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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

MARCUS VIANA - PANTANAL

Nova edição remasterizada, incluindo o tema de abertura e "Amor Selvagem". O primeiro CD solo de Marcus Viana, originalmente lançado em 1990 no rastro do sucesso da novela, traz sua trilha sonora instrumental numa bela produção, marcando definitivamente o estilo sinfônico do compositor.
Para quem quer matar a saudade dos anos 90 de uma das melhores novelas produzida no Brasil, eis.

01 - Pantanal
02 - Pulsações da Vida
03 - O Espírito da Terra
04 - Amor Selvagem
05 - Onça Pintada
06 - Noite
07 - Reino das Águas
08 - Paz
09 - Pantanal (Instrumental)
10 - Respiração da Floresta
11 - A Glória das Manhãs
12 - Sinfonia

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CANTO SAGRADO

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

SILVIA NICOLATTO - CANTIGAS

"Cantigas" segundo disco da cantora e compositora de Belo Horizonte Silvia Nicolatto.
O CD mostra a nova safra de composições de Silvia, algumas com colaborações luxuosas. Entre músicas que falam do cotidiano, das vivências e dos questionamentos comuns a todos nós, estão também “Canoa Canoa (incidental apelo)”, de Nelson Ângelo/Fernando Brant/Silvia Nicolatto, “Almoço na Casa do Dino”, de Silvia Nicolatto/Rodrigo Lessa, “Criança”, de João Cavalcanti/Silvia Nicolatto (esta última já lançada em 2012, por João Cavalcanti, em seu disco solo “Placebo”, distribuído pela Warner), e também a música “Ainda”, de Silvia Nicolatto/Raphael Gemal.
Este é o segundo disco Brasileiro de Silvia (lançou o antes o disco “Além dos Gestos”). O disco valoriza a sonoridade dos instrumentos acústicos, usando como base na maioria das músicas o violão de sete cordas, o violão de seis cordas, bandolim e percussão. Porém, as harmonias de Silvia e o tratamento dado aos arranjos conferem ao disco uma sonoridade própria, que o diferencia de outros trabalhos que usam esses instrumentos de forma mais tradicional.
Em setembro do ano de 2013 foi lançado na Inglaterra o disco “Silvia Nicolatto and her Anglo-Cornish friends”, gravado entre 2011/2012, em um projeto onde interagiam a música Brasileira e a música Córnica (de origem Celta). O lançamento foi na cidade de Wadebridge, durante participação de Silvia e seus amigos Anglo-Córnicos no “Cornwall Folk Festival”, o maior festival de música tradicional da região. O Ministério da Cultura do Brasil patrocinou a ida de Silvia, que obteve o patrocínio por edital. Dividiram a noite com Pete Berryman, renomado e sensível artista da região, e com um dos principais conjuntos de música Córnica, a banda Dalla, que subiu ao palco junto com o grupo no fim do show. Silvia levou seu repertório autoral e músicas de compositores como Tom Jobim, Pixinguinha e Gonzagão.
Em 2011, Silvia se apresentou na Inglaterra com os músicos do projeto (Pete Turner, Pete Kubryk Townsend e Neil Davey) tocando em Falmouth, Penryn, Porthtowan, St Austell, Sturminster Newton, Truro, Uptown Cross e West Stafford.
Silvia Nicolatto tem se apresentado em teatros e casas de espetáculo em Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, nesta última mais recentemente cantou no CEU Jaçanã, SESC Vila Mariana, Casa de Francisca, Fnac da Paulista, Metrô Paraíso e outros.
Anteriormente Silvia havia lançado do disco independente “Além dos gestos”, e participado com a música “Na Curva do Rio” da coletânea “Brazilian romance”, lançada na Europa, EEUU e Ásia pelo selo DTS.
Silvia integrou o coro de discos de artistas como Francis Hime, Zé Calixto, Olivia Hime, Jards Macalé e Casuarina, dentre outros. Participou também, com o coro erudito “Cia Bachiana Brasileira”, da gravação e do show de lançamento do DVD “Quadros de uma alma brasileira, Villa-Lobos: Choros de Câmara, Noneto e Sexteto Místico”, na sala Cecília Meireles.
Mixado e masterizado em São Paulo, CD “Cantiga” conta com a produção e engenharia de áudio de Rodrigo de Castro Lopes, e a participação de Luiz Cláudio Ramos, Rodrigo Lessa, Bruno Migliari, Raphael Gemal, Maik Oliveira, Wesley Ferreira, Lucas Brogiolo, Emiliano Castro, e Ari Colares, além do violino de Paulo Sérgio Thomaz e do trombone de Sidnei Borgani.

