasileiro com seus vocais e arranjos elegantes. O compositor Paulinho Pedra Azul empresta a voz na faixa Tempo de Colher e o violeiro João Araújo divide a releitura de Asa Branca, hino de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira com Chico Lobo. No repertório do CD que sai pela gravadora Kuarup destaque para a regravação de Disparada, um clássico da música popular brasileira criado por Geraldo Vandré e Théo de Barros. O disco que tem elogiado projeto gráfico e ilustrações da designer Fernanda Ribeiro Ferreira foi mixado e masterizado por Ricardo Carvalheira com produção do músico Ricardo Gomes."
Chico Lobo apresenta na rádio Inconfidência FM 100,9 (on line) de Belo Horizonte  as 7hs da manhã um ótimo programa de viola raiz, ouço todos os domingos.

Discaço, uma verdadeira obra de arte !!!!!!!
Se vc gostou adquiri o original, valorize a obra do artista.
Download
CANTO SAGRADO
senha/password
cantosagrado

sábado, 17 de setembro de 2016

PELAS TRILHAS E ISTRADINHAS DE MINAS




Distrito de Senhora do Carmo

Situado na zona rural de Itabira, o distrito de Senhora do Carmo é cortado pelo rio Tanque, onde explorava-se ouro.
Senhora do Carmo já teve várias denominações: Fazenda das Cobras, Andaime, Onça, Carmo de Itabira, Nossa Senhora do Carmo e Senhora do Carmo. No início do século XVIII, foi concedida Carta Sesmaria ao português Chrispim Chrispiniano de Souza Coutinho, dando a ele a Fazenda das Cobras, que se transformou na vila, através das doações de lotes feitas pelo capitão José Luis Machado, muitos anos depois. O nome Fazenda das Cobras provém da enorme quantidade de cobras grandes encontradas na região, por Chrispin Chrispiniano, quando o mesmo procurava um local para erguer uma capela.
Segundo o livro do Tombo da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo, de 1937 a 1939 o distrito de Senhora do Carmo teve, primeiramente, o nome de Onça. O Onça era uma vasta região de terras que também servia à localidade para pouso das bandeiras que vinham de Caeté e de Vila Rica para minerarem ouro no rio Itambé. Mais tarde essa estrada tornou-se a real de Vila Rica (Ouro Preto), dirigida para o Serro e para Diamantina. Toda região pertencia a Caeté e a Mariana. Em 1833, com a criação da Câmara da Vila de Itabira, Onça passou a pertencer a Itabira. No ano de 1891, com a Lei Estadual nº 2, o Onça passou a ser designado distrito do Carmo de Itabira. Em 7 de setembro de 1923, com a Lei Estadual nº 843, passou a se chamar Nossa Senhora do Carmo. Atualmente, denomina-se distrito de Senhora do Carmo por designação da Lei Estadual assinada no dia 17 de dezembro de 1948.
No início do século XVIII, a mineração na região, e isso inclui a exploração de cristais na Serra dos Alves, povoado do distrito de Senhora do Carmo, era o principal objetivo das bandeiras. Porém, os resultados das explorações não foram significativos como as ocorridas em Ouro Preto e Mariana; daí a origem rural do distrito. Nessa época, a população do istrito, incluindo a dos povoados, excedia 3800 habitantes, enquanto a cidade de Itabira não chegava a 1000 habitantes. Inventário de Proteção do Acervo Cultural de Minas Gerais (IPAC)