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CANTO SAGRADO

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

AGGEU MARQUES - VOLUME DOIS



Depois de um bom descanso vamos novamente trilhar os caminhos de Minas com sua arte e cultura.
E vamos começar 2017 com um disco que foi o primeiro de Aggeu Marques com o titulo de lançamento "Quer saber" e no relançamento "Volume Dois".

Um dos melhores intérpretes dos The Beatles em Liverpool, na Inglaterra, vive em meio às montanhas de João Monlevade, cidade próxima a Belo Horizonte, com seus cerca de 70 mil habitantes. Aggeu Marques é mineiro, músico desde a adolescência, "beatlemaníaco" e como se não bastasse, é pediatra e ultrassonografista.

O cantor e compositor Aggeu Marques é natural de Caratinga, Aggeu iniciou-se na carreira musical participando de bandas "cover" dos The Beatles, como Sgt. Peppers Band e Hocus Pocus.

Nessas bandas, Aggeu notabilizava-se por interpretar as canções de Paul McCartney, o que lhe rendeu elogios diversos, inclusive no "International Mersey Beatles Festival", realizado em Liverpool. Suas passagens por essas bandas duraram 15 anos.

No ano de 2001, o cantor estreou no disco, com o álbum intitulado "Quer Saber", onde interpretava músicas de sua autoria, e em português. Aggeu responde por todas as melodias e letras, com exceção de "Manguaça", ( a única que não gostei) que tem música de Doca Rolim.

Enquanto gravava, muitas coisas passavam pela cabeça de Aggeu. E quando chegou nos arranjos de Luz dos meus sonhos, a segunda faixa, ele só pensava em uma voz: "Como eu queria o falsete maravilhoso de Flávio Venturini aqui".

Paulinho Carvalho foi portador desse presente a Aggeu: Flávio Venturini chegou aos estúdios Ferreti, em Belo Horizonte, em pleno Natal, disposto a gravar a canção que já anda tocando os corações mais atentos. O próprio Flávio se emocionou ao ouvi-la pronta pela primeira vez. Flávio Venturini é referência forte para Aggeu. "Não conheço ninguém que tenha uma harmonia vocal tão bem feita como ele. A música dele representa demais. Para mim, ele é o Paul McCartney brasileiro", revela.

Não é só Venturini que influencia Aggeu. Nascido em Caratinga, terra de Ziraldo, o cantor passou a sua infância e adolescência em Montes Claros, cidade de Beto Guedes, assim como Flávio, integrante do Clube da Esquina de Milton Nascimento, Márcio Borges e outros bons mineiros.

Os Beatles também estavam presentes o tempo todo nessas andanças de Aggeu pelas entranhas do Clube da Esquina. Daí para Liverpool foi um pulo. O músico é o brasileiro que mais se apresentou na terra dos The Beatles. Integrou as bandas Sgt Pepper's  chegando a gravar no estúdio Abbey Road  e Hocus Pocus, que, no ano passado, foi considerado um dos melhores grupos do festival Beatles Week, na Inglaterra. Seu ídolo é Paul McCartney, mas isso não o impediu de compor Paz, amor e violão em homenagem a John Lennon, no aniversário de sua morte.

O disco  traz ainda Renascer  "O homem anda só, caminho tão sombrio, ninguém pra dar a mão. Quem sabe olhar pra trás, diminuir o frio que faz no coração", Desatando um nó e Quer saber, que têm Ângela, mulher de Aggeu, como musa inspiradora, além de Empty life,  Numa noite em Liverpool e Alma de vinil.