Até o ano de 1846, área territorial que hoje compõe o distrito de Senhora do Carmo, pertenceu a cidade de Caeté, a partir de então, estas terras foram incorporadas ao município de Itabira do Mato Dentro. O distrito já teve outros nomes, tais como, Fazenda das Cobras, Onça, Andaime, Carmo de Itabira e Nossa Senhora do Carmo. O primeiro conhecido oficialmente foi Freguesia do Onça, nome dado em 1831, devido a existência de uma onça que todos os dias era vista pelos moradores nos arredores do povoado, tomando água no Córrego que hoje e conhecido como Córrego da Onça. Nos anos de 1818 e 1831, o onça recebeu a ilustre visita do naturalista Saint Hilire, fazendo importantes anotações sobre tudo que via, mas antes dele, em 1817, o distrito já havia recebido a visita da expedição Spix e Martius, dois alemães que percorreram a Estrada Real catalogando e detalhando a geografia, flora, fauna e a população da região. No início do século XVIII, houve mineração na região, com destaque para a exploração de cristais na Serra dos Alves, povoado do distrito de meuip.co Senhora do Carmo. Os resultados das explorações não foram satisfatórias como em Ouro Preto e Mariana; por isso o distrito manteve suas características rurais. Nessa época, a população do distrito, girava em 3800 habitantes, enquanto na cidade de Itabira não havia 1000 habitantes, pelo distrito também já passou muita riqueza, diamantes da região de Diamantina passavam em tropas pelo distrito em direção ao Rio de Janeiro, por isso hoje Senhora do Carmo esta no percurso original da Estrada Real, um dos maiores roteiros turísticos do mundo. Percebemos que o distrito tem uma antiga vocação para o turismo, pois o distrito é cada vez mais, visitado por pessoas que buscam descanso e lazer em suas cachoeiras, rios e lindas paisagens. O “Carmo”, como é conhecido destaca se pela culinária, que preserva pratos típicos, quitandas, rapadura de taxa, queijos e doces, é comum também no distrito encontrar a boa e tradicional cachaça mineira, fabricada de maneira artesanal em vários alambiques existente na região. O distrito de Senhora possui várias comunidades e em cada uma delas encontra se atrações, sejam naturais, culturais ou religiosas.



Senhora do Carmo - Itabira MG Até o ano de 1846, área territorial que hoje compõe o distrito de Senhora do Carmo, pertenceu a cidade de Caeté, a partir de então, estas terras foram incorporadas ao município de Itabira do Mato Dentro. O distrito já teve outros nomes, tais como, Fazenda das Cobras, Onça, Andaime, Carmo de Itabira e Nossa Senhora do Carmo. O primeiro conhecido oficialmente foi Freguesia do Onça, nome dado em 1831, devido a existência de uma onça que todos os dias era vista pelos moradores nos arredores do povoado, tomando água no Córrego que hoje e conhecido como Córrego da Onça. Nos anos de 1818 e 1831, o onça recebeu a ilustre visita do naturalista Saint Hilire, fazendo importantes anotações sobre tudo que via, mas antes dele, em 1817, o distrito já havia recebido a visita da expedição Spix e Martius, dois alemães que percorreram a Estrada Real catalogando e detalhando a geografia, flora, fauna e a população da região. No início do século XVIII, houve mineração na região, com destaque para a exploração de cristais na Serra dos Alves, povoado meuip.co do distrito de Senhora do Carmo. Os resultados das explorações não foram satisfatórias como em Ouro Preto e Mariana; por isso o distrito manteve suas características rurais. Nessa época, a população do distrito, girava em 3800 habitantes, enquanto na cidade de Itabira não havia 1000 habitantes, pelo distrito também já passou muita riqueza, diamantes da região de Diamantina passavam em tropas pelo distrito em direção ao Rio de Janeiro, por isso hoje Senhora do Carmo esta no percurso original da Estrada Real, um dos maiores roteiros turísticos do mundo. Percebemos que o distrito tem uma antiga vocação para o turismo, pois o distrito é cada vez mais, visitado por pessoas que buscam descanso e lazer em suas cachoeiras, rios e lindas paisagens. O “Carmo”, como é conhecido destaca se pela culinária, que preserva pratos típicos, quitandas, rapadura de taxa, queijos e doces, é comum também no distrito encontrar a boa e tradicional cachaça mineira, fabricada de maneira artesanal em vários alambiques existente na região. O distrito de Senhora possui várias comunidades e em cada uma delas encontra se atrações, sejam naturais, culturais ou religiosas.



DELICIAS DE MINAS



Matula do tropeiro com filezinho suíno
 
Ingredientes

250g de bacon picado bem pequeno
250g de linguiça semidefumada picada bem pequena
2 cebolas picadas
1 colher de sopa de alho picado
5 ovos
250g de farinha de mandioca crua
2 colheres de sopa de manteiga
250g de torresmo socado
Tempero em pó para carne a gosto
2 colheres de sopa de alho frito
2 colheres de sopa de óleo
1 colhe de sobremesa de sal
Pimenta-do-reino a gosto
Couve
Cebolinha
½ kg de feijão cozido
1 kg de filé mignon suíno
Pimenta-biquinho



Preparo
Coloque o óleo na panela, junte o bacon, a linguiça e mexa bastante. Deixe fritar um pouco. Coloque a cebola e o alho cru. Deixe fritar bastante.

Junte os ovos e mexa devagar, para ficar os pedacinhos. Acrescente o feijão e mexa. Despeje o sal, a pimenta-do-reino, e a farinha de mandioca. O tropeiro está pronto. Deixe esfriar.

Enquanto isso, prepare o filé suíno e a couve. Tempere o filé suíno com sal, pimenta, alho e laranja. Em uma panela, coloque um pouco de óleo. Coloque o filé na panela e deixe cozinhar. Vá virando até ficar no pronto, bem cozido. Vá despejando o molho do tempero da carne e um pouco de água para ajudar no cozimento. Depois de uma hora, ele já está pronto. Retire da panela para esfriar. O molho que ficou na panela, coe e engrosse.

Aproveite para preparar a couve. Em água fervendo, coloque um pouco de sal. Coloque as folhas da couve na água para amolecer. Retire e abra a folha em uma superfície lisa. Faça o mesmo com a cebolinha.

Pegue uma folha de couve, retire a ponta e o talo. Ela vai ficar partida em três pedaços. Coloque um pouco do feijão tropeiro na couve, no meio. Despeje por cima de cada trouxinha, ainda aberta, um pouco do torresmo socado.

Feche as trouxinhas e amarre com a cebolinha amaciada. Fatie o filé suíno.

Em um prato, coloque as trouxinhas, as fatias do filé suíno e despeje o molho engrossado em cima da carne. Decore com cebolinha picadinha e pimenta-biquinho.

Bom apetite e não esqueça de uma boa cachaça mineira e dou uma dica "Taverna de minas ouro" (amburana)

BELO HORIZONTE QUE EU GOSTO - MUSICAS DE PACIFICO MASCARENHAS

Celebrando o centenário de Belo Horizonte, Pacifico Mascarenhas lançou "Belo Horizonte que eu gosto" homenageando a capital de todos mineiros com muita poesia, o disco é interpretado por varios artistas mineiros como Affonsinho, Renato Motha, Sambacana e outros.

Download
CANTO SAGRADO
senha/password
cantosagrado

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

MARIMBONDO CHAPÉU


Ivanildo Silva
Instrumentista. Compositor. Folião de Reis. Filho do renomado folião de Reis Antônio Preto. Nasceu na região do Rio das Pedras de Alto Belo participando das folias de Reis, desde os cinco anos de idade, dançando lundu. Trabalhou na roça. Foi copeiro. Aprendeu a tocar viola e rabeca sozinho. O apelido Marimbondo Chapéu surgiu em 1998, por parecer com o marimbondo-chapéu. É o rabequeiro oficial das folias de Reis de Alto Belo e de São José de Alto Belo, desde os 13 anos de idade.
Aos 18 anos já se tornara conhecido na região do norte de Minas e Vale do Jequitinhonha como rabequista, violeiro, consertador e fabricante de instrumentos. Descoberto por Téo Azevedo, que também lançou Zé Coco do Riachão. Em seu primeiro CD interpretou à viola e à rebeca, obras como "Asa branca", de Luiz Gonzaga e "Deus salve esta casa santa", recolhido e adaptado por Téo Azevedo, e "Tributo a Zé Coco do Riachão", com a participação de Tião do Carro, Téo Azevedo e Jackson Antunes.

Se vc gostou adquiri o original, valorize a obra do artista.
Download
CANTO SAGRADO
senha/password
cantosagrado