Em 2004 o músico Flávio Venturini lançou seu próprio selo, chamado "Trilhos.Arte", seguindo uma tendência cada vez mais comum entre os músicos de renome no Brasil, e um dos primeiros lançamentos deste novo selo foi, justamente, o segundo álbum da carreira do Aggeu Marques, cujo título era bem singelo: "Aggeu". (já postado no blog)

Neste álbum está a sua canção de maior destaque,
'Máquina do Tempo', composta em parceria com Jair Medeiros e que foi gravada em 2003 por... Flávio Venturini! Pelo selo de Flávio também foi relançado o primeiro álbum, agora com o nome de 'Volume Dois'.

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CANTO SAGRADO

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

MAURICIO TIZUMBA - NO MERCADO

*Arquivo ripado do DVD, na hora da ripagem (tentei 3 vezes sem sucesso) 2 musicas ficaram de fora  "camelô de farol" e "musica para tocar no radio", o leitor não esta conseguindo captar o audio esta ultima coloquei de estudio.
De qualquer forma vale o registro com audio em 192 e 320.


Músico, cantor, ator e compositor, Mauricio Tizumba é um dos mais populares e completos artistas, com um estilo humorístico que lhe é peculiar, fazendo-o capaz de estabelecer uma relação de sinergia entre a platéia e o artista. Tizumba possui um carisma surpreendente, que sempre arrebata a atenção do público. Dono de uma técnica típica e sempre original em tudo o que faz é ainda capaz de, mesmo com sua arte multifacetada, ser coerente e persistente às suas crenças. A criatividade ilimitada de Mauricio Tizumba torna-o um artista genuinamente brasileiro que pode, também, ser visto como universal devido à sua força, sinceridade e avidez em preservar suas raízes africanas e disseminar sua arte pelo mundo. Com mais de 33 anos de carreira, Mauricio Tizumba vem desenvolvendo importante trabalho na área da cultura negra em Minas Gerais e no Brasil.

CD e DVD Tizumba no Mercado

Acompanhado pelo trio com o qual se apresenta há cerca de 10 anos, formado pelas cantoras e percussionistas Raquel Coutinho, Beth Leivas e Danuza Menezes, Mauricio Tizumba apresenta o repertório de seu novo trabalho em CD e DVD, gravado ao vivo no Mercado Distrital do Cruzeiro em Belo Horizonte, em março de 2008. São canções que passeiam pelos seus 35 anos de carreira e remetem ao 1º LP ?Caras e Caretas? (1991), como Camelô de Farol, canções extraídas do Congado e da Folia de Reis, sucessos dos discos África Gerais (1996) e Mozambique (2003) como Sá Rainha e Maurice a Paris, além de canções inéditas e composições de Sérgio Pererê, Pereira da Viola e Vander Lee. O trabalho tem direção Musical de Tizumba e Jongui e conta com a participação especial de Fabiana Cozza.

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CANTO SAGRADO

sábado, 24 de dezembro de 2016

FELIZ NATAL A TODOS


COBRA CORAL (REPOST A PEDIDOS)

COBRA CORAL - 2012



 

Cobra Coral
O Cobra Coral é o nome do quarteto vocal formado por Kadu Vianna juntamente com outros três artistas mineiros com destaque na cena atual: Flávio Henrique, Mariana Nunes e Pedro Morais. Todos têm carreiras independentes e decidiram unir-se para interpretar canções do próprio trabalho e de autores que admiram e que influenciaram suas trajetórias musicais.
Flávio Henrique é compositor e produtor musical, tem 7 CDs autorais lançados e um DVD, além de ser parceiro de grandes nomes da música mineira e nacional.
Mariana Nunes é cantora de voz privilegiada e cristalina. Tem dois CDs lançados e já trabalhou com Vander Lee e Jacques Morelenbaum.
Kadu Vianna mineiro de Nova Lima Formado em canto lírico pela Universidade Federal de Minas Gerais, lançou-se oficialmente no mercado em dezembro de 2003, tem 3 cds gravados com participações de grandes nomes como Milton nascimento
O formato acústico de três violões, piano e quatro vozes é perfeito para a compreensão dos ricos arranjos vocais que o grupo preparou.
O grupo lançou seu primeiro CD, homônimo, em 2012.Atualmente estão em turné com o segundo disco.
 01 – Faísca Na Medula – Kadu Vianna e Murilo Antunes
02 – Sob O Sol – Pedro Morais e Flávio Henrique
03 – Gatas Extraordinárias – Caetano Veloso
04 – Cobra Coral – Caetano Veloso e Wally Salomão
05 – Capullito de Aleli – Rafael Hernandez
06 – Casa Aberta – Flávio Henrique e Chico Amaral
07 – Qualquer Palavra – Kadu Vianna, Pedro Morais e Magno Mello
08 – Sim – Flávio Henrique e Murilo Antunes
09 – E O Que For, Já É – Pedro Morais, Kadu Vianna e Magno Mello
10 – Milagre dos Peixes – Milton Nascimento e Fernando Brant
11 – Encontros e Despedidas – Milton Nascimento e Fernando Brant
12 – Em Linhas Gerais – Kadu Vianna, Pedro Morais, Flávio Henrique e Mariana Nunes
WEBSITE COBRA CORAL

*Devido minha conta no Mega ter estourado o limite tive que ter um jejum de postagem, tentei adquirir outra conta mas esta dando conflito na hora de fazer o upload devido a conta antiga.
Por enquanto vou postar no Zippyshare que também é ótimo mas o arquivo free só fica 30 dias.

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CANTO SAGRADO

domingo, 18 de dezembro de 2016

PELAS TRIA E ISTRADINHAS DE MINAS

 È COM UMA SATISFAÇÃO QUE HOJE IREI MOSTRAR A VOCES A CIDADE QUE É O BERÇO DA MINHA FAMILIA PELO LADO DO MEU PAI.
EU TENHO O SOBRENOME DO NOME DA CIDADE "PAIM" NÃO HERDEI O PAMPLONA, MAS MEUS AVOS TINHAM .
TENHO ORGULHO DE TER O SANGUE DESSA TERRA.


Pains é um município brasileiro do estado de Minas Gerais que tem como base de sua economia a extração de calcário. Sua população é de 8.014 habitantes.
A história de Pains remonta aos anos de 1721-1725, quando Bartolomeu Bueno da Silva descobre os “fortunados mananciais” do Rio Vermelho, à altura das nascentes do Rio Araguaia, Goiás. Nesta época começou a marcha de mineiros e paulistas para o Oeste, passando por território na província de Minas que mais tarde seriam povoados, entre eles: Pains.
Em 1767 o governo assinou 20 cartas de sesmarias para a província de Minas. Entre os sesmeiros, parentes de Inácio Corrêa Pamplona vieram estabelecer-se nas matas do Rio São Francisco, como seu filho Padre Inácio Pamplona Corte Real, Bernardina Corrêa Pamplona (doadora do patrimônio de Iguatama) João José Corrêa Pamplona e outros que deram origem à família Paim Pamplona. Do costume de se falar: “vamos à fazenda dos Paim”, originou-se o nome do município.
Em 1830, na vizinhança dos Paim Pamplona, o Capitão Manoel Gonçalves de Melo, com sua família, também adquiriu uma fazenda, a da Cachoeira. Tempos depois o Capitão doou um terreno no centro da mata de Pains para construção de uma igreja em honra à Nossa Senhora do Carmo. Esta doação juntou-se a outra, anteriormente feita por Manuel Antonio de Araújo (na fazenda dos Araújos, nasceu Ana Jacinta de São José, a famosa Dona Bêja) perfazendo quatro alqueires para a base de um povoado, ao redor da referida igreja. Em 1854 a igreja de Nossa Senhora do Carmo, hoje igreja do Rosário, ficou pronta.
No inicio dos “Anos 40” começou um movimento para a emancipação de Pains. Pessoas como Juca Goulart, Dr. Sócrates, Juca Maneca, Arlindo de Mello e outros foram importantes para a emancipação. Importantíssima foi Maria Goulart que residia em Belo Horizonte e tinha ótimo acesso ao meio político da capital mineira. Foi ela quem trouxe para Pains um fotógrafo de origem alemã para fazer um álbum fotográfico para o processo de emancipação. Em 31 de dezembro de 1943, pelo decreto-lei número 1.058, foi obtida a emancipação política, com a elevação de Pains à categoria de município, desmembrando-se do município de Formiga, no qual incluía-se o Distrito de Pimenta, hoje também emancipado