sábado, 10 de setembro de 2016

DUDU LIMA





O Dudu Lima Trio, formado por Dudu Lima (contrabaixo, arranjos e direção musical), Ricardo Itaborahy (piano, teclados, vocais) e Leandro Scio (bateria e percussão), com sua sonoridade inovadora, fez os shows de lançamento em 2015, seu ultimo trabalho, o álbum “Dudu Lima – Ouro de Minas 2 – Gran Circo”, em CD e DVD, onde contou com as participações especiais de Milton Nascimento e João Bosco.
No repertório, releituras com nova roupagem em arranjos instrumentais para grandes clássicos da música brasileira como:
Gran Circo (Milton Nascimento/Marcio Borges), Incompatibilidade de gênios (João Bosco / Aldir Blanc), Travessia (Milton Nascimento/Fernando Brant), Trem Azul (Lô Borges / Ronaldo Bastos), além de composições próprias como Regina (Dudu Lima), gravada ao vivo, com a participação especial do guitarrista norte americano Stanley Jordan.
O contrabaixista de Juiz De Fora - MG Dudu Lima (compositor, instrumentista e arranjador), destaque da música instrumental contemporânea, por onde passa, tem recebido críticas arrebatadoras e elogios em declarações a imprensa de grandes nomes da música brasileira e internacional como:
Milton Nascimento:
“Quase caí duro quando o vi tocando contrabaixo”.
João Bosco:
“O Dudu é um excelente artista, um músico de altíssimo nível. Sempre que o Dudu Lima Trio me convida é um show bem interessante, exploramos caminhos musicais especiais”.
Stanley Jordan (guitarrista norte-americano):
“Dudu está entre os melhores contrabaixistas do mundo; tenho certeza que vai ter admiradores por toda a vida. E não apenas no Brasil, mas pessoas do mundo inteiro vão querer sua música sem sombra de dúvidas”
Leonardo Alcântara – Crítico musical / JazzMan
“Dudu Lima é um dos nomes mais importantes da atual cena instrumental brasileira. Minas Gerais, que sempre revelou personalidades ilustres, como Santos Dumont, Carlos Drummond de Andrade e Pelé, que encantaram o mundo exibindo criatividade e genialidade, hoje pode se orgulhar de Dudu Lima, um mineiro de “mão cheia”, que faz da sua arte, sua história. Ou seria o contrário?”
Erasmo de Roterdam – Crítico da MPBJazz
“Dudu Lima, baixista de primeira, quando abraça o baixo acústico percebe-se à distância que se trata de uma relação amorosa. Em todas as vezes que o vi, percebi um instrumentista possuído pela música; melhor dizendo, um músico que mostra, em cena, todo o romance que existe entre ele e a música. Amor sem pudores e correspondido. O baixista mostrou sua técnica ao usar o instrumento de modo mais percussivo, passeando pela digitação ao executar temas melódicos e chorinhos (mandou ver um Brasileirinho em alta voltagem irrepreensível”
Engajado na causa da preservação ambiental, Dudu Lima desenvolve parceria com o “Projeto Tamar” de proteção as tartarugas marinhas, apresentando o espetáculo “Dudu Lima Trio e Milton Nascimento”,  com shows no Circuito nacional: Praia do Forte/BA, Ubatuba-SP, Fernando de Noronha-PE , Florianópolis-SC e Aracaju-SE, que gerou um CD “Dudu Lima Trio e Milton Nascimento – Tamarear ”, (já postado no blog).
Em sua trajetória, Dudu Lima tem se apresentado em alguns dos mais nobres palcos do país como: Theatro Municipal de São Paulo, Teatro do Sesi- Fiesp, Teatro Anchieta, Circo Voador, Teatro Carlos Gomes, Teatro Rival e Viradão Carioca no Rio de Janeiro, Museu de Arte da Pampulha e Festa da Música em Belo Horizonte, além de participar de alguns dos maiores Festivais de Jazz no país como entre vários outros, podemos citar o “Rio das Ostras Jazz & Blues” e o “Tudo é Jazz” em Ouro Preto-MG, sempre com sucesso de crítica e platéias extasiadas, como no Teatro do Centro Cultural Belém em Lisboa ou na Virada Cultural de São Paulo em 2014 para um público de vinte mil pessoas.
Dudu Lima destaca-se assim, como um dos expoentes da nova música instrumental brasileira, com reconhecimento de crítica e cada vez mais alcance de público.
Sua carreira é uma das mais prolíficas e bem-sucedidas entre nossos instrumentistas, já tendo produzido e lançado no país 8 CDs, 5 DVDs, além de uma edição em Vinil LP exclusiva para colecionadores.
Contou em seus trabalhos, com participações especiais de grandes nomes da música brasileira e internacional, como:
Milton Nascimento, João Bosco, Hermeto Pascoal, Toninho Horta, Jean Pierre Zanella (Canadá) e Stanley Jordan (USA).

Se vc gostar adquiri o original, valorize a obra do artista.
Download (4 albuns)
CANTO SAGRADO
senha/password
cantosagrado